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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

CUIDADOS COM O SEU NOME.


CUIDADOS COM O SEU NOME.
Quanto vale o seu nome?
O nome de uma pessoa é o bem mais precioso que essa possui além de sua saúde e de seu bem-estar pessoal. O nome de uma pessoa fala muito sobre ela mesma. O nome de uma pessoa faz representá-la. Por causa de um nome, pessoas já foram influenciadas, batalhas já foram travadas e guerras já foram estabelecidas em teatros de operações.

Um nome pode atear fogo numa guerra ou pacificar corações. Um nome pode causar afastamentos, mas também pode influenciar ou trazer aproximações. Um nome pode causar ojerizas, mas também pode atrair simpatização e admiração. Um nome pode fazer erguer explosões de aplausos e brados, mas também pode atrair enxurradas de vaias e xingamentos.

Nos tempos bíblicos, o nome de uma pessoa revelava a sua identidade pessoal. Estava relacionado com algum fato de sua vida. Cada fato considerado relevante na vida de uma pessoa poderia lhe trazer uma mudança de nome.

Podem existir mais de uma pessoa que portem um mesmo nome, entretanto ainda assim cada uma delas possui suas referências e identidades próprias. Homônimos possuem um mesmo nome, e é sempre possível o nome de um lembrar fatos da vida de outros em razão do nome que possuem. Vezes por outras se encontra pessoas que sentem vergonha de seus nomes. Outras mudam seus nomes dos registros humanos, mas mesmo assim os rastros do nome anterior seguem ao atual. Entre os homens, o ato de mudar seus nomes não significa mudança de caráter, muito menos de personalidade e tampouco de seus “modus operandus”.

No mundo antigo e até a algumas décadas passadas, o zelo e o reconhecimento eram fatores muito bem observados pelas pessoas em relação aos nomes. A começar ser muito mais pelos próprios donos de seus nomes. O nome chegava a ser parte integrante de sua honra pessoal. Já houve um tempo em que o nome de uma pessoa conferia garantias e corroborava negócios e atestava declaração de fiança. Houve um tempo em que os nomes João era inconfudivelmente João, Onofre era realmente Onofre, Margarida era de fato Margarida e Rosa era notavelmente Rosa.

Já houve tempo em que se prezou mais pelos nomes. Houve um tempo em que um nome descia do trono e chegava à lápide com os mesmos brios e brilhos. Chegamos a um tempo em que tanto faz ter o nome na calçada da fama como tê-lo nas páginas do vício e da miséria. Chegamos a um tempo em que tanto faz ter o nome no rol de respeitosos e ilustres como tê-lo no arrolamento do crime e da contravenção. Por vezes essa avalanche de indiferenças produz e promove a desconfiança total e completa com relação a pessoas, coisas e setores da vida. Pessoas usam de cargos e funções com o fim de escudarem seus nomes, mas que pena que cargos e funções passam e caem de mãos em mãos e nos finalmente sobram e restam apenas os seus nomes.

Muda-se o nome do produto desqualificado na tentativa de salvar o nome e a qualificação do produtor. Dá-se nomes de figuras famosas e entidades veneravelmente temidas a pessoas populares na tentativa de tornar estas em réplicas publicamente assemelhadas a aquelas. Setores e empreendimentos da vida mudam de nome tal qual mudam-se os nomes de pastas e cremes e de sabão e  sabonetes e detergentes. Enfim, uns mudam seus nomes mas continuam na mesma sujeira e outros têm os seus mudados e permanecem mantendo a limpeza.  

Com o passar dos anos, muitas mentes foram tomadas de assalto por elementos estranhos. E valores passaram a ser agressivamente invertidos e questões de respeito, responsabilidade e relevância de um nome perderam seu trono de referências. Passaram a ser assemelhadas às folhas descartáveis com as quais se embrulhava pães. E assim, chegamos ao tempo no qual marcas de papel higiênico conferem mais referência e promovem mais respeito do que o nome de pessoas.

Diariamente, nomes se levantam e nomes se destroçam. Nomes são exaltados e nomes são abatidos. Nomes fazem declarações a outros nomes e nomes incriminam e enlameiam outros também. Nomes ganham e recebem brilhos e nomes obscurecem e ofuscam outros nomes. Nomes surpreendem e fortalecem a outros nomes e nomes aviltam e enfraquecem outros nomes. Diariamente, nomes descem aos calabouços e às grades e nomes são erguidos das sarjetas e dos monturos. Nomes naufragam e soçobram nas praias da vergonha e nomes navegam e singram mares de sucesso.
Com tudo isso, algo importante e relevante bem se pode ser sugerido. Cuidado com o seu nome. Não ponha o seu nome ao lado de nomes desconhecidos e imerecedores a estar ladeado do seu. Zele persistentemente e cuide bem do seu nome. Ainda vale muito prezar e manter o valor, o zelo, o reconhecimento e a honra de um nome. Quanto vale o seu nome? Vale um preço impagável ou custa apenas ninharias desprezíveis? Vale uma vida toda de verdadeira honra e transparência, ou custa apenas momentos de vergonha e obscuridade? Não seja imprudente e imprevidente quanto ao uso de seu nome. Não permita que seu nome se faça em nome artístico e muito menos em nome fantasia.

Cuidado com o seu nome!
PbGS




domingo, 10 de junho de 2012

NO DIA DO PASTOR: Felicitações.


NO DIA DO PASTOR
Parabéns aos pastores.
Jubilosamente, o meio pentecostal homenageia os pastores no segundo domingo de junho – o Dia do Pastor -. Nesta data carente e reclamante de pastores, começo por felicitar aqueles que efetivamente SÃO pastores. Este é um dia de feliz comemoração e um dia que nos chama a evocar profunda reflexão sobre o sagrado ministério pastoral e seu exercício.

A propósito deste dia comemorativo, se faz mister e oportuno trazer algumas felizes e relevantes considerações no lindo texto paulino de Ef 4.11-16. Suas palavras são tão fortes quanto digno deve ser o reconhecimento para com aqueles que SÃO pastores. Ele nos embasa fortemente a certeza de que permanece sendo honradamente reconhecido e merecido o sagrado ministério pastoral, digo como o especificamente de pastor.

O rico texto paulino lança os seus lampejos reforçadores e motivadores sobre exatamente aqueles que SÃO pastores. Em vista disso, este post vai ao jubiloso encontro com aqueles que SÃO pastores e jamais com aqueles cujos frutos visíveis revelam que apenas ESTÃO pastores.

E o lindo texto paulino diz: “Ele mesmo deu...outros para pastores...”. Em outras traduções está: “Foi Ele quem designou...outros para pastores...”; ou “Foi Ele mesmo quem escolheu...outros para serem pastores...”. Na verdade, são traduções que se completam quando examinamos amplamente os sentidos originais referentes ao pastorado à luz da Bíblia Sagrada.
A primeira consideração está sobre a origem do pastorado. A pessoa que deu alguns para pastores, também entre os homens foi um pastor de almas – o Sumo Pastor Jesus Cristo -. O Senhor Jesus, o Pastor de pastores, deu pastores para a Sua amada igreja. Ninguém mais ou melhor do que Ele para saber com propriedade e definição sobre o que deu à Sua igreja. Não foi nenhuma outra pessoa ou qualquer influência alheia à pessoa do Sumo Pastor que tivessem originado ou promovido essa entrega.

A segunda consideração está sobre o ato de entrega em si do pastorado. O texto usa as palavras “deu”, ou “designou”, ou “escolheu”. O termo do texto original grego “έδώκεν” (édoken), do verbo “δίδωμι” (didomi), nos deixa ver melhor e com mais amplitude a grandeza do significado desse ato de entrega feita pelo Senhor Jesus, o Sumo Pastor, para dar uns para pastores. Trata-se de um ato de “produzir”, de “conceder”, de “colocar”, de “apontar”, de “confiar”, de “lançar”, de “fornecer”, de “presentear”, de “servir”, de “oferecer”, de “querer dar”.

Por essa vista segura e fundamentada no texto original para o ato de entrega, notamos a legitimidade da investidura de autoridade sobre aqueles que são objetos diretos dessa designação, dessa escolha, dessa dádiva. Ainda que o verbo grego acima tenha uma aplicabilidade em certo ponto à ação de “permitir” em outras áreas, nessa NÃO há lugar para o pensamento de permissão no sentido de “abrir mão para”. 

Além dessas, a terceira está sobre a definição de quem é o objeto direto do ato de entrega. Notemos a presença da expressão “outros para”, no sentido seqüencial a “alguns para”. Ela não oferece linhas de reclames de direito a quem quer que seja. Ela vai diretamente sobre pessoas escolhidas, designadas, alheias da interveniência da intenção ou da vontade humanas. O termo “outros” implicitamente quer nos dizer que não são todos, não é qualquer um. São alguns, e estes designados pelo Senhor Jesus.

E finalmente, a quarta consideração está sobre a finalidade do ato de entrega. O conectivo “para” começa deixando clara a visão proposital da entrega. Aquele que não “É para” deixa uma lacuna incalculável quando apenas “ESTÁ para”, visto que o ato da entrega começa envolvendo o compromisso com aqueles que SÃO e não sobre aqueles que ESTÃO pastores. Não há uma condição que contorne a origem da dádiva porque a sua finalidade está ligada também direta e intrinsecamente a si.
O Senhor Jesus, o Sumo Pastor, nos dá uma recomendação segura e direta: “Rogai ao Senhor da seara para que envie ceifeiros para a ceifa”. Em outra tradução diz: “Peçam ao dono da colheita para enviar trabalhadores para a colheita”. Mt 9.38; Lc 10.2. Escolher, dar, designar, pastores é um ato exclusivo e especial do Senhor Jesus.

Os que são escolhidos, doados, designados, pelo Sumo Pastor para pastores possuem a marca de sua chamada e a patente de sua vocação pastoral visível em todo o tempo. Os que SÃO conduzem e convivem com os seus rebanhos, possuem o cheiro deles, conhecem-nos e deles são conhecidos. Os que ESTÃO pastores são figuras transeuntes levadas pelos lauréis da posição e embaladas pelas conjunturas das credenciais e do status, nada mais. O cerne daqueles que SÃO pastores é diferente e superior do  daqueles que levam o ministério sagrado como se este fosse um ofício profissional secular.  

Assim sendo, aos pastores que SÃO pastores, parabéns!

Parabéns aos pastores que são agentes-veículos de restauração. Estes são os que sabiamente não se permitiram ao brio austero da foice e do martelo coronelistas da exclusão, compreendendo os caminhos dos benefícios e a eficácia do ungüento e do emplasto misericordiosos da reconciliação. Os que SÃO pastores olham para as vidas com a visão de um exímio restaurador perito e incansável.

Parabéns aos pastores que são agentes-promotores da coerência. Estes são os que não comungam com a arte da dupla face, temendo a Deus e entendendo de Sua Palavra sobre os resultados que estão por vir de suas palavras e de suas ações. Expressam e patenteiam a coerência no que realizam, no que são e no que falam. Os que SÃO pastores não se fundem à fidalguia e nem se afundam na burguesia – coisas estas que arrasam a boa fama e desmerecem a honra de todo e qualquer homem de Deus -.

Parabéns aos pastores que são agentes-cultivadores da lealdade. Estes são os que sabiamente compreendem os benefícios advindos da manutenção da sinceridade, da franqueza, da honestidade e da fidelidade no que realizam, no que são e no que falam. Os que SÃO pastores reconhecem e cultivam o alto preço e os valores incalculáveis da lealdade.

Parabéns aos pastores que são agentes-cultivadores da integridade. Estes são os que sabiamente se resguardam e buscam se conduzir diante das procuras e das ofertas que lhe são dirigidas, fazendo valer e reinar a nobreza da retidão. Os que SÃO pastores possuem e exercem o senso do discernimento sobre as demandas que os circundam.

Parabéns aos pastores que são agentes-cultivadores da transparência. Estes são os que fogem de “escondidinhos” e suas aparências. Estes são os que deliberada e prontamente se conduzem de forma a ser claramente notado e distinguido o seu caráter conjugado nas suas ações e procedimentos os quais por isso nada têm do que temer ou sentir-se envergonhados, visto que tudo em sua vida enaltece e publica o louvor e a glória de Deus entre os homens.

Parabéns aos pastores que são agentes-cultivadores da amizade e da comunhão. Estes são os que sabiamente entendem os caminhos da união e da unanimidade empreendedoras para o bem-estar pessoal, coletivo e para o sucesso na consecução e no estabelecimento da obra de Deus. Os que SÃO pastores promovem a amizade e a comunhão incluindo a si mesmos no vínculo fraternal, e assim a casa permanece coesa e unida, unânime e indivisível. A glória de Deus é manifesta aos homens pela casa quando esta é uma só em unidade, verdadeira unidade, do contrário nada mais se faz do que apenas um ajuntamento de meias-concordâncias acobertando o ambiente de discordâncias e divisões veladas.

Parabéns aos pastores que são agentes-cultivadores do aperfeiçoamento e da edificação do corpo de Cristo. Estes são os que determinada e decisivamente trilham os seus passos visando a que o seu rebanho alcance a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus e chegue à maturidade espiritual.

Parabéns aos pastores que são agentes-cultivadores do temor de Deus, da seriedade, da justiça e da lisura. Estes são os que honrando os seus compromissos e vivendo modestamente, realizam grandes obras e avançam em grandes e consideráveis empreendimentos que glorificam a Deus, promovem o anúncio da Salvação e abrem os portais da credibilidade e da aceitação por graça.        

Quiçá neste dia comemorativo, aqueles que apenas ESTÃO pastores pudessem passar a enxergar a grande diferença entre o SER e o ESTAR no sagrado ministério pastoral.  Quiçá neste dia comemorativo, aqueles que ainda não SÃO pastores pudessem olhar clinicamente o panorama dos dias hodiernos e repensassem os seus passos ao pastorado, a fim de quando vierem a SER o exerçam consciente e sobriamente para não apenas ESTAR como outros que pastores apenas ESTÃO.

Quiçá neste dia comemorativo, aqueles que SÃO pastores pudessem redescobrir os caminhos e singrar os horizontes fazendo que mais claros sejam vistos os seus legados, a fim de que tanto os que ainda não SÃO e os que ESTÃO pastores possam receber o encorajamento e a inspiração, e de alguma forma olhar para o farol dos exemplos e contribuir para que não haja o levante de placas e faixas, até então de certa forma um tanto justas, com a inscrição: “Precisa-se de pastores”.   

Quiçá neste dia comemorativo, aqueles que ESTÃO e os que ainda não SÃO pastores pudessem levantar os olhares e passarem a contribuir com atos efetivamente louváveis para que as felicitações de parabéns aos pastores se tornassem notoriamente presentes em todo o nosso território, fora dele e na maioria das bocas em nossa nação, e não apenas nos recônditos dos santuários e nas salas e gabinetes das câmaras municipais e prefeituras.

Quiçá este dia comemorativo, com mais graça, mais carinho e mais respeito sejam de fato e em verdade aplaudidos ainda mais aqueles que verdadeiramente SÃO pastores, agentes-cultivadores e promotores da visível edificação de vidas.

Ao meu digno e honrado pastor, um agente-cultivador de caráter e moral transparentes e de procedimentos linearmente coerentes e amigos, e aos pastores seus auxiliares diretos e meus companheiros e colaboradores de empreitadas, assim como aos demais pastores dos Ministérios apoiados e dos apoiadores, expresso os meus cordiais votos de felicitações pelo Dia do Pastor, estimando-lhes saúde, graça, unção, ricas e continuadas oportunidades e sucessivas vitórias por meio de Cristo Jesus. 
AOS QUE SÃO PASTORES: PARABÉNS PELO DIA DO PASTOR!

PbGS




domingo, 6 de maio de 2012

CONSIDERAÇÕES NO SALMO 107



CONSIDERAÇÕES NO SALMO 107
Louvai ao Eterno Deus porque Ele é bom.

O lindo Salmo 107 é uma extraordinária obra poética divinamente inspirada. Ele faz parte do Quinto Livro dos Salmos, e é o décimo quarto salmo de louvor. Ele fala de alguns dos grandiosos feitos do Senhor Deus aos Seus remidos. Ele deixa claro os livramentos, a libertação e a providência de Deus.

Um dos detalhes interessantes nesse salmo é que os versículos 8, 15, 21 e 31 são exatamente iguais, como um estribilho nos seus originais. E ao mesmo tempo que o texto poético fala de uma história passada, também detalha as experiências pelas quais passa a igreja do Senhor Jesus. Da mesma forma mostra a condição espiritual de multidões de vidas no presente, assim como aponta profetica e figuradamente para uma glória futura reservada ao destino do seu amado e redimido povo.

O maravilhoso Salmo 107, direta e historicamente, se refere em primeiro plano às fases vividas do antigo povo israelita quando de suas experiências passadas na saída do Egito de então e mais tarde quando no regresso em retorno do seu cativeiro. Na condição de cativo, clamou e o Senhor Deus o ouviu e com braço forte lhe resgatou da mão do seu inimigo. Em segundo plano e figuradamente, ele revela a vida de experiências da igreja militante na Terra e mostra a condição de um coração perdido, errante e vagante na aridez espiritual do mundo.

Deus sempre zela pelo Seu povo, e para este faz coisas nem sempre bem compreendidas, e em favor deste realiza feitos independentes de explicações humanas e nem sempre nas mesmas dimensões de tempo e espaço esperados ou estimados pela intelectualidade humana.

O Salmo começa com a célebre frase: “Dêem graças ao Senhor porque Ele é bom”. (NVI). Os textos originais também sugerem no mesmo significado: “Proclamem ao Eterno porque Ele é bom”. Nesta frase própria de um coração cônscio da graça, do livramento, da providência e da satisfação de necessidades, como favores de Deus oferecidos, encontramos o forte senso de gratidão e de júbilo em louvor a Deus.

Esta é uma das mais espetaculares declarações de louvor e adoração que incomoda e humilha o diabo e intriga o inferno e suas dominações demoníacas. O pobre e passageiro homem mortal sofre infelicidades e quedas na sua vida, mas durante ela tem repetidas vezes a oportunidade de durante as suas aflições serem ouvidos os seus clamores a Deus e DEle obter o livramento e satisfação de necessidades. Oposto ao completo favor misericordioso do Senhor Deus, o diabo busca apenas iludir a visão humana com saciedades e satisfações terrenas e temporais.

Cada vez que conscientemente declaramos com o nosso coração cheio de gratidão e júbilo que o Senhor Deus Eterno é bom, diante de todas elas as forças da maldade e o inferno se consomem em invejas e se aviltam em ódio e horrores de si mesmos, posto que como acusadores destinados ao horrendo fim, buscam roubar do homem a liberalidade legítima, sincera e verdadeira de abertamente dizer “Louvai ao Senhor Deus Eterno porque Ele é bom”.

Não é de se surpreender o fato estratégico das hostes espirituais da maldade tentarem tirar o foco principal da fé de sobre a essência da pessoa de Deus para colocá-lo direta e bitoladamente sobre apenas benefícios terrenos e temporais desta vida. Uma estratégia para distorcer as Escrituras, produzir uma imagem mesquinha de Deus e insuflar os corações a se enveredarem no indiferentismo e no materialismo.

Este lindo salmo nos inspira a perceber os fortes motivos da gratidão sincera e verdadeira. Assim como por outro lado nos conduz a notar quão grandes são a fidelidade e a misericórdia de Deus contra a ingratidão de Seu povo. As vistas sobre as aflições momentâneas podem sofrer a ilusão de falsos juízos e serem ofuscadas pelas dúvidas sobre até onde Deus estaria conosco e atento ao que ocorre em todos os parâmetros de nossa vida aqui na Terra.

Este salmo mostra as quatro linhas básicas do ciclo seqüencial e repetitivo da experiência humana: primeiro o pecado; em seguida, a sua conseqüente aflição; depois o clamor; e por fim o livramento. A tribulação, depois a súplica, em seguida a libertação e finalmente a gratidão. É grato quem sente os motivos. Expressa gratidão quem é humilde o suficiente para externá-la. Proclama gratidão quem é responsável com a dívida de anunciá-la.

No mundo todos os homens têm aflições, e dentro da visão de soberania de Deus, há dentre elas algumas providenciadas por Deus como em doses necessárias, a fim de que sejam suscitados o arrependimento e seu impacto e com isto ao coração arrependido seja ministrado o perdão. O Senhor Deus dirige uma história cujos detalhes fogem aos pensamentos e ao entendimento humanos.

Às vezes, se faz necessário que haja uma porção de angústia suficiente para que por esta seja provocada a experiência da tristeza segundo Deus e se levantem o reconhecimento sincero e o clamor verdadeiro pela misericórdia de Deus. Por vezes é difícil conceber os parâmetros dessa didática experiencial, mas ela é  verdadeira e real.

Cogitar citações sobre fatos alheios são apenas declarações ignorantes, visto que a glória se manifesta e repousa em cima do sacrifício. Somente Deus conhece os corações e sabe lidar com cada um deles. Jamais poderemos medir sacrifícios, haja vista que também nunca teremos capacidade alguma para pesar glórias.

Esse lindo salmo também nos mostra as más situações humanas e as incontestes intervenções divinas. Ele descreve cenas da vida humana que são fatos e também figuras para o nosso ensino. Ele fala das reviravoltas realizadas pelo Senhor sobre as coisas humanas. E tudo se resume numa boa, grande e linda frase: “Deus está no controle”! Importa que o temamos e o sirvamos conforme a Sua Eterna Palavra nos ensina e molda, e individualmente como Seus filhos ou coletivamente como Seu povo confiemos na Sua soberania.

Em primeiro plano, o salmo fala de um povo redimido que andou desgarrado e solitário pelo deserto – povo de Deus -. Tanto a saída do antigo Egito em direção à terra de Canaã, como a saída da antiga Babilônia de volta em direção a Judá, foram duras, solitárias, perigosas e penosas caminhadas. Nenhuma delas foi empreitada confortável ou livre de esforços, aflições, sacrifícios e lágrimas diárias. 

Em segundo plano e como figura, o salmo revela a igreja do Senhor Jesus, o povo da nova aliança, peregrina pelo deserto do mundo, a anunciante do Evangelho, sem comunhão e sem ambiência para com os pensamentos espiritualmente cegos do mundo e em relação aos estilos de vida trevosos ditados ou sugeridos pelos sistemas seculares. A mensagem do Evangelho sempre foi oposta às linhas de pensamentos correntes no mundo.

E, como igreja militante do Senhor Jesus, levando a genuína e legítima mensagem do Evangelho, certamente deve estar pronta e disposta a enfrentar a aparente solidão e desapego do mundo de impiedade. Que ninguém se engane com as ondas eventuais de aplausos e alaridos simpaticamente levantados pelo mundo interesseiramente amistoso e globalizadamente consumista.

Ainda como segundo plano e como figura, o salmo mostra a condição do homem perdido e, na sua individualidade, com a alma vagante e peregrina, andando desgarrado e espiritualmente solitário e vazio pelo deserto do mundo. Tentando se abastecer de bagagens insatisfatórias e nutrir sua alma com ilusões passageiras e aplacar sua consciência reclamante de Deus através de aditivos apenas terrenos e temporais.   

Em primeiro plano, o salmo fala de um povo que Deus o remiu da mão do inimigo. Isto por muitas vezes. Por não poucas vezes o Eterno levantou líderes, juízes, reis e valentes libertadores como ferramentas convictas e as empregou como testemunhas das guerras e pelejas cujas vitórias Deus por estas fez serem claramente notadas as incontestes marcas da Sua poderosa mão remidora e resgatadora contra o inimigo.

Em segundo plano e como figura, o salmo revela a igreja do Senhor Jesus, remida da mão do inimigo. Um povo gentio, estranho, de longe e que antes não era o Seu povo. Um povo adquirido com o alto preço do sangue do Cordeiro de Deus. Um povo que confundiu aqueles que eram Seus e não O receberam motivados pelas tradições e pelos zelos invalidadores.

Ainda em segundo plano e como figura, o salmo mostra a condição do homem perdido e desgarrado da mão do Senhor Deus. Vagante e debaixo da lei tendenciosa da carne desenfreada. Um valioso ser inteligente, a coroa da criação, mas infelizmente feito objeto de joguete na mão do inimigo. Isto  somente até o dia em que o Rei Eterno Jesus Cristo o redime, o resgata e o traz confessante ao Seu senhorio e soberania.

Em primeiro plano, o salmo fala do povo de Deus. Não achou cidade para nela habitar durante o seu tempo de peregrinação e regressos de cativeiros. Havia povoados isolados e cidades afastadas, mas estes eram completamente dominados pelo paganismo, pelos costumes idólatras, anátemas e misturados. Inóspitos à estada e acolhimento ao povo temente e servo do Deus vivo e verdadeiro.

Em segundo plano e como figura, o salmo revela a igreja do Senhor Jesus, durante o seu tempo militante na Terra e mantendo a sua identidade nunca encontrou e jamais achará cidade terrena para nesta habitar. Ela sempre será um povo peregrino. Que ninguém se permita ser iludido pelas ondas de multidões e pelas influências convenientes e aquiescências pretensiosas oferecidas pelos poderes terrenos cujos fins são cativar a igreja e dela ou através dela somar vantagens e benefícios. Nossa cidade definitivamente não é aqui.

Ainda em segundo plano e como figura, o salmo mostra a condição do homem vagante e peregrino, andante em busca de segurança e de confortos em lugares facilitadores da Terra. Buscando saciar a alma exclusivamente em bens e patrimônios terrenais como pontos de apoio intocáveis e seguros, e acreditando sejam próprios a habitar, chegam ao momento de perceberem que sua alma na verdade está insatisfeita na Terra e nesta não acha uma cidade própria para que sirva de sua habitação.  

Em primeiro plano, o salmo fala do povo de Deus peregrinando para a prometida Canaã e regressando de volta para a sua amada Judá, debaixo de expectativas, de sequidões, de desgastes próprios das caminhadas em desertos e lugares transitórios. Chegou aos momentos de desfalecimentos, de desesperanças, de esgotamentos e de joelhos cansados e desconjuntados. São os momentos do limite desafiante. São os momentos trilhados com a alma desfalecendo, mas também os da infinita graça de Deus neles se mostrar.

Em segundo plano e como figura, o salmo revela a igreja do Senhor Jesus peregrina em sua caminhada anunciante do Evangelho da graça de Deus. Passando por momentos de sequidão, de expectativas e inquietudes, de desgastes e incompreensões sofridas. Chegam os momentos de desfalecimentos, de limites desafiantes, de combate às confusões e heresias, de preservar e fortalecer os salvos e remidos dos seus apriscos. Ninguém do povo redimido e peregrino do Senhor na Terra entrará na cidade Eterna sem haver passado por qualquer experiência que seja. O Evangelho tem glórias, mas também a cada dia leva a cruz.

Ainda em segundo plano e como figura, o salmo mostra a condição do homem cansado e inebriado em ilusões terrenas e temporais, caminhando no deserto espiritual do mundo, chega o momento de sua alma falar mais alto e declarar que, com tudo e apesar de tudo que lhe possa satisfazer, mesmo assim encontra inexplicavelmente desfalecendo-se.  Mesmo com a alma rodeada de inúmeras amplitudes de facilidades, está desfalecendo como se estivesse aprisionada.

Em primeiro plano, o salmo fala do povo de Deus que na sua caminhada chegou ao momento de sentir a sua própria situação, cair em si, perceber o peso de suas aflições e clamar ao Senhor. Aqui está um dos grandes contentamentos de qualquer coração que pertence e serve a Deus – sentir o seu estado, cair em si, se arrepender de seus caminhos tortuosos e clamar ao Senhor -. Servimos ao Deus que ouve e responde!

Em segundo plano e como figura, o salmo revela que a igreja do Senhor Jesus jamais pode deixar de sentir as suas próprias situações e deixar de levantar os seus olhos para o Autor e Consumador da nossa fé. Em meio e rodeada de diversos ambientes de horrores e clamores no mundo, a igreja redimida e militante do Senhor Jesus precisa continuar encorajada ao clamor confiante e perseverante.

As hostes da maldade sempre buscaram infiltrar desanimadores e sugerir desencorajamentos no seio do povo de Deus. Tentam enfraquecer a fé e a identidade do povo israelita e com a mesma intensidade se levantam contra a Igreja do Senhor Jesus até os dias correntes. Aqui está uma clara prova de que tanto Israel como a Igreja do Senhor Jesus pertencem ao Eterno Deus como Suas propriedades definidas nas Sagradas Escrituras.

O lindo Salmo 107 deixa clara a receptividade de Deus em direção ao Seu amado povo, assim como a Sua infinita misericórdia para com este. Deus livrou o Seu povo das dificuldades enfrentadas nas suas caminhadas, e o mesmo Deus livra a Sua amada igreja hoje. Deus levou o seu povo por caminho direito, e o mesmo Deus leva a Sua amada igreja hoje. Estas são verdades incontestáveis no primeiro plano.

Mas além de tudo isso, nesse lindo texto há uma figura para o futuro glorioso que ainda está por acontecer. Independente de opiniões pré-milenistas, milenistas, pós-milenistas, amilenistas, isso vai acontecer como diz a Escritura! Deus vai congregar todos os Seus redimidos dos quatro cantos da Terra para irem a uma cidade de habitação!

O lindo texto do Salmo 107 revela duas grandes pérolas apocalípticas escondidas em duas verdades. A primeira, a de que Deus congregou os redimidos das terras do oriente e do ocidente, do norte e do sul. A segunda, a de que Deus levou os redimidos por caminho direito, para irem a uma cidade de habitação. Os verbos "congregou" e "levou" estão no tempo passado. Até então isto jamais aconteceu cabalmente e na totalidade com o povo do primeiro plano e tampouco com a igreja em segundo plano, como figura. Essas duas pérolas ainda estão por se revelarem como um acontecimento profético e espiritual.  

Aqui, somos levados a refletir. Como encaramos as cenas desastrosas da vida? Somos daquelas pessoas que ostentam frases-troféus dizendo: “graças a Deus porque isso nunca aconteceu comigo, ou com os meus”? Ou somos pessoas que com sábia visão percebem o âmbito geral das experiências aflitivas de outras e sentimos juntamente o peso delas?

Numa reflexão direta. Você é um errante recuperado? Ou se faz errante irrecuperável residente na sua cidade íntima de opiniões, no seu palacete ou castelo erguido de duras pedras no seu coração? Você pode declarar que o Senhor é bom pela essência da pessoa que Ele é? Ou o diz apenas responsivamente por coisas temporais que lhe chegam às mãos?

Que nenhum dos redimidos do Senhor perca a liberdade de declarar que o Senhor é bom. Que nenhum dos redimidos do Senhor perca o rumo durante a caminhada no deserto deste mundo confuso e inebriado em ilusões. Que nenhum dos redimidos do Senhor perca o ânimo para clamar ao Senhor. Que nenhum dos redimidos do Senhor perca a esperança no Remidor Eterno e a visão do Lar Eterno.

Que nenhum errante e vagante pelas veredas desérticas deste mundo prive a sua alma de buscar o Remidor e por Ele clamar. Que nenhuma alma perca a oportunidade de remissão oferecida neste tempo da nova aliança da graça de Deus aos homens. Que toda alma faminta e sedenta de Deus se permita sentir o peso de suas prisões e se levante em erguer um clamor em busca do Senhor Jesus Cristo, o Remidor Eterno, que garante a chegada na cidade de habitação eterna.
PbGS



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

NOTA ESPECIAL DE PROFUNDA GRATIDÃO.


NOTA ESPECIAL DE PROFUNDA GRATIDÃO.
Indo um pouco mais distante e edificando vidas preciosas.

Nesta oportunidade preciso começar expressando a minha profunda gratidão ao Senhor nosso Deus pelas grandes e ricas oportunidades me concedidas em Brasília-DF e em Goiás no limiar deste mês em curso, assim como por todas as grandes coisas que Ele fez naquelas ocasiões inesquecíveis.

Sensibilizado, externo também a minha sincera e distinta gratidão aos tantos diletos ministros e honrados obreiros amigos e cordatos companheiros pregadores, mestres e ensinadores, da AD em Brasília-DF, AD em Parque Lago-GO, AD no Setor Nordeste-GO, AD em Nova Formosa-GO, AD em Formosa-GO, ADs do Setor Três-GO, com os quais tive a oportunidade de Deus em ladeá-los no marcante evento evangelístico e missionário promovido por eles.

Conforme a boa mão do Senhor, me foram concedidas as honradas e privilegiadas oportunidades de pregar a mensagem expositiva do Evangelho ao jubiloso público extremamente receptivo na penúltima noite e na noite de encerramento da Cruzada Missionária “Jesus, a Verdade que liberta”, promovida pela AD em Brasília-DF no Setor 3, assim como de ministrar os estudos bíblicos aos diletos obreiros e irmãos durante a parte da manhã no Encontro Missionário 2011, acolhedoramente sediado e competentemente dirigido pela AD em Formosa-GO sob a unção do Espírito de Deus.

Foram dias de alegria e de júbilo na presença do Senhor. A casa estava repleta dos filhos do Reino e da glória do Senhor sob o mover do Espírito de Deus durante os louvores, na pregação, na série de breves testemunhos e nos estudos bíblicos ministrados. Serão sempre lembradas as curas ocorridas instantaneamente, os sinais incontestes presenteados pelo Senhor nosso Deus às ovelhas daquele Seu bom pasto e dos visitantes que ali estiveram presente. Enfim, Formosa-GO não será mais a mesma, porquanto será sempre e cada vez melhor, cada vez mais crescente e cada vez mais firme, confiante e edificada na presença do Senhor.

Graças ao Senhor que para a nossa alegria, recordação e edificação, estão também registradas nos vídeos, nos assentamentos e sobretudo nos corações as claras e evidentes restaurações de estômago, de garganta e de voz. O nosso Deus é o Deus que fala e também o Deus que cumpre e cura. Deus seja louvado e engrandecido por todas as coisas comprovadamente realizadas naqueles dias.

Foram extremamente reconfortantes e recompensadores os resultados da bênção de Deus naquele marcante evento idealizado sob a direção do Senhor e promovido por aquele generoso e respeitável grupo de pastores, evangelistas e demais obreiros corajosos e animados do Setor Três, concentrados em Formosa-GO e arredores. Se fez inesquecível também a rica oportunidade de haver reencontrado e estado pessoalmente com irmãos e amigos de caminhadas quando na cidade do Rio de Janeiro.

Outrossim, sou extremamente grato pelas ajudas gerais indispensáveis, desde os primeiros contatos e traslados impecáveis, pela hospitalidade ímpar, pela receptividade exemplar, pela sincera e distinta consideração para comigo e pelo louvável porte e atuação de todos os grupos unanimemente concentrados todos os dias no memorável evento evangelístico e também de cunho missionário. Os bons e grandes resultados mais outra vez renovam a fé, despertam dons e imprime cada vez mais ânimo nos bons corações do povo de Deus.     

Assim sendo, faço registrar alegremente a minha especial e profunda gratidão a esses generosos irmãos em Cristo. Descanso no Senhor por haver um povo especial, zeloso, acolhedor e de boas obras, firme e constante no que realiza e se mantendo dentro da proposta do Evangelho e ao mesmo tempo com visão promissora de futuro realizando uma grande e extraordinária obra.

Especialmente, preciso e faço jus em registrar o meu elevado apreço ao nobre casal de grandes irmãos amigos Amarildo e Édila e sua família, firmes e convictos servos de Deus cooperadores, os quais me acompanharam e me assistiram integralmente em todas as ocasiões. O Senhor lhes recompense e abasteça os seus celeiros.

Cordialmente aos nobres irmãos amigos Pastor Nunes, Pastor Domingos, Evangelistas Wilton e Sinvaldo (contatos) apresento o meu elevado e distinto apreço e forte abraço fraternal com graça e paz do Senhor Jesus, extensivo às suas digníssimas famílias hospitaleiras e acolhedoras desde os primeiros contatos. O Senhor lhes recompense e faça multiplicar as sementes de suas sementeiras. 

Querendo o Senhor nosso Deus, em outras oportunidades e mais vezes futuras estaremos ladeados e unânimes, para a glória do Senhor nosso Deus.
Ao Senhor seja, pois, todo o nosso mais sincero reconhecimento e a nossa mais profunda gratidão. Deus seja louvado pelas portas e pátrias abertas aos Seus pregadores!
Fraternalmente,
Em Cristo,
PbGS



sábado, 17 de setembro de 2011

NÃO HÁ PROFETA SEM HONRA.




















Mt 13.57-58: Não há profeta sem honra.

Reconhecer caracteres, virtudes e valores alheios é uma atitude extremamente nobre, e somente é própria quando sua manifestação é proveniente da sensibilidade para enxergar a genuinidade desses fatores a reconhecer. Quem não sabe reconhecer outrem deixa de experimentar a grandeza de si próprio, ao mesmo tempo em que perde a oportunidade de expressar o privilégio de si mesmo.

Quem não sabe reconhecer outrem, hostiliza-se e ignora a si mesmo demonstrando não saber e nem estar capaz de ser reconhecido. Nem todos sabem e dominam a nobre e salutar arte de reconhecer outrem, assim como nem todos podem fazê-lo. Os extremos sempre aparecem e a exigência judiciosa sempre diferencia. O ato de reconhecer é preciso na sua exatidão quando se tem tino afinado e propriedade legítima e exeqüível sobre ele.

Ninguém é forçado a efetuar reconhecimentos, e ninguém é impelido a fazê-los, visto que eles somente expressam validade e propriedade quando possuem e carregam a marca própria da liberalidade e a expressão da verdade percebida no coração de quem os enxerga e os faz sobre as obras que os atestam. Para se efetuar reconhecimentos é preciso alguns fatores, é necessária a consistência na observação de outros valores.

Para reconhecer virtudes, valores e méritos de outrem é preciso ser humilde em si mesmo; carece de ser equilibrado no senso de perceber importância; exige sobriedade; requer sinceridade. Isso somente vale e confere autoridade se houver legitimidade, e pesa muito mais quando repousa e se sustenta no patamar da verdade. Na visão do reconhecimento, deve se evitar os extremos, o perfeccionismo e as tendências, a fim de que o ato esteja estabilizado sobre os lastros da realidade e da verdade.

Do contrário, a oferta de seu reconhecimento ofereceria a ínfima e feia marca da hipocrisia postada com o selo da falsidade, aposta com a assinatura da deslealdade e impressa com o sinete da mediocridade. Reconhecimento genuíno e válido não é uma mercadoria comerciável e muito menos uma tentativa forçosa e impositora de tê-lo ou para efetuá-lo. 

Para reconhecer outrem também é preciso possuir a virtude da humildade e a da honestidade. Carece ainda também ser e estar desprovido de tendências rapinosas da soberba, da arrogância, do rancor e da mediocridade, visto que esses sentimentos e inabilidades são elementos impeditivos para reconhecerem caracteres, valores e virtudes alheios, e quando esses o fazem o objetivo é sempre notado envilecido, sombrio, pretensioso, oportunista e interesseiro.

Geralmente quem é deficiente na atitude de reconhecer a outrem, declara a sua própria pobreza de entendimento, demonstra a sua própria falta de credulidade, é destorcido pela inveja e pelo ressentimento, em razão da sua falta do senso de hombridade e da ausência de maturidade. A incontestável historicidade comprova que essa classe não expressa tendência e muito menos iniciativas para reconhecer valores e virtudes alheios.

Para reconhecer outrem, ainda é preciso também ter a capacidade de crer, de interpretar e a voluntariedade para compreender. Havendo dissonância nos sentidos e distorção na interpretação, falha a tradução, afeta e obscurece diretamente a compreensão, descalça a razão e viabiliza a incredulidade. Quem não se ver pronto para sentir, interpretar e compreender, não estaria também para propriamente acreditar. A incredulidade é um mal que afeta diretamente contra a possibilidade de reconhecer.

Para reconhecer apropriadamente alguém, além disso, é preciso também saber conduzir a comunicação desse reconhecimento. Nem toda comunicação é estabelecida através de palavras pela fonação verbalizada. É também estabelecida através de expressões e passa a ser consolidada quando alcança a capacidade da interpretação, satisfaz a compreensão e chama a lume a consciência e a razão. Há linguagens que possuem o poder de demonstrar silenciosamente o conteúdo do repertório que se evita de verbalmente exteriorizá-lo.

Para reconhecer alguém, é preciso saber aplicar o zelo adquirido nas experiências e percebidamente comprovado nos referenciais seguros e fazer valer o senso de justiça. Reconhecer outrem com verdade é uma demonstração de justa valorização sobre aquilo ou aquele no qual se pretende reconhecer. Perde-se muito quando não se sabe adequadamente reconhecer, e os prejuízos são muito maiores quando não se sabe valorizar aquilo ou aquele que possui notório valor e se deixa de aplicar o senso de justiça sobre o que é notavelmente justo.

Deixar de reconhecer devida e apropriadamente outrem é fazer predominar a injustiça, promover o descaso e o desencorajamento, alimentar a falta de altruísmo e, ainda, é concorrer para que o desrespeito e a confusão prevaleçam. Quando não se reconhece alguém aplicando o senso de justiça, promove-se indiretamente a injustiça e insanamente jogam-se os valores para debaixo do capacho e ignoradamente pisa-se sobre eles.

Para reconhecer alguém, é preciso, além do mais, fazê-lo dentro do tempo próprio para tal. O tempo é um fator que revela, mas também que passa, e os períodos dele transcorrem naturalmente. Reconhecer alguém fora do tempo é semelhante executar uma música com o instrumento desafinado e no ritmo descompassado.

O laboratório do tempo produz as suas mostras e atesta oferecendo provas dos seus ensaios. É preciso saber conduzi-los, observá-los e não deixar que passem e sejam perdidos em razão da visão de excessivo e inflexível perfeccionismo, e com isso decorram-se feias dívidas impagáveis e irremediáveis.

Quantos reconhecimentos temos visto, e de outros tantos temos sabido e alguns por quase toda a sua trajetória, presenciado. De todos eles, vemos reconhecimentos verdadeiros, mas também já presenciamos tantos falsos, ilusórios e enganados. Vemos reconhecimentos sábios, todavia também já nos chegaram diante das vistas alguns números de tolos.

Vemos reconhecimentos inoportunos, em contrapartida também já vimos reconhecimentos impróprios. Em todos eles a única e singular marca que deixam é a dos prejuízos desastrosos dos seus resultados. Alguns desses prejuízos arrastam-se refletindo por gerações ao longo dos anos.

Reconhecer está relacionado ao ato de honrar. E honrar significa dignificar, enobrecer, respeitar. Para honrar é preciso ter dignidade no ser para também expressá-la no fazer. Para honrar é preciso ter nobreza no ser para também ser nobre no respeitar a outros e a estes enobrecer. Honrar é uma questão de definição, e quem não sabe definir não possui propriedade e nem subsídios consistentes e válidos para honrar e conceituar méritos. Jamais se deve honrar aquilo que não está razoavel e perceptivelmente definido.

Alguns confundem o reconhecimento como se esse fosse simplesmente resumido ao ato de homenagear, premiar e recompensar. Apesar de essas iniciativas acompanharem algumas vezes o ato de reconhecer, não significam propriamente o reconhecimento em si. Se assim fosse, reconhecer perderia o seu brilho e natureza, decairia do seu valor, se tornaria vulgarizado e por fim seu significado se faria desprezível.  

Se faz grande aquele que presta honra. E percebe-se ser pequeno em si mesmo aquele que é cônscio das suas responsabilidades diante do reconhecimento que lhe é conferido e da honra com a qual lhe é distinguido. O peso da honra sempre recai tanto sobre aquele que é honrado quanto sobre os ombros daquele que o honra.

Invejosos ressentidos jamais se sentem à vontade em si mesmos para prestar honras. Eles tomam parte numa classe que nunca anda para o futuro, haja vista que não sabem olhar da maneira correta e com visão sábia, sensível e coerente para o passado. Todavia, aquele que é sábio e sensível para honrar, sobrepõe o invejoso ressentido, posto que enquanto o invejoso ressentido se perde enclausurado nas pobres migalhas do pessimismo, aquele ganha sabendo somar-se em méritos ao reconhecer e honrar valores e seus ricos tesouros com percepção otimista e honrosa.

E olhando para a passagem registrada em Mateus 13.57-58, percebemos a declaração do Senhor Jesus em resposta ao tratamento lhe dispensado por parte de alguns daqueles que ouviram os seus ensinamentos e testemunharam a realização de curas naquela ocasião. As conseqüências resultantes daquele tratamento dispensado ao Profeta de todos os profetas poderiam ter sido melhores se tivesse havido a devida aceitação dEle.

Com propriedade única e singular, o Senhor Jesus, Mestre e Profeta por excelência acima de todos os mestres e profetas, naquela oportunidade declarou que “Não há profeta sem honra, senão na sua terra e na sua casa.” Mt 13.57 (ARA). Observando melhor a declaração do nosso Mestre Amado, notemo-la em duas partes – a primeira, uma afirmação do princípio “Não há profeta sem honra”; e a segunda, uma explicação de uma evidência “senão na sua terra e na sua casa” -.

O texto em apreço neste artigo não nos fala do ato de desonra. Não trata da ação de desonrar como se tirando do Senhor Jesus a Sua honra de profeta. Ele nos deixa claramente ser vista a ausência de honra, o desconhecimento de uma honra, e não uma retirada de honra. Na frase “Não há profeta sem honra”, a expressão “sem honra” traduz a original do texto grego “ảtimos”, que significa “menosprezado, desprezado, desprestigiado, desvalorizado, depreciado, desestimado.

Ele também nos faz enxergar a quem especificamente é destinada essa falta de honra – aos profetas -. E ainda ele nos deixa ver os locais nos quais residem essa exclusão, privação e negação de reconhecimento da honra, assim como o desastroso efeito disso – na sua terra e na sua casa.

Note que o texto diz que o tratamento ausente de honra não procede de lugares estranhos e nem de estranhos à pessoa estranha, mas se localiza em lugares familiarizados e próprios - “na sua terra”, a área de espectro maior de mesmos costumes e língua, a pátria; e “na sua casa”, a área menor, entre os seus domésticos, entre os mais familiares e mais íntimos.

É incrível como essa declaração do Senhor Jesus tem atravessado séculos e sendo constatada em várias “terras” e em muitas “casas”. Apesar dela não possuir afirmação determinante de uma regra e nem natureza profética sugerindo que seja desconhecida a honra que há no profeta, ela tem sido lamentavelmente a prática comum em muitas terras e casas ao longo dos anos. Nesse texto encontramos o Senhor Jesus se pronunciando com uma afirmação apenas constatadora.

De forma alguma, o texto de Mateus 13.57 pretende imprimir uma regra ou o estabelecimento de um princípio obrigatório de fazer valer o desprezo, o menosprezo e a desonra aos profetas da própria terra e da mesma casa. Ele está expressando uma verdade constatada por si mesmo, a notável constatação de um fato real ocorrido – o desprezo, o menosprezo, o desprestígio, o desapreço, exteriorizado no tratamento ao profeta -.

Note também que apesar de pairar uma nuvem de admiração naquele ambiente, havia também os ares de uma campanha de especulação, ignorância, inveja, desdém, mediocridade e rejeição. Houve operação de milagres, todavia foram poucos por causa da parte escandalizada que estava entre aquele público presente.

O conceito que aqueles escandalizados tinham da pessoa do Senhor Jesus era muito aquém e desfocado do que Ele realmente é. Em meio e junto ao grande número de admiradores, aqueles escandalizados em si nem mesmo conseguiram identificar o maior dos profetas que estava naquela ocasião entre eles. Que faz a inveja, o desdém, a mediocridade, o rancor, o ressentimento, a perda e embrutecimento de sensos e de sentidos...

Um dos terríveis males é a desorientação no senso identificador. E aí quando se desgoverna e se desatina do fundamento discernidor, surge a oferta da mistura, logo aparece a influência da descaracterização e mais adiante canaliza os conceitos à diluição. Passa-se a ver o que não é, a ter o que não existe e a fazer o que não se deve. Quantos transtorno e prejuízos conseqüentes causam a visão obscurecida e o foco distorcido quando se deixa de realizar um devido reconhecimento.

Deixaram de honrar o Profeta da Galiléia, posto que nos seus corações estavam ausentes a sensibilidade de reconhecer e o senso de honrar. Não honraram o Profeta, visto que seus íntimos não estavam sensivelmente prontos e preparados para reconhecer a pessoa do Profeta, nem Aquele que o enviou e nem o significado do ato de honrar. Desprezaram e desconheceram a honra da Sua pessoa porque não distinguiram quem Ele era, apesar de terem visto o que Ele fez. E os resultados se mostraram nas perdas e prejuízos consequentes.

Que tristeza e quantos prejuízos causados pela incredulidade expressa naquela ocasião. Imaginemos os muitos doentes e enfermos no meio daquela multidão que bem poderiam ter tido a oportunidade de haverem recebido a sua cura, assim como os tantos oprimidos e cativos que bem poderiam haver sido libertos naquele dia.

Imaginemos quantos sinais e maravilhas deixaram de acontecerem entre aquela multidão, em função de nela as muitas mentes escandalizadas por si mesmas e enclausuradas nos seus julgamentos exalando nos ares o forte e terrível odor da incredulidade. Fatos históricos dos profetas Elias, Eliseu e Jonas enviados a terras estrangeiras e a casas estranhas poderiam corroborar essa verdade que “não há profeta sem honra”, entretanto eles se desfocaram do princípio e foram enquadrados naquela explicação dada pelo Senhor Jesus.

Deixando de honrar o Senhor Jesus como um profeta, perderam as bênçãos que poderiam ter recebido advindas do ato de honrar o Eterno Deus e Pai que O enviou. “Quem recebe um profeta, no caráter de profeta, receberá o galardão de profeta”. Mt 10.41. Os escandalizados, por não haverem recebido o Senhor Jesus no caráter de profeta, deixaram de receber o que trazia Ele consigo como o Profeta para distribuir entre eles.

Imaginemos o lamento suplicante de muitos doentes e enfermos que deixaram de receber a sua cura porque alguns poucos deixaram de reconhecer a pessoa e a presença do Profeta que curou alguns. Imaginemos o testemunho jubiloso de alguém que foi liberto entre a multidão diante dos olhos de alguém que se fez culpado por escandalizar-se em si mesmo. Que desalento não haverem recebido mais em razão de terem expressado menos.  

À vista disso, notemos os perigos que rondam a perda de senso na casa que demonstra a incapacidade de reconhecer e a deficiência em honrar o Profeta que envia os seus profetas. Quem é enviado leva e vai com o nome dAquele quem o enviou, de sorte que ao se receber e reconhecer o enviado, também com esse tratamento se está declarando honrar quem o enviou. É preciso se conhecer com segurança quem é o enviado para então com propriedade honrar quem o enviou. Aqueles não reconheceram o Profeta enviado porque  neles mesmos lhes faltou propriedade para honrar quem O enviou.

Deixaram de receber as bênçãos do Senhor Jesus, o Profeta, por causa do desdém produzido em vista da familiaridade com Ele. Desprezaram a origem modesta dEle. Rejeitaram o mérito evidente dEle. Causaram tropeços e fracassos a outros que tanto careciam. Ignoraram a providência divina. Desprestigiaram o Mensageiro enviado. Desmereceram a sua mensagem. Desvalorizaram os primeiros milagres acontecidos naquela ocasião por causa de suas incredulidades.

O texto sagrado norteador deste artigo pretende dizer a todos nós a grande proposição intemporal em caráter de aconselhamento – Reconheça, honre e creia no Senhor Jesus Cristo, o Profeta por Excelência sobre todos os profetas, o Filho do Deus Vivo e Verdadeiro, enviado para libertar os cativos e curar todas as nossas dores -.

Preze, prestigie, valorize, aprecie, estime e distinga a pessoa e a presença do Senhor Jesus, o Profeta que prepara com propriedade e envia com autoridade os seus profetas genuínos à nossa “terra” e em nossa “casa”. Enquanto Ele levanta e envia os Seus profetas, com estes Ele também prometidamente está todos os dias.
“NÃO HÁ PROFETA SEM HONRA, SENÃO NA SUA TERRA E NA SUA CASA. E não fez ali muitos milagres por causa da incredulidade deles.” Mt 13.57-58.
PbGS



terça-feira, 19 de julho de 2011

Gratidão e reconhecimentos.


Gratidão e reconhecimentos.

Por ocasião do fechamento de minhas atividades no segundo trimestre deste ano, venho nesta oportunidade, mais outra vez externar a minha mais elevada e profunda gratidão ao nosso Deus cuja boa mão e excelente favor estendem aos que O amam e nEle confiam. Ao Senhor seja, pois, todo o louvor. Bendito é o Senhor que abre a porta da Palavra e opera sinais e maravilhas nas pátrias e portas abertas.

Como em cada encerramento trimestral de atividades, preciso expressar meus sinceros agradecimentos e reconhecimentos aos amigos de perto, de um pouco mais distante e aos colaboradores voluntários de além-mar. Deus tem sido extremamente bondoso e extraordinariamente gracioso para comigo em somar este pequeno pregador a eles.

Com os de perto e os de um pouco mais distante tive o imenso privilégio de haver estado ladeando-os em tribunas, assim como aos anfitriões que no segundo trimestre deste ano me concederam a honra e a estima nas privilegiadas oportunidades de ministrar a edificante mensagem das Boas Novas do Senhor aos diletos públicos sob suas respeitosas lideranças.

Deus seja louvado pela existência desses e de outros respeitáveis amigos que efetivamente cuidam da boa saúde espiritual dos seus rebanhos, que penhoradamente preservam a boa e sincera amizade e com verdade primam pelos bons princípios na vida do Reino. É sempre bom saber com quem podemos contar.

Louvo a Deus pelas vidas desses servos de Deus que modestamente simples e demonstradamente humildes convidam, recebem e honram também os menores para estarem com eles e os respectivos rebanhos sob suas lideranças. Realmente louvo a Deus pelas vidas desses valorosos e valentes amigos cujos rebanhos a eles confiados experimentam o crescimento quantitativo e qualitativo, horizontal e vertical, numérico e espiritual.

Bendito é o Senhor pela vida desses homens sérios e ordeiros cujos corações não se permitem ser empregnados pelo espírito de rinhas e dissensões, posto que conhecendo os seus rebanhos, priorizam a legítima mensagem bíblica sem temores e sem ressentimentos, assim como bem discernem a diferença entre artistas e pregadores.

Artistas vão com suas boas artes, artifícios e artefatos onde o povo está, todavia os pregadores são dirigidos e levados a entregar a legítima mensagem bíblica onde o povo necessita primordialmente da Palavra de Deus, reconhecem prioritariamente a sua primazia, inclinam reverência,  devoção e são edificados por ela. 

Em primeira mão expresso o meu agradecimento ao Pr. João Bezerra, a quem estou auxiliando-o no calor e na edificação do bom trabalho local na obra de Deus. A esse companheiro destino a minha consideração. 

Em seguida, de forma abrangente também expresso o meu cordato e sincero agradecimento aos nobres e generosos amigos apascentadores e seus auxiliares (contatos): Aos amigos em Belfor Roxo, RJ; em Caxias, RJ; no Méier, RJ; em Nova Iguaçu, RJ; em Braz de Pina, RJ; em Jacaré, RJ; em Portão do Rosa, São Gonçalo-RJ; em Boaçu, São Gonçalo-RJ; em Lindo Parque, São Gonçalo, RJ; e em Itaboraí, RJ.

Agradecimentos reiterados pela privilegiada honra concedida a este simples e pequeno pregador. Noites extremamente gratificantes e significativas cuja marca em cada uma delas teve o mover do Espírito de Deus que sempre vai ser lembrado na memória daqueles que receberam diretamente o inconteste favor do Senhor nosso Deus. Não há explicação para os sinais e milagres que acompanham a genuína mensagem da Palavra de Deus no curso da pregação bíblica.

Aproveito esta oportunidade para também estender os meus agradecimento e reconhecimento aos diletos amigos colaboradores voluntários de além-mar: Allan Colleman (USA); Jack Wilford e Sanderson Wilford (USA); Alexander Colleman (USA); Joy Brivald (TRINIDAD TOBAGO); Nick Dolson e David Lander (UK); Antonio Malvera e Melana Torres (PORTUGAL); Jonathan Pugliecy, Patrick Nilston, Joseph Paniska e Godoy Markon (CANADÁ e Europa interchange); Juan Ballesteros e Monica Lancastros (ARGENTINA e URUGUAI intercambio); Tomiro Yamada e Kenji Iguchi (JAPÃO); Sven Dirkman e Ralf Konnen (ALEMANHA e Europa interchange); Lin-Dong, Sung-Bien e Ubpraya Khong (ÁSIA e AUSTRÁLIA interchange).

Many thanks and my congratulations for your very kind and generous effort and brilliant working for to help the propagation of the articles of mine and biblical messages of the Lord by my websites and blogs. As much as the works of publish calling of the biblical messages synopsis from mine on around the neighbors cities.  Sincerily, I pray The Lord bless your live ever and ever, more and more. Thank you very much indeed !  

O Senhor nosso Deus em Cristo Jesus recompense a todos esses bons colaboradores voluntários de além-mar e os nacionais com boa medida, recalcada, bem batida e transbordante pelos afinco e esforço em promover a divulgação, assim como em possibilitar e me viabilizar os relatórios de auditoria de internet cujos dados e resultados promovem incentivo e estímulos à dedicação ao trabalho do anúncio da mensagem bíblica para edificação de vidas nos quatro cantos do mundo.

Com a mais sincera e profunda gratidão,
PbGS – Pb. Glauko Santos