Mostrando postagens com marcador descomprometimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador descomprometimento. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 14 de março de 2013
PERIGOS DA INCONSTÂNCIA.
Perigos da inconstância.
Não sejais inconstantes...
No presente século as coisas estão sofrendo mudanças velozmente.
E cada uma delas causando fortes influências, trazendo os seus créditos com
propostas inovadoras, imprimindo encantos e oferecendo sua sedução. Estamos no
século das grandes e velozes mudanças e inovações, mas também no tempo da
terrível assolação da inconstância. A inconstância é um inimigo sutil que
diariamente investe contra as vidas. Mormente contra a manutenção das virtudes
cristãs.
A cada dia que se aproxima a segunda vinda do Senhor Jesus para
buscar a Sua igreja, mais as forças do inferno trabalham velozmente com alguns
mecanismos influenciadores da inconstância com o objetivo de atingir os
corações, desafiando-os e levando-os aos campos da neutralidade apática e do
conformismo ofensor.
Por vezes, a inconstância é encontrada como causa de
desinteresses, incertezas e arrefecimentos, e por outras estes se fazem em causas
dela. O tempo presente está exigindo mais de nós a que não sejamos inconstantes.
O tempo presente está emitindo alertas, alguns claros e outros silenciosos, e a
nós cabe sermos diligentes e perseverantes nas ações e no tempo do qual
dispomos a avançar e empreender no Reino de Deus.
Inconstância significa instabilidade, volubilidade,
variabilidade. Toda pessoa inconstante é volúvel, instável, variável. É assaz e
facilmente mudável e tendente a ser infiel. A inconstância desanima planos,
destrói projetos, mina vontades, estagna ou trava cursos e arrefece propósitos.
A inconstância é um fator que revela a imaturidade de uma
pessoa. A inconstância não se apresenta de um momento para o outro, assim como
também não abraça de assalto todas as áreas da vida de uma pessoa. Ela se
instala aos poucos num processo lento e conformativo. Ela pode se apoderar de
uma pessoa numa determinada área de sua vida. Ou também aos poucos ir se
alastrando e minando outras áreas.
A inconstância também é um fator que revela a ausência de
firmeza de propósitos para obter ou continuar alguma coisa. Muitas vezes a
inconstância só é afastada quando confrontada diante de um forte senso de
necessidade ou da presença de um risco fatal. Quase sempre os prejuízos da
inconstância somente são percebidos depois da consciência de perdas.
Além disso, a inconstância é um fator que revela a ausência ou o
vacilo de convicções. Quando não se sabe ou não se tem domínio de certezas sobre
o que se quer, deseja ou precisa, logo a inconstância aparece inicialmente em
passos curtos até que assuma a marcha em passadas largas em direção à
desistência.
A inconstância é um fator que também revela a falta de visão das
prioridades. A inconstância possui a força de mover o senso e a visão de
prioridades. Toda pessoa inconstante possui a tendência de atropelar as
prioridades essenciais para a sua vida. Todo coração inconstante possui a visão
borrada sobre o que pretende abarcar. Quer tudo e ao mesmo tempo alcança quase
nada. Anseia em desejos de abarcar tudo e termina seus dias sem real e
verdadeiramente apertar nada.
Pessoas inconstantes correm o sério risco de cair no pântano dos
descontentamentos, dissabores e insatisfações. São candidatas em potencial a
frustrações e decepções. Não aprenderam a discernir, por isso também não sabem
compensar. Terminam por privarem suas almas de obterem as alegrias das recompensas.
Que fazer, pois, contra os perigos da inconstância?
Fuja da fugacidade, porquanto ela leva a começar as coisas já
com pouca esperança nelas. Toda pessoa fugaz atira para tudo e em todas as
direções, terminando por acertar nada. Fuja do despropósito, visto que ele é
semelhante a um saco furado. Toda pessoa sem propósito investe em tudo e não
lucra em nada. O fechamento de seu balancete sempre aponta para prejuízos e déficits.
Fuja do descomprometimento, posto que ele não oferece suporte
seguro para a manutenção da fidelidade e da lealdade em todos os pontos durante
a caminhada em direção ao objetivo. Toda pessoa descomprometida vagueia apenas
pelos olhos. São incapazes de fixarem e manterem seus esforços fiéis e leais determinadamente
numa causa que lhes exija compromisso por muito tempo. Possuem pouco senso de
responsabilidade sobre si, e quase sempre apresentam visão tenra ou obscura em
relação ao futuro.
Busque exercer o bom senso e manter a visão de justos critérios
sobre tudo que deseja empreender. Exercite e mantenha a sua fé no Senhor diante dos desafios que pretende ou precisa vencê-los. Discipline os seus esforços para a consecução de suas realizações no Senhor. Assim, se pode começar a construir dentro das
possibilidades e expectativas de se chegar à conclusão de algo significativo,
consistente, satisfatório e contentador. E o milagre da parte de Deus certamente irá lhe surpreender coroando a sua força de vontade, a sua fé e a sua confiança no Senhor.
Não seja levado de um lado para outro.
PbGS
Marcadores:
descomprometimento,
deslealdade,
desleixo,
incertezas,
inconsistência,
inconstância,
infidelidade,
vacilação
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
MISSÕES: leve a sério!
Missões.
Leve essa tarefa essencial a
sério!
Nas décadas de 80 e 90 o espírito missionário inspirou e
impulsionou milhares de milhares dos filhos da Casa do Pai em nossa nação
brasileira. A tônica tomou uma força espetacular e impactante sobre muitos
corações de servos do Senhor Jesus. Houve notoriamente um mover do Espírito de
Deus que marcou inúmeras vidas. E alguns movimentos e campanhas de cunho
missionário decolaram e tomaram força e garra e seguiram com afinco em levar a
preciosa semente a povos e lugares de perto e de longe.
Apesar de todos os riscos, as precariedades e limitações
naquelas décadas, as escolas de formação de missionários assumiram
intrepidamente o compromisso áureo com o IDE ordenado pelo Mestre. Até mesmo
inúmeros recém decididos e abraçados pela fé em Cristo receberam a forte e
intensa convicção do Espírito de Deus para um envolvimento mais efetivo e
direto na obra missionária naqueles anos.
Em razão de algumas deficiências aceitáveis à época e de algumas
dificuldades que tabulavam limitações, muitos voluntários aos campos
missionários saiam dos cursos de Missões com uma bagagem até então ainda muito
elementar na época. E muitos missionários livres e voluntários intrepidamente
desbravaram rincões longínquos e inóspitos sem qualquer preparação formativa e
com quase ou nenhum suporte informativo. Era patentemente percebido que todos tomavam
rumos unicamente e apenas apoiados no chamado, na graça do Senhor e nas
promessas declarativas da Palavra de Deus.
Não demorou muito para as nuvens de difamações inconsistentes e
críticas ressentidas e infundadas sobreviessem aos que haviam se lançado a
gastar suas vidas na tarefa suprema da evangelização de lugar em lugar e de
povo a povo. De certo que aproveitando-se de algumas facilidades e da boa fé de
outros, alguns falsos crentes assumiam falsa identidade de missionários e
apareciam sazonalmente em algumas regiões. Os desacertos e prejuízos
localizados, promovidos por estes últimos, foram ínfimos em relação aos grandes
sucessos e avanços da obra missionária.
A obra de Missões não contava com os arrojos potentes e incrementos
velozes das tecnologias e nem da contribuição das estratégias do marketing e da
publicidade. O que mais marcaram aqueles dias na obra missionária foram o amor
ao Mestre e às vidas perdidas, o destemor, a intrepidez, a consciência de um
chamado, a determinação para uma tarefa, a liberalidade e a voluntariedade,
tanto de quem ia como de quem ficava apoiando.
Na obra missionária, as dificuldades e os desafios sempre foram
e permanecem os mesmos. Salvo algumas facilidades eventuais e temporárias,
dificuldades são minimizadas e desafios se tornam amenos. Na obra missionária,
as garantias humanas precisam ser levadas a sério, todavia por vezes elas
apresentam suas falhas em vista das suas limitações e de algum entendimento
raso.
Os anos se passaram, e o fervor produzido pelo espírito
missionário foi sendo arrefecido nos corações e abafado por muitas lideranças. E
Missões em alguns arraiais passou a ser apenas uma lembrança em murais e uma
programações em cultos rotineiros. Uma tentativa de aplacar a consciência e se
entrincheirar em justificativas quase nada convincentes.
Ademais o sono espiritual foi vencendo muitos corações, e esses ao
pouco caso, e aos poucos foram levando vagarosamente a obra missionária ao descomprometimento
e à negligência. Uns se enveredaram em projetar aquele fervor em busca de tirar
proveitos para si próprios. Outros foram infectados pelo vírus da vanglória e
da imitação dos sistemas do mundo. E aquele espírito missionário veio
lentamente sendo ameaçado pelo espírito de ostentação fomentado pela sede de
status e pela fome de poder.
E aos poucos o espírito da ganância e da inveja foi inoculando o
terrível veneno das cismas e dos medos contra aqueles missionários preparados
nos bancos das escolas de missões que estavam sendo bem sucedidos nos campos de
Missões. Alguns, por ordem natural do desenvolvimento das circunstâncias e sob
o favor da boa mão do Senhor Deus haviam fixado residências com suas famílias
nos lugares aonde foram enviados. E a insatisfação tola e as suspeitas pouco
inteligentes foram os instrumentos do diabo para estancar investimentos, desterrar
ou abandonar não poucos daqueles missionários já estabelecidos e consolidados.
E assim como a obra missionária sofreu pelas próprias mãos daqueles que haviam
se envolvido nela.
Por outro lado, o espírito do preciosismo e do ressentimento
acendeu ferrenhas nuvens de críticas de desmerecimentos e desconstrução contra
o trabalho que vinha sendo efetuado pelos missionários livres voluntários,
assim como difamações apimentadas pelo orgulho soberbo contra a pessoa deles. Alguém
chegou a criar uma classificação lúgubre e infame que punha divisão entre
missionários. Assim, intrigas, abandonos,
descasos e desrespeitos aos poucos foram cooperando com o diabo para que
aqueles voluntários livres viessem a sofrer discriminação e constrangimentos e
com isso fossem por algum motivo afastados da nobre tarefa da evangelização.
Hoje estamos numa época, na qual os cursos de Missões estão extremamente
acessíveis. Os meios e recursos para Missões estão batendo às nossas portas e
entrando em nossos lares através da difusão e divulgação pelos meios de
comunicação. As facilidades estão sobrepondo e ultrapassando as limitações que
haviam no passado. As estratégias, os planos e os projetos de Missões estão
cada dia encontrando novas formas de atuação com aplicações inovadoras e
promissoras.
Com exceção aos que seriamente, definidamente e
transparentemente estão de fato fazendo Missões acontecerem, o fervor e os
propósitos originais de Missões vêm ainda sendo substituídos por euforias culturais e
oportunismos monumentais. E ao invés de trazer de volta aquele fervor e
reavivar o espírito missionário verdadeiro com comprometimento e firmeza de
propósitos, algumas mentalidades parecem estar apenas instigando os filhos do
Reino a apenas viverem de ajuntamentos rotulados com divisas de Missões.
Muito movimento e poucos missionários. Muitas luzes, brilhos e
holofotes e também muita escuridão densa, muita dubiedade, muita matização e
muita maquiagem. Muitos discursos otimistas e falas artísticas e poucas
mensagens inspiradoras a Missões. Enfim, grandes e terríveis prejuízos vêm
riscando os ares já de algum tempo, distraindo e desfocando a igreja do Senhor Jesus de sua missão de fazer Missões.
Não por poucos, tem se notado que salvo exceções, parece que
algumas mentes não estão levando de fato a tarefa de Missões tão a sério como
deveriam. Algumas delas parecem vir tentando apresentar justificativas
contumazes para falta de envolvimento em Missões. Outras parecem apresentar os
mais diversos mecanismos de substituição do foco principal e primordial de
Missões, se afastando para superficialidades e artificialidade, cujas artes não
passam de fantasias missionárias rasas e ocasionais e de exposição de artefatos
souvenires e de discursos técnicos que apenas lembram países e revivem passados
de Missões.
E até quando mentes vão transitar nas ruas de ilusões culturais
e viajar nas estradas de recordações estáticas e nostálgicas sendo rasas em Missões? Até quando mentes
vão apenas se manter conformadas com discursos e estatísticas nas tribunas e
bandeiras, faixas e flâmulas nas paredes dos templos? Até quando mentes vão se
fazer pouco responsáveis com os recursos destinados a Missões? Até quando
mentes vão construir e embelezar paredes e muros, enfeitar murais e continuar
de olhos fechados para real e verdadeiramente fazer a tarefa de Missões?
Naquelas décadas citadas se tinha missionários, quer
academicamente preparados ou quer voluntários livres. Com ou sem garantias
humanas, eles singraram mares e desbravaram terras. Sob ameaças de abandono ou
de desterros, ou sob nuvens de críticas ou de falsos testemunhos, com poucos
investimentos, aqueles bandeirantes de Missões não deixaram passar as suas oportunidades.
E hoje, cumprir a tarefa de Missões tem sido símbolo de
contratos e requisição de garantias. Em muitos rebanhos, oferece-se
facilidades, apoio, recursos e nem preparados e nem voluntários livres aparecem
de sã consciência e convicções para fazer a tarefa missionária. As prioridades
pessoais e particulares estão sendo fortemente desafiadas pelas leis da
sobrevivência. Aqueles que possuem chamadas específicas, capacitados,
habilitados e vocacionados para Missões são literalmente abandonados,
rejeitados e refugados, em vista de tantos motivos feios e banais que não valem
tomar espaço. Os compromissos e intenções têm suplantado, abafado e desviado os
deveres para com a obra de Missões.
Hoje, bem mais que no passado, temos mais mestres, professores e
cátedras em assuntos de Missões. Bem mais que no passado, temos à nossa
disposição uma infinidade de recursos literários atinentes a Missões. Muito
mais que no passado, temos mais escolas e cursos de Missões nas diversas formas
de realizá-los. Enfim, temos muitos recursos, mas pouco empenho e pouquíssimos empenhados em Missões.
Contudo, por outro lado existem ainda pouquíssimos missionários
apoiados efetivamente pelas lideranças dos rebanhos. E alguns deles padecendo
privações, em vista dos descasos por parte de quem os tem enviado. E os
candidatos a Missões e os missionários voluntários livres infelizmente com mais
frustrações e decepções sobre suas próprias lideranças e rebanhos. Muito mais
que no passado, tem se demonstrado menos compromisso, menos determinação, menos
coragem, menos envolvimento real e verdadeiro. Muito mais do que no passado,
hoje temos mais e espetaculares painéis, banners extraordinários e bandeiras
inspiradoras. Igrejas engordam em eventos e programações voltados para si e emagrecem em efetivo engajamento em Missões.
Mas onde estão o comprometimento e os missionários? Onde estão o fervor e o compromisso efetivos
com a tarefa de Missões? Onde estão os investidores de risco em Missões? Onde
estão os preparados e teóricos de Missões? Onde estão os voluntários livres
para levar adiante a tarefa de Missões? Onde estão a seriedade, a consciência
sobre a tarefa missionária e a firmeza de propósitos para Missões?
PbGS
Marcadores:
comissionamento,
comprometimento,
descomprometimento,
evangelização,
missionários,
missões,
negligência
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Gl 1.8, 9 – OUTRO EVANGELHO...
Gl 1.8, 9 – Outro evangelho...
Não passemos para esse anátema!
Recebi algumas poucas mensagens e-mail desde este início de semana. Algumas dando contas de assuntos correntes tão débeis e jocosos que realmente nos levam a esboçar algum sorriso, porém com um fundo de lamento, em vista de tamanhas infantilidades, imaturidades. Outras fazendo a conhecer acontecimentos preocupantes e delicados.
Enxurradas de enganos e descomprometimentos em nada fazem mover o coração e nem desestabilizam a fé dos filhos do Reino vigilantes nestes tempos trabalhosos e de dias difíceis. Coisas estranhas à Palavra de Deus e desalinhadas ao mover do Espírito perambulam pelo mundo afora tentando ganharem atenções e tirarem proveitos, entretanto lhes dão crédito e acolhimento quem não conhece de Bíblia Sagrada.
Apesar de toda essa estranha e tenebrosa nuvem de descasos e artimanhas feitos por alguém, os pregadores verdadeiros e legítimos, comprometidos com o Céu e com as Escrituras permanecem no Evangelho e não se afastam do verdadeiro Reino, não passam para outro evangelho e não caem nas malhas da inquietude causada por fantasias e misticismos que assolam alguns arraiais do “reino das diversões e das distrações”.
E a este propósito, preferimos permanecer embasados no sólido e verdadeiro conteúdo das Escrituras Sagradas, assim como na digna historicidade dos fatos da igreja do Senhor Jesus e nos fundamentos da fé que uma vez foi entregue aos santos. Preferimos permanecer no Evangelho da graça de Cristo.
Presenciando e vivenciando tantas coisas estranhas nesse tempo, lembramos de algumas verdades extraídas da poderosa e refutante Carta aos Gálatas, escrita pelo apóstolo Paulo. Neste artigo, em especial o que está registrado em Gl 1.8-9.
Paulo a escreveu com o propósito de descalçar e desfazer a imposição do legalismo, como também para corrigir práticas e desfazer distorções quanto ao Evangelho do Senhor Jesus. Não nos é surpreendente que desde aqueles dias, tantas coisas estranhas, tantas opiniões místicas e tantas sugestões desastrosas estivessem rondando entre os filhos do Reino. Afinal, as atenções dos objetivos de satanás sempre estiveram em intentar a distorção e infligir ao desmerecimento a Palavra de Deus.
Nenhum servo de Deus que ama e reflete nas Escrituras Sagradas e segue os passos de Cristo estaria solto, adormecido e desatento às investidas do diabo contra o único remédio que cura o homem da lástima do pecado, que traz o homem ao conhecimento de Deus e lhe leva à reconciliação com Ele. É claro e notório no coração de todo servo de Deus que satanás desde os começos da história humana sempre esteve em oposição à criatura e conduzindo-a a ficar contra a vontade do Criador.
Antes de chegar direto à palavra principal do texto em apreço, preciso convidar aos caros e generosos leitores a olharem por um instante algumas observações sobre estranhos fatos (não sobre inferências e nem deduções).
1 - A unção do riso.
Também conhecida como “bênção de Toronto”, “gargalhada santa” e “avivamento do riso”, essa “unção” tem atraído a atenção a não poucas gentes e levado-as à curiosidade e ao desejo de sentir alguma coisa mística e historicamente desconhecida da igreja do Senhor Jesus em todos os tempos. Trata-se de gargalhadas irreverentes a soltas e a gosto do freguês.
Imaginemos um grande congresso alegremente festivo esperando o conferencista, missionário, pregador, doutor, servo de Deus, o apóstolo Paulo para entregar a mensagem do Evangelho de Cristo. Por alguns minutos imaginemos o servo de Deus sentado na tribuna sagrada entre os demais ministros notando o público ansioso e ávido para sentir alguma coisa fenomenal e diferente (não propriamente ouvir).
Imaginemos Paulo no púlpito folheando o amado Livro do Senhor com a mensagem em Aos Gálatas , diante de um público debaixo de alardes emocionados. E durante o curso da pregação aquele público começasse a cair em extremas e incontinentes gargalhadas estridentes e “rasgadas”. Imaginemos se numa rápida consulta aos oráculos de Deus, fizéssemos a pergunta célebre, mas que anda ausente de muitas mentes letradas – QUAL SERIA O PROPÓSITO EDIFICANTE DE NA ADORAÇÃO CONGREGACIONAL CAIR NAS GARGALHADAS?
2 - A unção de Arão.
Uma recente invencionice “santa” vem palmilhando os passos de pessoas ávidas de popularidade e de atração nos arraiais evangélicos. Notamos os extremos nessas pobres vidas teologicamente “sabidas” e eclesiasticamente “influentes”. Quando não entram pelo caminho de Coré, trafegam nas vias de Acã, e com um pouco mais de sutilezas singram no caminho de Balaão. Quando não se tornam como Diótrefes, enveredam-se nas trilhas de Himeneu.
Que evangelho é esse que essas impensantes e profanas almas querem levar aos públicos? Quando nada de espiritual têm a oferecer, o misticismo e a superstição lhes servem bem. Quando rasos de Bíblia, a profundidade de livros e livretes lhes satisfazem nas suas cenas religiosas. Esta invencionice mal-conceituada de “unção” trata-se de um banho de litros de azeite de oliva sobre a cabeça de alguém que se diz “ministro de um evangelho”.
Imaginemos um grande congresso reunido festivamente pelos filhos do Reino, esperando o apóstolo pregador Paulo chegar para lhes entregar a mensagem. Por alguns minutos imaginemos o servo de Deus sentado na tribuna sagrada entre os demais ministros notando o público ansioso e ávido para ver alguma coisa diferente (não propriamente ouvir).
Imaginemos serem trazidos um botijão contendo mais de uma dezena de litros de azeite de oliva e uma jarra de vidro para serem usados no evento. Imaginemos Paulo no púlpito folheando o amado Livro do Senhor com a mensagem em Aos Gálatas , diante de um público debaixo de alardes emocionados aplaudindo e intentando pegar aquela jarra para tirar o azeite do botijão e derramá-lo sobre a cabeça daquele pregador.
Imaginemos se numa rápida consulta aos oráculos de Deus, fizéssemos a pergunta célebre, mas que anda ausente de muitas mentes letradas – QUAL SERIA O PROPÓSITO EDIFICANTE DE DERRAMAR MAIS DE DEZ LITROS DE AZEITE NA CABEÇA DE ALGUÉM DURANTE A ADORAÇÃO?
3 - A unção de demarcação de território.
Essa “unção” tem sido promovida por uma numerosa multidão de mentes vazias do conhecimento de Deus e rasas de Bíblia Sagrada. Um pouco desgovernadas dos princípios do homem racional, inteligente, sapiente. Desmerecem a criação e decrescem na natureza. Essa mentalidade chega ao ponto de sair dos trilhos racionais e sensatos e assumir comportamentos do reino animal. Trata-se de um comportamento próprio do reino irracional – urinar nas paredes e cantos dos locais e ambientes por onde passa e onde estabelece ponto fixo -.
Imaginemos um grande congresso festivo e alegre, cujo ajuntamento dos filhos do Reino aguardando o apóstolo pregador Paulo a lhe entregar a mensagem do Evangelho de Cristo. E em todo momento estivessem desconfortantes com lenços nos narizes e a assoarem-no a todo instante por estarem sendo incomodados e intoxicados pelos gases e odores de uréia e amônia demarcando todos os cantos de paredes do ambiente.
Imaginemos aquele apóstolo pregador de Bíblia nas mãos acessando os estacionamentos, as dependências do templo, a rua do templo, a esquina da rua, as casas dos irmãos, sentindo o forte e desconfortante odor de uréia e amônia, por haverem sido “ungidas” por demarcação de território com urina humana. Será que não surgiriam as seguintes perguntas: qual é a natureza da nossa luta, e quais são as armas da nossa milícia?
Imaginemos se numa rápida consulta aos oráculos de Deus, fizéssemos a pergunta célebre, mas que anda ausente de muitas mentes letradas – QUAL SERIA O PROPÓSITO DE DEMARCAR LOCAIS, ÁREAS E AMBIENTES COM URINA, COMO OS ANIMAIS O FAZEM?
4 - A bebedeira espiritual.
Esse fenômeno tem surgido recentemente no nosso país. Foi mais uma das invenções importadas que estão tentando cativar e impressionar a mente religiosa. Todavia os filhos do Reino possuem equilíbrio e conhecem muito bem a advertência paulina aos cristãos efésios e a nós por extensão “não vos embriagueis com o vinho, mas enchei-vos do Espírito”. Ef 5.18 (KJV). Essa invencionice consiste de uma imitação emocionada de alguém como se estivesse embriagado.
Apesar que já existem os “pregadores” que bebem doses de bebidas alcoólicas e tragam fumo de cigarros sobre o púlpito no meio da pregação enquanto falam aos públicos. Alguém já testemunhara que antes de conhecer a Cristo e por Ele ser liberto fizera muito essa prática para agradar a deuses estranhos quando nas sessões ainda os servia.
Imaginemos um grande e alegre congresso festivo, no qual o apóstolo pregador Paulo estivesse na tribuna percebendo o movimento do público reunido. E no dado momento no púlpito ao entregar a mensagem do Evangelho de Cristo, folheando em Aos Gálatas, notasse um movimento estranho em alguns da tribuna e em outros no seio do povo, tombando e se jogando uns sobre os outros e no chão como se ébrios fossem ou embriagados e fora da lucidez estivessem.
Imaginemos nos deparando com essa cena normalmente vista nos filhos da escuridão, nos que são da noite. Imaginemos se numa rápida consulta aos oráculos de Deus, fizéssemos a pergunta célebre, mas que anda ausente de muitas mentes letradas – QUAL SERIA O PROPÓSITO DE EDIFICAÇÃO QUE ESSA EMBRIAGUEZ TRARIA A UM CULTO DE ADORAÇÃO AO SENHOR?
5 - A bênção de Isaque.
Recentemente alguns “famosos” em nosso país têm envidado esforços para implantarem algumas mazelas trazidas de além-mar. Algumas dessas consubstanciam o seu foco em manobras e negociatas mercadejantes para captação e colheita de recursos e bens de outrem. Alguém nesse objetivo sempre tem buscado sem cartão “sacar” o máximo de alguns reai$ dos bolsos de boa fé que vêm ao seu encontro.
Imaginemos um grande congresso alegre e festivo, no qual estivéssemos vendo na tribuna sagrada, assentado o apóstolo pregador Paulo a ouvir os artifícios do quase hábil orador entregando uma mensagem pedinte e suplicante com cara de marketing para captação de coletas. Nos seus argumentos o falador lançasse “desafios” e “sacrifícios”.
E fazendo alusões com fatos bíblicos, influenciasse o público a “dar o seu Isaque” para a obra de Deus. Não importando as condições individuais presentes no ambiente, aquele falador fizesse críticas aos presentes que não estivessem “prontos” para o tal “sacrifício de Isaque”. Imaginemos o que diria aquele apóstolo pregador.
Imaginemos se numa rápida consulta aos oráculos de Deus, fizéssemos a pergunta célebre, mas que anda ausente de muitas mentes letradas – QUAL SERIA O PROPÓSITO DESSES DESAFIOS SACRIFICIAIS DESAJUIZADOS E INCOERENTES?
6 - A unção do animal.
Essa é mais uma das tantas promoções de descasos. Ela tem sido um pivô de discussões em debates promovidos por variados meios de comunicação. Trata-se de imitações de sons do mundo animal feitas por pessoas durante o que seriam os cultos de adoração ao Senhor. Aparecem nesse âmbito alguns no elenco: “unção da galinha”, “unção do cachorro”, “unção da leoa”, “unção do touro”, “unção do lobo”, “unção das aves”. Enfim, uma panelada de “unção” para todos os gostos dos fregueses.
Imaginemos num grande congresso festivo e alegre, estivesse já no púlpito folheando em Aos Gálatas , o apóstolo pregador Paulo começasse entregando a mensagem do Evangelho de Cristo, e de alguns lugares fossem ouvidos latidos de cachorro, nos cantos rugidos de leoas, um pouco mais atrás bufos de touro, um tanto mais para a direita uivos de lobos, na frente gritos e grasnos de aves, no lado esquerdo cocoricar de galinhas, no meio grunhidos de porcos e relinchos de cavalo.
Imaginemos como ficariam aquele pregador e os muitos visitantes que gostariam de vir a Cristo para decisão de salvação. Um ambiente que nem seria assemelhado ao campo, nem ao zoológico; muito menos a um canil, nem a uma pastagem; de nada tem com uma alcatéia, nem às savanas; muito menos com chiqueiros, currais ou estribaria. Que tipo de qualificação poderia se dar a um ambiente como esse no qual pode se ouvir vários sons de animais?
Diante de tudo isso, perguntamos quais são os propósitos disso tudo. Que edificação traz às muitas vidas? Qual é a função de tudo isso? O mais estranho é que esses fenômenos têm sido comuns e com presenças correntes tanto em igrejas como em movimentos religiosos. Que grande semelhança seria essa? Que fonte estaria ao mesmo tempo produzindo os mesmos fenômenos nos movimentos do mundo e em igrejas?
Estamos presenciando o tempo no qual algumas pessoas com facilidade passam do Evangelho da graça de Cristo para outro evangelho. Para uma perversão do evangelho. Para um evangelho promotor de indignação e blasfêmias. E vemos não poucas gentes se enveredando nisso. São pessoas letradas e iletradas. Pior que são mais o número das letradas do que propriamente o das iletradas que cedem e favorecem a isso.
Estamos presenciando o tempo no qual os filhos do verdadeiro Reino estão sendo inquietados por muitas aparentemente boas gentes que querem transtornar o Evangelho de Cristo. Não poucas são as pessoas que estão enfastiadas da simplicidade cristã e das doutrinas do Evangelho. Tudo que essas boas gentes querem são novidades, invenções fantásticas, qualquer artifício fenomenal “jamais visto antes”, que lhes atraia popularidade e ganhos fáceis.
Estamos presenciando o tempo no qual é preciso que a verdade do Evangelho de Cristo permaneça entre os filhos do Reino. Estamos vivenciando o tempo no qual muito boas gentes precisam do Evangelho que opera com eficácia em suas vidas. Precisam do Evangelho que lhes cause contrição e constrangimentos interiores por amor a Cristo.
Estamos presenciando o tempo no qual muito boas gentes optam por preferirem não mais correrem bem, não mais andar bem e direitamente conforme a eficácia e a verdade do Evangelho de Cristo. O tempo no qual estamos testemunhando muito boas gentes que começaram pelo Espírito e estão agora acabando pela carne. Fenômenos emocionais e fantásticos estão sendo aplaudidos pela carne.
Todos nós, servos de Deus, temos muito bem sabido que as intenções do diabo têm engendrado tentativas de ofender ao Senhor; tentativas de tirar o foco de sobre a realidade do pecado e da necessidade de arrependimento e vida digna do Evangelho; tentativas de invalidar a morte sacrificial do Filho de Deus, Jesus Cristo, para salvação de todo aquele que nEle crer.
Tudo nos mostra que são intenções do diabo o promover distorções dos ensinamentos das Escrituras; o destronar do homem a sensatez; o suprimir a capacidade de discernir o propósito de Deus aos homens e os objetivos do diabo contra o avivamento bíblico; o implantar e promover o desastre intelectual e o caos teológico; o induzir aos escândalos e ao desmerecimento; o gerar confusão doutrinária; e o desestabilizar a fé e minar a firmeza de convicções sobre todas as coisas de Deus.
No texto em apreço aparece uma palavra punitiva muito forte, contundente e direta. Trata-se do termo “anátema”. Paulo emprega no seu texto a expressão grega “anathema estó”. O termo “anathema” por sua vez traduz a palavra hebraica original “herem” ou “cherem”. Uma palavra antiga para dizer de uma pessoa ou coisa proibida, aniquilada, interditada, como resultado de uma punição.
O termo também se refere a uma pessoa ou coisa excluída e condenada à maldição. Se refere a uma pessoa ou coisa entregue ao julgamento divino, colocada debaixo de maldição por ser detestável e abominável. Se refere a uma pessoa ou coisa como esta sendo um desfavor, um execrado. A condenação é uma resultante tão séria que toca no terreno da punição de maldição por ser um desfavor detestável e abominável.
Que podemos, então, dizer desse um “outro evangelho” diferente "metastrepho", de caráter e essência modificados e subvertidos daquele Evangelho da graça do Senhor Jesus Cristo? Um “outro evangelho” permeado de misticismo, de superstição, de fenômenos fantasiosos. Um “outro evangelho” que arrasta os homens e os impede de crerem na Palavra de Deus e agir com suas vidas na prática do Evangelho de Cristo. Os filhos do verdadeiro Reino receberam “o Espírito da verdade que o mundo não pode recebê-lO, porque não O vê e nem O conhece”. Jo 14.17 (KJV)
Recebemos o Espírito de Cristo e temos o Evangelho da Sua graça, entrementes, continuamos a servir ao Senhor Jesus e ser movidos pela verdade do Seu doce e poderoso Espírito. Não precisamos jamais de gargalhadas sem propósitos de Deus. Para que careceríamos de demarcar território, se somos racionais e coroa da criação de Deus? Que necessidade teríamos de imitarmos os ébrios deste mundo, se o Senhor Libertador já nos remiu com o seu precioso sangue e nos libertou das bebedeiras? Para que impressionar os públicos com um banho de azeite, se já temos a unção do Santo?
Por qual razão traríamos o sacrifício de Isaque para aplicar forçosamente à nossa ação de ofertar, se somos e fomos doutrinados bíblica e teologicamente a dar com liberalidade e alegria o que julgamos ofertar no altar do Senhor? Para que precisaríamos compor um circo de alegrias repleto de imitações de sons animais? Que edificação essas atrocidades desastradas e desastrosas poderia trazer ao serviço de adoração ao Senhor?
Nem latidos e nem rugidos, nem bramidos e nem bufos, nem relinchos e nem grunhidos, nem uivos e nem cocoricós e tampouco grasnos, serviriam para edificar vidas, ou para convencerem o homem do pecado, da justiça e do juízo. Nenhuma edificação espiritual trariam. No mais que promovem são exibicionismos artísticos e humorísticos. Afinal, não fazemos circos de alegria para promover atrações e distrações aos públicos. Não fazemos ou tomamos parte na indústria do engano, da distração e da ilusão.
Somos igreja do Senhor Jesus Cristo, cujos filhos do Reino conhecem e experimentam verdadeiramente o mover do Espírito de Deus, o Espírito da promessa, o Espírito majestoso de inteligência e de conhecimento. Bendito e louvado seja para sempre o Cristo Verdadeiro que nos deu o Seu Evangelho da graça. Que subindo ao alto, levou cativo o cativeiro da perdição e da ignorância e nos deu os dons do Seu Espírito!
Os filhos do verdadeiro Reino bem conhecem de mensagem bíblica e bem sabem quem são os pregadores de unção, de poder e de conteúdo. Graças ao Senhor Deus que esses filhos conhecem e vivem o Evangelho e, portanto, não entram no terreno de um “outro evangelho” anátema.
PbGS
Marcadores:
anátema,
descasos,
descomprometimento,
engano,
fantasia,
imaturidade,
incoerência,
infantilidade,
interditado,
proibido,
reprovação
Assinar:
Postagens (Atom)











