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terça-feira, 23 de junho de 2015
APÓSTOLO "ZÉ". CONHEÇA!
APÓSTOLO “ZÉ”.
Atos de um "apóstolo" atual. Reflita!
Um currículo quase que interessante. Leia as declarações
pessoais do apóstolo Zé. Declarações apostólicas modais atualizadas, proferidas
do apóstolo Zé na primeira pessoa do singular, própria e comum de um “apóstolo atual”.
Qualquer história ou fato reais parecidos ou conhecidos ou semelhantes são apenas mera
coincidência. Leia, pense e reflita.
1 – ATOS DE NOMEAÇÃO:
“Me considero um apóstolo. Ninguém me nomeou. Nunca precisei de homem algum
para me nomear. A “bíblia” já me nomeou diretamente. Tenho que me fazer “amigo”
e buscar “parceria” de alguém porque sozinho ninguém vive, não é mesmo?!
Comecei sofrendo... sofri muito... Me converti... e vim me humilhando e sendo
humilhado... até que um dia “deus” falou diretamente comigo e eu dali em diante
passei a dar ouvidos o que aquele povo dizia para mim! Fiz uma “viagem” e
voltei transformado! Hoje... não tem mais quase nenhum daqueles... quiseram “se
fazer” nas minhas costas, então “orei” para que “deus” passasse uma vassoura
“santa” do “céu” e limpasse tudo! O sinal de “deus” na minha nomeação é que
aqueles que “se levantaram contra mim” estão hoje na platéia e me vendo no
palco! Para que nomeação mais do que essa?!”
2 – ATOS DE CONFIRMAÇÃO:
“Todos que conheço já me chamavam de apóstolo e eu cheguei a esta conclusão pessoal
de experiência entre eu e “deus”. Custei muito tempo para entender essa “chamada”...
levei dois anos! Tanto que em meu carro está a placa gravada com tipos
garrafais para poder ser identificado aonde quer que eu vá e seja de todos
visto e todo mundo saiba que existe apóstolo sim! Adoro quando o povo se
levanta animado me aplaudindo e bradam em alta voz pra mim “Esse é o nosso
apóstolo marreta!” Vou aos píncaros de glórias!” O meu povo gosta, e eu me vejo
confirmado no meu “ministério apostólico”. Para mais confirmação do que esta?!”
Sou igual a Elias! Fui chamado e confirmado sem ter nome! E eu trabalhei para
confirmar e fortalecer o meu ministério! Eu... o apóstolo Zé... trabalhei muito
para montar o meu ministério! Hoje está aí... confirmado depois de uma
consagração extraordinária de doze litros de azeite extra-virgem purinho e
“orado” no monte e derramado sobre a minha cabeça!”
3 – ATOS DE AUTORIDADE:
“Minha autoridade espiritual está acima de todos os homens. A minha autoridade
é inquestionável. O que eu dito, meu povo segue na risca. E se não aceitar o
que o apóstolo Zé diz, é porque não está preparado para servir a “deus”, e nem
que eu apresente o “desobediente” a “deus”. Subo os montes e desço as grutas
para buscar a “deus” e buscar os mistérios das revelações nunca vistas antes.”
Não preciso procurar aconselhamento de ninguém! Homem só atrapalha! E tem outra
coisa... se eu fosse me apoiar em autoridade de homem, eu não teria chegado
onde cheguei, veja o meu apostolado! Você acha que quem tem uma multidão dessa
como é a do meu ministério apostólico, é coisa de homem?! Eu, o apóstolo Zé,
não brinco de ser crente!”
4 – ATOS DE COMPETÊNCIA:
“Sou honesto. Não conheço ninguém mais honesto do que eu. E se aparecer, eu
desafio. Dizem que sou soberbo, arrogante... mas isso é coisa da “oposição”! Não
pego dinheiro direto “da mão de ninguém”. Não faço cobrança. Exatamente para
que não haja ninguém me cobrando e me apontando de nada. Eu apenas utilizo o
texto bíblico para de alguma maneira “dar uma sacudida espiritual” no meu povo.
No meu “ministério” lidero o meu povo a seguir a minha competência de cobrar
resultados de “deus”, porque quando o apóstolo Zé declara e profetiza, “deus”
tem que dar! Por aí afora não sei! Mas no meu ministério, a palavra do apóstolo
Zé é “cumprida na terra e aprovada no céu”!”
5 – ATOS DE DESEMPENHO:
“Bom... o meu papel é mostrar o diferencial... é fazer a diferença. Amo, gosto
e adoro estourar o meu povo no resplendor! Na minha tribuna sentam nas últimas
fileiras os figurantes. Meu papel apostólico é fazer o exponencial do apóstolo
Zé se projetar. No meu púlpito pregam somente renomados, e eu pago bem! Ninguém
vai poder dizer que o ministério do apóstolo Zé paga mal... Tanto é abertamente
verídico o meu papel que vocês vêem que só sentam ladeados do apóstolo Zé gente
de grife e de nome. No meu apostolado, a fé é valorizada por demais! Fé é muito importante para um "ministério"! Pela fé apostólica, tenho vendido rosas, água, pedras, tijolos, remédios simbólicos, vassouras, enfim tudo! Pela fé tenho recebido de "deus", veículos, mansões, fazendas... e pobreza é coisa do "capeta"! Tudo pela fé! Na mão do apóstolo Zé chegou, e deu... tenha certeza que ficou bem empregado e bem investido... para "honra e seriedade" do apostolado! E outra coisa... sei que tem muita gente ressentida
comigo.... são inimigos “de grátis” porque nas minhas competências não existe
outro apóstolo Zé – só eu, que agora recente já estou pensando em adotar o que
vários irmãos do meu ministério estão aclamando a mim como “pai, apóstolo,
patriarca, paipóstolo Elias”! Um papel
muito importante o meu vai ser para as gerações, ainda que alguns sejam mortos,
roubados e destruídos, por si mesmos.... Afinal não são todos que agüentam
fazer “a obra espinhosa”, e a obra do “bicho capiroto” é de fazer assim mesmo
contra as pessoas!”
6 – ATOS MINISTERIAIS:
“No meu ministério, faço tudo pela criatividade. Amo, gosto e adoro ver o meu
povo sempre alegre! A vida já está ruim e difícil no mundo... então, faço tudo
para envolver e engajar o meu povo em “atividades mais atrativas”. Veja bem...
temos tudo na presença de “deus”! O povo de meu ministério é um povo alegre e
festeiro! Temos shows temáticos, espetáculos “ministeriais”, ringues,
tecnologia do telão, unção extravagante com azeite de oliva extra virgem,
purinho, vinho da alegria, danças a vontade! Recentemente, aprovei e lancei uma "bênção" criada pela "garotada", que é a boate gospel. Uma estratégia de "ganhar" gente pro meu ministério! Afinal, é o que o povo do meu
ministério gosta! E cada povo tem o seu gosto... No meu ministério, “deus” fala
comigo e me orienta a fazer o povo estar sempre alegre como disse o “meu
colega” Apóstolo Paulo! Então, eu invisto em criatividade... gosto de
aproveitar as idéias de gente criativa... levo isso para o monte da oração e
apresento a “deus”. Se ele aprovar, e sempre ele aprova! Então, eu o apóstolo
Zé, lanço a minha unção apostólica e agora a criatividade ungida é minha!"
7 – ATOS DE VISÃO DE
TRABALHO: “Bom... estamos em um novo tempo! Todas as promessas já foram cumpridas!
Não precisamos mais de ficar tão focados na Bíblia Sagrada porque nela já foi
tudo revelado para nós! Já não vejo mais razões para doutrinar a igreja porque
cada um por si mesmo já tem entendimento da Palavra! Vejo que o povo do meu
ministério já sabe das coisas da Palavra! Não vou cansar o povo ouvindo e
repetindo o que já sabem! Já não estamos no tempo mais de ficar cansando,
enfadando, acrescentando peso, no povo! O povo já passa o dia trabalhando
pesado, outros encarando problemas, e por que eu, logo eu, um apóstolo de
consciência bíblica, iria ficar colocando mais peso em cima dos ombros do meu
povo?! Não..., isso é farisaísmo pesado! Então, eu que “interpreto” a Palavra e
“alimento” o meu povo, e minha visão é a de fazer o meu povo leve, unido,
coeso, distraído, entretido, sem qualquer peso... Afinal, eu ganhei cada um
deles e eu, apóstolo Zé, vou levar eles e apresentar direto a “deus” e dar
contas de cada um deles lá”!”
8 – ATOS DE MINISTRAÇÃO:
“OK... para mim a Bíblia Sagrada está em primeiro plano! Admiro demais a
Bíblia... Depois dos cultos fico na minha mansão apostólica, vendo os vídeos
das ministrações do meu ministério. Tudo bem criativo, bem elaborado, bem
planejado com a aprovação do meu apostolado. Adoro ouvir as pregações do meu ministério.
As de fora dele não me interessam! As de meu ministério não enfadam, não tiram o
povo do “céu” e nem cansam ninguém! Alegria e aplausos purinhos na presença de
“deus”! Ando vigilante com o meu apostolado! Primeiro, entrevisto o pregador antes de ministrar para
o meu povo! Segundo, dou sempre um alerta aos cantores para manterem o meu povo
sempre em movimento de interação... numa comunhão distraída de problemas! Dinamismo puro para esquecer problemas da vida! No meu ministério, essa coisa de profecia e de cura divina só vêm se for para trazer alguma "edificação de benefícios e vantagens para o meu apostolado, e fora disso nada! No meu apostolado quem ora e cura sou eu, o apóstolo "Zé", porque ninguém no meu ministério apostólico é maior do que o apóstolo! Para pregar e cantar para o
meu povo no meu ministério, tem que ter nome, render ofertas e trazer divisas
para o povo “da casa”! “Acho” que para “deus” tudo tem que ser grande como
“ele” é! Então, para mim... na minha visão atualizada... eu... apóstolo Zé...
dou primazia à Bíblia Sagrada, contanto que seja minutinhos relâmpagos de pregação com uma
mensagem sempre especial não reflexiva, nada de coisas que levem o meu povo a
pensar e ficar depois pensando e comparando e discordando de coisas do meu
ministério! Nada disso! “Acho” que ministrações são para trazer as pessoas para
unir e fortalecer o apostolado em si...! Fora disso é coisa do “capeta”!”
Qualquer história ou fato reais conhecidos ou semelhantes, são apenas
mera coincidência! Pense e reflita. Ore, interceda e chore pela igreja do Senhor Jesus, se tiver entendido o texto.
EvGS
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sábado, 3 de janeiro de 2015
UM VENTO MODERNO VENENOSO
M12 – UM VENTO
MODERNO...
Soprando
e afastando rebanhos do Sumo Pastor
Um dos maiores desafios enfrentados pela igreja do Senhor Jesus
ao longo dos anos têm sido as heresias. O império das heresias invade portas e
avassala corações. Seus estragos nem sempre são percebidos durante suas fases
de implantação e implementação, até que seja detectada a sua configuração final
e os resultados vistos e deixados nos seus rastros. A Bíblia Sagrada faz clara
as recomendações a respeito delas denominando-as de ventos de doutrinas. São ventos
cujas baforadas são venenosas pelos grandes perigos que lenta, programada e
sorrateiramente sagazes afastam aos poucos alguns corações e rebanhos do seu
Mestre e Senhor.
Quase sempre sem serem percebidos, esses ventos venenosos falando
do Deus Pai, mesclando as doutrinas do Deus Filho e enfatizando ações
“tremendas” do Deus Espírito, possuem linhas estratégicas que se somando e
aplicando seus passos, levam a desaguar para cisternas rotas de objetivos
jamais propostos pelo Mestre e Senhor da Igreja para a Sua igreja. Ventos que
distraem, distanciam e desnorteiam a igreja do seu foco na sua missão
principal. Ventos que ganham terreno e espaços em cima da ignorância bíblica, das fraquezas, das necessidades e debilidades e
debaixo de objetivos pretextos.
E uma dessas heresias sutis é um vento venenoso, mais conhecido
como Movimento G12. Definido e identificado como um arcabouço de doutrinas concebido
através de uma “visão” e a partir daí desenvolvido e incrementado por
ideologias particulares. Que ao longo dos anos vem sendo aplicado de forma
progressiva e programada em
igrejas. Com
adaptações locais, arranjos sorrateiros e transformações sutis, conforme as
tendências e visões locais, esse vento também recebeu uma nova configuração,
chamada de M12. O M12 vestido de uma roupagem disfarçada é a cartilha “lite” da
visão G12. O M12 é uma forma “lite” sutilmente modificada do Movimento G12.
Devido a alguns fatores ocorrentes do próprio tempo do fim, revelando
e selecionando os “peixes” pescados, a adesão à configuração de ventos de heresias
tem sido a porta fácil encontrada para saídas e fugas de enfrentamentos já
preconizadas no Novo Testamento para os tempos do fim, assim como para
atendimentos a viés de carências deixadas pelas lacunas abertas nos rebanhos. O
esfriamento e o abandono de princípios da fé cristã fundamental, assim como o
desleixo alimentado pelas sedes gananciosas, pela inconsistência, pela
frivolidade e pelas fortes influências da visão secular, estão tragando gentes
de forma silenciosa e sutilmente enquanto aos poucos desconfigurando valores e
afastando corações do cerne do Livro de Deus.
O vento M12 e suas adaptações tem como base processual a prática
do empirismo. Ou seja, a substituição do ensino basilar dedicado e sistemático da
Palavra de Deus, pelas experiências pessoais “com Deus”. Uma de suas práticas
chaves de rotular os seus trabalhos é empregar mesclas de sufixações aos
títulos e tópicos de suas atividades. O empirismo leva o indivíduo a desenhar a
sua espiritualidade com base nas suas experiências. Esse veneno mescla
conhecimentos seculares e conjuga linhas de pensamentos pagãos aos ensinamentos
bíblicos. Um terrível engano que foge do teor da verdadeira e real aplicação
dos textos bíblicos à vida do cristão.
O vento M12 e suas adaptações tem ainda como base de visão o
pragmatismo. Entre as ênfases, está a lançada sobre os assuntos da vida prática
humana. Uma prática voltada para o funcional pela qual o indivíduo concorde à "visão" aos poucos
perde a capacidade de reflexão e de discernimento bíblicos, passando a se conduzir
e ser conduzido como nos dias dos Juizes, ou seja, indo pelo que “vai dando
certo”. Esse veneno é antigo e levou inúmeras gentes a se perderem dos lastros
da fé cristã e se afastarem da simplicidade de Cristo e dos requerimentos do
Reino de Deus.
Além disso, o vento M12 e suas adaptações tem também como uma de
suas visões o ativismo. Um estilo de ativismo que fere e solapa os alicerces da
comunhão integral do corpo de Cristo, substituindo a ênfase dos cuidados sobre
vidas como igreja e colocando-a sobre as atividades dos trabalhos da obra de
Deus na visão implementativa da liderança a fim de dinamizar a sua visão
pessoal administrativa dominante. Muito pelo contrário dos ensinos do Sumo Pastor, esse vento influencia sutilmente a ilhar as ovelhas discordantes da "visão" proposta, posto que compartimentaliza psicologicamente subgrupos dentro do grupo. Um vento que cria, implanta e promove cascatas de dissenções e divisões nos rebanhos. Esse veneno tem levado gentes a supervalorizarem a obra
de Deus desconhecendo e ignorando o Deus da obra e a importância de cada vida
pertencente ao Reino de Deus.
Um ativismo com polarização inversa em mandos, comandos e
determinações, velados, mantidos à base de segredos operacionais compartimentalizados. Os quais constroem e
promovem rastros que enfraquecem, fragmentam e retaliam pessoas, dons e a comunhão cristã,
estabelecendo subgrupos retaliados por segredos particularizados dentro do
grupo. Um ativismo que influencia a ver os liderados como “meros participantes” concordantes com todo jugo que lhe for apresentado polida e classicamente imposto, e não como na natureza de voluntariedade do espírito participativo que reina na igreja de Cristo.
Por fim, o vento M12 e suas adaptações tem também como visão o
utilitarismo. Esse utilitarismo busca receitas ideológicas para pautar a resolução de problemas
humanos no seio dos rebanhos. O foco principal desse utilitarismo é sanar problemas humanos segundo
a visão humana parcializando a visão e o poder restaurador e mantenedor oferecidos pelas Escrituras Sagradas.
O utilitarismo faz com que os valores espirituais pareçam descartáveis, não
necessários. Com ele irmana-se o veneno sutil do instrumentalismo, na visão do
qual tudo que o líder determinar, ainda que por deficiências de intenção, desconhecimento ou
ignorância bíblica, isso será cegamente seguido na forma e no pro-forma e sem
contestação das provas e citações das verdades bíblicas, nas quais o Senhor
Jesus e a Palavra de Deus estão entronizados no centro e acima de toda
competência e autoridade empartida ou delegada aos homens no Reino de Deus. A centralização do
poder reside na figura humana de influência sobre o grupo e exerce força de
coerção disfarçadamente polida sobre os “meros participantes” (como assim são vistos e percebidos pela "visão").
Por outro lado, o vento M12 e suas adaptações apóia-se em dois mecanismos operativos, a saber: o primeiro, consiste no fracionamento de subgrupos (conhecidos como células); e o segundo é o conhecido como as estratégias dos encontros, pré-encontros,
pró-encontros, pós-encontros, reencontros. Reuniões e retiros, cuja tonalidade
maior acentua-se em juramentos confraternos para manutenção dos segredos
contratuados e fechados dentro do subgrupo, com os fins de pulverizar doutrinamentos preparatórios para receber a concepção e acatamento de novas visões que surjam da base principal do movimento, assim como de ocultação de fatos e ensinamentos ocorridos dentro dos ambientes de reuniões e retiros. As linhas práticas operacionais do M12 se esquivam de se identificarem como movimento ou doutrina, mas procura se auto-afirmar como uma "visão". A visão operacional tem como divisa a
pulverização de expressões, jargões e fraseados para identificar ou rotular as suas
atividades e vínculos fechados característicos, são elas a “o novo com Deus”, a “uma nova unção tremenda”, a “um
novo sonho de Deus”, um “novo batismo com o Espírito Santo”, a “um novo
caminhar”, a “dupla honra”, etc.
Esse vento de doutrina venenoso é um mestre em adaptações e arranjos. Ele ensina e adapta e emprega fraseados e
jargões recheados de positivismo supostamente “bíblico”, os quais assumem a
fala dos viés característicos adaptados pelo movimento da "visão". A participação em suas
reuniões e encontros é a fonte de autoridade reconhecida para opinar, dissertar
ou expor assuntos atinentes ao subgrupo participante conjurado nos segredos contratuados nas
reuniões e encontros de cada subgrupo. Um trabalho cerebral mentoreado para desinformar, contra-informar e informar o mundo psicológico ocupando-o com a "nova visão". O ponto forte e característico das reuniões e encontros do M12 é o encabeçamento de seus trabalhos nominados por títulos, fraseados e jargões indicativos próprios da "visão". A evidência de manipulação psicológica
manobra emoções rotuladas como pseudo sinal da presença do Espírito Santo em suas reuniões e encontros. Uma
visão desafinada e distorcida do que preconiza as Escrituras Sagradas e do
que comprovam os fatos da história
testemunhal da igreja.
Em face do exposto, estamos na época dos enganos campearem o tempo do fim e afastarem o povo de Deus do Caminho proposto na Sua Palavra. A ignorância bíblica, o
desconhecimento das doutrinas fundamentais da fé cristã, a negligência para com
a história da igreja cristã, a falta ou ausência de tato e visão afinados pela
Palavra de Deus para lidar com os problemas dos tempos modernos à luz da Bíblia
Sagrada, são os caminhos que têm viabilizado manipulações e têm levado não poucas gentes a aderirem a ventos
venenosos de doutrinas. Alguns camuflados e manipulados nos recheios de visões
e ideologias.
Atentemos para o que nos diz a Palavra de Deus. Ouçamos e guardemos o que
nos disseram os apóstolos bíblicos e o que nos recomendaram os nossos primeiros
pais da igreja. Conheçamos a nossa história cristã. Livremo-nos da aparência do
mau e de tudo que venha nos desconfigurar do rebanho do nosso Sumo Pastor, o Senhor Jesus Cristo. Permaneçamos no que tem nos ensinado a Palavra de Deus e nas palavras do
Filho de Deus, a fim de que a Sua glória permaneça em nós e sejamos um assim como o Filho e o Pai são um.
EvGS
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
MENTIRA E SIMULAÇÃO.
Mentira e simulação...
Ferramentas maliciosas
contra os rebanhos.
A mentira por si somente é um terrível veneno. É semelhante a um
cheque sem fundos, posto que se passa hoje sabendo que não terá o que para
cobri-lo amanhã. Faz diminuir a confiança, visto que aos poucos ela estraga
multidão de verdades. De certa forma pode falsear brilhos no presente, porém
escurecerá muitas coisas no futuro. Muitas vezes para sustentá-la o indivíduo
habituado na mentira terá que inventar mais e mais outras mentiras para manter
sustentada a primeira.
E a mentira somada com a simulação torna-se um veneno mais
terrível ainda, posto que juntas fazem com que as pessoas sejam mantidas por um
tempo ludibriadas pensando numa falsa realidade. O mais venenoso na mentira
ocorre quando ela é associada a verdades. Produz daí um novo subproduto
venenoso chamado de meias-verdades. Todo inventor de mentiras extrai fiapos da
verdade para somá-los às suas mentiras fazendo-as parecerem ser verdades.
Falsear verdades é um ato abominável diante de Deus e odiado pelas pessoas de
bem.
A mentira produz nuvens de confusão. E quando tendente e
artificiosa no serviço do mau, sua confusão por vezes causa heresias e por
outras alimenta e desencaminha multidões. Em todo o tempo as heresias rondam
contra a verdade. A verdade é o antídoto contra a mentira e a heresia. As
heresias nascem, brotam e surgem do desvio da verdade, e transcorre se apoiando
nos favores prestados pela ignorância. Quanto mais ignorante, desconhecedor e
desinteressado for um indivíduo a respeito de assuntos, mais se faz e se torna
em presa e vítima fácil das heresias, da mentira e das simulações.
E duas das ferramentas sutis que vêm buscando minar a verdade do
Evangelho entre os filhos da casa do Pai são a mentira e a simulação. O ato de
mentir e suas conseqüências todos conhecem por vivência testemunhal em algum
tempo diante de alguma situação ou passagem da vida. Simulação é o ato de
fazer, agir, operar algo como se o estivesse no campo da realidade. É o ato de
fazer representação de parecer como real algo que não é. É um fingimento, um
disfarce. O único lugar onde a simulação é aceitável e aquiescente reside no
campo das experiências científicas ou laboratoriais, cujas necessidades por si
somente oferecem as justificativas cabíveis.
Forças afoitamente vêm engodando não poucas mentes incautas, e
simples ao extremo, fazendo destas clientes cativas da mentira e da simulação.
Forças que têm obtido algum sucesso se aproveitando da ignorância, de
negligências e de outros fatores contingenciais que assolam o círculo normal e
natural da vida nas épocas modernas. Nota-se que os indivíduos que se alimentam
de heresias são os que se nutrem da mentira e da simulação no somatório de seus
pensamentos particulares interessantes e tendentes a si próprios e suas
opiniões e ideais formados ou procurados apenas na suas mentalidades.
Muito boas gentes vêm se fazendo presas e vítimas fáceis das
heresias, das mentira e simulações, em função de uma vida pseudo-cristã,
desinteressada da verdade, desleixada para com a própria alma e negligente e
morosas para conhecerem os conselhos de Deus expressos na Sua Palavra. Muito
boas gentes vêm aplaudindo as heresias, a mentira e as simulações, por falta de
conhecimento de Deus, de Sua Palavra e da verdade. Muito boas gentes vêm se
tornando cativas e aprisionadas das heresias, da mentira e das simulações por
lhes faltarem entendimento, por segregarem-se em redomas de opiniões e ideais
alimentados por mentalidades pseudo-cristãs.
Quando se despreza o contato direto com a Palavra de Deus,
também com isso se cai na tendência de terceirizar a fé e se departamentalizar
a confiança. Certo pregador televisivo eloqüente afirmou uma grande verdade
exortativa ao rebanho sob sua liderança, com um toque de conselho pastoral ao
dizer aos seus expectadores: “meu irmão e minha irmã em Cristo, não viva uma
vida cristã comendo palavras na mão dos outros!” Ou seja, quis dizer
“desperte-se e levante-se a si mesmo para examinar e comparar o que se lê e se
ouve de Bíblia Sagrada”. É importantíssimo para a vida cristã o conhecer e o
meditar na Palavra de Deus.
Não devemos e jamais venhamos a dar lugar a heresias, a mentira
e as simulações, produzidas por quem quer seja. Estamos num tempo de gentes e
modismos travestidos de evangélicos, de gentes e modinhas anti-cristãs
fantasiadas de cristãs com o fim de cativar e desencaminhar a fé dos filhos da
casa de Deus. A Bíblia Sagrada denomina esses elementos de falsos cristãos.
Gentes que até a algum tempo atrás habitaram nos santuários com hinos, louvores
e adoração. Um panorama de falseamentos que apenas nos faz estar apercebidos e
apegados à volta do Senhor Jesus. Falsos escritos, falsos ensinamentos, falsos
blogueiros, falsos doutrinadores, falsos mestres, falsos ensinadores, falsos
louvadores, falsos pastores, falsos colaboradores.
Não se deve dar qualquer tipo de atenção para os produtores, os
inventores, os apoiadores, das heresias, da mentira e das simulações se
utilizando das coisas de Deus e de Sua casa. Não se deve deixar-se ser doutrinado
e ensinado por mentalidades revoltosas, frustradas, amantes do engano, da
mentira e das simulações. Não se deve deixar-se ser influenciado a reproduzir
jargões heréticos de amantes de teorias e conjecturas do secularismo inebriado
e fascinado pelas ferramentas e destrezas do diabo.
Isoladamente, rebanhos inteiros no passado sofreram história de
fortes ataques das heresias, da mentira e das simulações. Histórias que vão
desde envenenamento coletivo até a prática de ameaças e abusos constrangedores
a indivíduos isolados e coletivamente. A mentira e a simulação causam prejuízos
e desserviços danosos em extremo, tanto a indivíduos particularmente como a
grupos coletivamente.
A Palavra de Deus nos recomenda, nos exorta e faz ilustrações a
respeito das mentiras, das simulações e das heresias. Ela nos diz enfaticamente
para cuidarmos do rebanho do Senhor, assim como de que vamos prestar contas a
Ele da nossa ação ou omissão. A mentira e a simulação possuem a força de se
camuflar da realidade com fins de tirar proveito da verdade ou ocultá-la,
denegri-la ou nublá-la.
Cuidar do rebanho envolve todo o círculo de práticas que visam
alimentá-lo, fortalecê-lo, edificá-lo e consolá-lo, com o leite genuíno,
legítimo da Palavra de Deus. Cuidar do rebanho implica em fazer valer a
abstenção da mentira e da simulação para com ele e entre ele. Cuidar do rebanho
também quer dizer protegê-lo das investidas dos lobos devoradores, embusteiros,
impostores, oportunistas, amantes apaixonados e mergulhados na prática da mentira
e da simulação.
A Bíblia Sagrada nos exorta a cuidarmos de nós mesmos, a olhar
por nós mesmos, também nos dando a perceber e entender a nossa responsabilidade
individual. Isso não exime e jamais isenta a prática dos deveres ministeriais
atinentes a cada chamado e vocacionado nas lideranças dos rebanhos. Afastar e
neutralizar as ferramentas maliciosas contra os rebanhos é uma missão que cada
um filho da casa de Deus tem, tanto no ministério individual como no ministério
exercitado pelas lideranças sobre os seus rebanhos.
EvGS
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domingo, 23 de janeiro de 2011
A SÍNDROME DE HIMENEU (II)
1Tm 1.18-20: SÍNDROME DE HIMENEU – Parte II.
Himeneu naufragou na fé...
Na Parte I do assunto-tema, vimos notavelmente os primeiros pontos esclarecedores da triste e terrível síndrome de Himeneu começando nos detalhes sobre o seu naufrágio na fé. E por contas do que nos é possível enxergar nas passagens bíblicas que se referem diretamente a Himeneu, e nas experiência reais e incontestáveis da vida, percebemos que um naufrágio se processa e não apenas surge. Ele não é uma questão de surgência repentina, e sim de um processo seqüencial de acontecimentos.
Himeneu quebrou sequencialmente princípios que jamais pensemos em transgredi-los e os efeitos dessa quebra afloraram-se notoriamente. Quando se quebra princípios, geralmente se deve esperar as conseqüências dessa transgressão. Não é demais nos lembrar da frase popular que diz “quando vemos o céu ser encoberto por densas e grossas nuvens e o tempo fechado escurecer, é de se esperar dele uma forte precipitação de chuvas ou até uma tempestade”.
A Bíblia diz “Não erreis. Deus não se deixa escarnecer. Tudo quanto o homem semear, isso também ceifará”. Por vista do que chegamos até aqui, vejamos agora as causas e os efeitos da triste e terrível síndrome de Himeneu. Os três primeiros são causas e do quarto ao sétimo são os efeitos da síndrome de Himeneu que o levou ao naufrágio na fé:
1. Ele não conservou a fé. 1Tm 1.19
A vida de Himeneu pode ter começado bem, mas se perdeu no momento em que não conservou a fé. Quebrou um princípio que se configura num erro fatal – não conservou a fé.
Uma das coisas mais preciosas que temos de Deus é a nossa fé. Foi Ele quem nos deu a fé, haja vista que Ele é o Autor da nossa fé. Paulo fechou o seu legado, guardando a fé. Visando uma vida cristã normal e sadia de estabilidade espiritual, recomedou a que nossa “fé não seja fingida”. Se a fé deve ser guardada e tem que não ser fingida, logo a fé é um bem consideravelmente valioso e biblicamente precioso, como também original, autêntico e verdadeiro.
Podemos perder qualquer coisa neste mundo, menos que seja a fé que de Deus temos recebido. “Sem fé é impossível agradar a Deus” e “sem fé ninguém verá o Senhor”. Todo náufrago na fé se fez náufrago nela por haver deixado de conservá-la como sendo preciosa.
2. Ele rejeitou a boa consciência. 1Tm 1.19
A vida de Himeneu poderia ter sido diferente, se ele não houvesse chegado a este ponto desastroso.
Himeneu alcançou uma boa posição de influência e de um ensinador da igreja, mas não foi suficientemente obediente aos avisos de sua consciência. Himeneu quebrou um segundo princípio que lhe subtraiu a sua estabilidade de fé – rejeitou a boa consciência.
E uma das coisas que jamais podemos ludibriar e desrespeitar é a nossa consciência, a fim de que esta permaneça boa, limpa, sadia, pura e pronta a nos oferecer parâmetros-guias seguros e agradáveis a Deus.
3. Ele desviou-se da verdade. 2Tm 2.18
Podemos agora perceber uma mistura de causas e conseqüências e ter a noção real dos prejuízos advindos da quebra do princípio norteador que fez Himeneu naufragar na fé.
No momento em que saímos do campo da verdade, entramos no terreno perigoso e satânico – a mentira, o engano.
Quem se desvia da verdade perde o ponto de apoio verdadeiro e fatalmente derroca no tremedal da mentira. A partir daí todas as coisas vão se desenvolvendo em sucessivas mentiras e por conseqüência surge fatalmente uma fé fingida e mentirosa, incapaz de se sustentar na verdade que a consciência rejeitou.
Muitas pessoas vivem fracas e desanimadas, perdidas e sem direção segura, em conseqüência de haverem se afastado da verdade até ao ponto que já estavam tão distantes dele que foram tragadas pelas mentiras e a sua fé tornou-se fingida e esta já não tinha mais suporte seguro onde se ancorar e vieram a despencar da fé e da verdade.
Um dos maiores perigos para a fé é viver ora na verdade e ora flertando com pontilhados de mentiras. Chega-se ao ponto de se ver ameaçadas as bases de fé, e por conseguinte aporta-se na concepção de produzir desculpas que mais tarde estas vão culminar numa vida de insatisfação e inquietude por não lograr sucesso com a mentira e nem obter êxito na vida pessoal de fé.
Este é um terreno no qual o adversário encontra muitos vulneravelmente desarmados do escudo da fé. O íntimo se torna fragilizado pelos maus exemplos alheios, as convicções de confiança, fidelidade, lealdade, vão sendo minadas pelo relativismo e não demora para que as decepções e frustrações misturam-se com insatisfações e inquietudes e cheguem ao naufrágio fatal na fé.
4. Ele perverteu a fé de alguns. 2Tm 2.18
Este é o ponto conseqüente que faz tantos se embrenharem no engano. Himeneu estava de consciência contaminada e rejeitada e agora já não podia mais conviver e suportar a verdade, e seus intentos não podiam mais ser contidos e passaram a atingir aos outros que lhe dessem ouvidos. Ele não perverteu a fé de todos, mas de alguns que lhe deram ouvidos. É assim que acontece com um náufrago na fé, em qualquer tempo da história. Uma vez que embarcou no erro, ele não quer ficar e assumir as conseqüências sozinho de sua decisão.
Uma vez pervertidos, tornaram-se como o próprio Himeneu pervertidoe agora também afastados da verdade, tiveram que se tornar solidários a Himeneu. Este é o mesmo antigo processo utilizado pelo adversário na primeira rebelião. Ele decidiu errar e depois não quis assumir suas conseqüências sozinho sobre si mesmo. Buscou tragar mais alguém com ele. Se rebelou, tornou-se a matriz da rebelião e produziu os rebelados conseqüentes, e até hoje incentiva, influencia e arrasta friamente a qualquer um que possa tragar para a vida de rebeldia contra o Senhor e Sua Palavra.
Um sujeito neste estado e nessas condições se torna um “blasfemador de carteirinha” e fica, portanto, incapacitado e inabilitado para qualquer área na casa de Deus. Seja por isto também que Paulo o entregou a Satanás, como uma medida corretiva e não simplesmente punitiva.
Seja possível que atualmente tantos desses “Himeneu” possam estar “servindo” escamoteados entre os sinceros servos fiéis na casa de Deus sem desta parte alguma de suas entranhas estar sinceramente ligada com a visão de Reino de Deus. Uma das intenções desses pervertedores é afastar os demais do convívio de fé sadio e ordeiro e trazer para si seguidores solidários aos seus propósitos revanchistas e pervertidos.
5. Ele espalhou falsos ensinos. 2Tm 2.18
A prática do ensino sempre foi um dos pilares doutrinários da igreja cristã. Aqui Himeneu foi um pouco mais além do que perverter a fé de outros. Ele se fez mestre falsificador utilizando a via de ensino para fazer discípulos de sua “teologia particular”.
Um sujeito de coração endurecido, de consciência rejeitada e debaixo de fortes resistências a Deus não poderia ensinar a verdade, pois isto seria uma contradição e vergonha para ele próprio. Agora desconexo com a vida cristã, fora também consequentemente rejeitado pela igreja, e somente lhe restou esta triste atividade.
Quantos desses “Himeneu” vivem batendo de porta em porta com uma falsa mensagem de visão borrada, e quantos desses vivem perambulando de igreja em igreja, tentando espalhar ensinos “conferenciados” que nem eles mesmos confiam no que dizem.
Quantos desses “Himeneu” se aproveitam das facilidades desta época e de alguns prestígios alheios para se fazerem “ministros” e estabelecerem currais a que denominam sob a força da democracia legal como instituições “igreja”. Afinal, estamos numa terra livre e com “grupos a gosto de seu deus”.
6. Ele adorava os falatórios profanos. 2Tm 2.16
Agora Himeneu se tornou uma pedra de tropeço visível e pública contra a fé dos verdadeiros crentes em Cristo Jesus. O caminho de seu marketing pessoal agora era propagar os seus falsos ensinos através dos falatórios. Uma vez chegado aqui, tudo se torna mais aberto ao público, se metendo em falatórios profanos. Himeneu já estava descaradamente aberto a este altura. O Himeneu chegou a este ponto – se meter em falatórios profanos, ímpios.
Acabou-se as rodas de assuntos sadios, terminou o tempo de platéia ordeira e fiel a Deus onde nela se sabia que as mensagens eram fundamentadas na verdade que fazem arder o coração, e restou para Himeneu apenas a triste condição de se meter em conversas corrompidas, pervertidas, ímpias, onde as palavras nada tinham de bom. Himeneu a esta altura nenhuma comunhão mais gozava do Espírito Santo, visto que este como Deus e Guia da Verdade não pode ministrar e ser conivente com a profanação.
Para esses “Himeneu” o melhor se tornam as piadas, as fábulas e os contos intermináveis que em coisa alguma edificam, em nada consolam e em nada encorajam uma vida de fé. Pelo contrário, entristecem diretamente ao Senhor e ofendem a Sua Santa Palavra, haja vista que o sabor das coisas santas e sagradas foi perdido do paladar espiritual dos náufragos na fé. Para esses “Himeneu” tanto faz oferecer incenso puro misturado com fogo estranho ou não, tudo para eles daria no mesmo; o importante aos olhos deles é ter alguém oferecendo incenso e fogo, não importa qual e nem como Deus olha para isso. Para esses náufragos na fé não importa se o incenso e o fogo são tirados do altar ou sacados de fontes estranhas, e pouco estão interessados se vão agradar ou não ao Senhor, importa mesmo é ganhar números e aumentar ibope e coros dos homens.
7. Ele tinha uma palavra que corroia como gangrena. 2Tm 2.18
Coisa terrível se tornou aquele Himeneu. De líder ensinador se fez alguém semelhante a um malfeitor e contaminador de mal incurável. Uma vez que Himeneu chegou a este ponto, somente nessas rodas de bate-papos e demonstrações participavam pessoas adoecidas espiritualmente. De alguém que antes fala palavras de vida, passou a ser um espalhador de palavras de morte. Passou a ser um “profeta de portinha” usando o nome Jesus Cristo em suas preleções.
As sãs palavras se ausentaram dos falatórios dele e de seus ensinos. Nada mais de edificante e de proveitoso para a fé residia nele. Somente lhe restava cuspir coisas doentes e doentias, comparadas às que corroem, queimam e doem como um câncer, uma gangrena com cheiro de morte, cheiro de fim perdido.
Quantas pessoas que anteriormente tinham uma vida espiritual sadia e equilibrada e atualmente são vitimadas e contaminadas por esse tipo de repertório vivem corroídas, insatisfeitas, incomodadas, inquietas e sem direção segura e incrédulas e fastientas, tais quais um doente portador de gangrena, vendo suas atitudes e pensamentos anoitecerem bem e amanhecerem necrosados por terem dado ouvidos e comido as palavras desses sujeitos ensinadores e “profeteiros mediúnicos” que vivem cuspindo palavras de morte com cheiro de gangrena e aparência enganosa como se tivessem vida.
De Himeneu não aprendemos os seus ensinos, mas precisamos aprender as lições de sua vida. Coisa alguma ensinada por Himeneu nos interessa, mas precisamos nos interessar no que podemos extrair da vida dele para cuidar de nós mesmos e ensinar aos outros. Os ensinos de Himeneu não nos causam influências, mas precisamos causar boas influências legítimas e autênticas com os nossos para que outros não naufraguem na fé como ele. Se Himeneu emergiu ou não de seu naufrágio pouco nos importa, posto que o relato é para nos servir de ensinamento. Mas precisamos nos importar seriamente com outros antes que estes venham dar ouvidos a Himeneu e não os consigamos salvá-los antes de um naufrágio.
Deixemos os Himeneu “gangrenados” caírem em si para que depois tornem a encontrar o caminho da restauração e da reintegração, posto que eles possam a qualquer momento reencontrar o caminho e a porta estreitos da salvação. Paulo não puniu, mas entregou Himeneu esperando que este em algum tempo caísse em si e aprendesse e fosse com esse corretivo restaurado para não se perder.
Paulo não determinou a perda de Himeneu, mas chegou ao extremo na aplicação de sua metodologia didática não punitiva, e sim dolorosamente corretiva. Há momentos nos quais somente vale a correção dolorosa para que haja uma restauração em potencial para que não haja perda total – POUCOS HOMENS ENTENDEM E COMPREENDEM ESTE PARÂMETRO EXTREMO DA CORREÇÃO...
Nos nossos dias, a atitude corretiva de Paulo sobre Himeneu seria recebida como uma afronta, como um constrangimento ilegal, como uma ação de colocar o próximo em execração. Acredito que em nossos dias, fosse possível que Himeneu ingressasse com uma ação judicial contra Paulo sob tais alegações.
E olhando o panorama atual, penso que muitos por atitudes revanchistas contra a legítima e verdadeira correção cristã estão perdendo a liberdade de degustação e de paladar, outros sendo restritos na saúde física, outros levados aos vários tipos de confinamento restritivos ou impeditivos de gozarem a vida com plenitude, e ainda outros literalmente cortados da vida entre os viventes por sofrerem repentina ceifa da vida antes que se percam por completo e caiam no triste destino do lago de fogo e enxofre.
PbGS
www.glaukosantos.com
Himeneu naufragou na fé...
Na Parte I do assunto-tema, vimos notavelmente os primeiros pontos esclarecedores da triste e terrível síndrome de Himeneu começando nos detalhes sobre o seu naufrágio na fé. E por contas do que nos é possível enxergar nas passagens bíblicas que se referem diretamente a Himeneu, e nas experiência reais e incontestáveis da vida, percebemos que um naufrágio se processa e não apenas surge. Ele não é uma questão de surgência repentina, e sim de um processo seqüencial de acontecimentos.
Himeneu quebrou sequencialmente princípios que jamais pensemos em transgredi-los e os efeitos dessa quebra afloraram-se notoriamente. Quando se quebra princípios, geralmente se deve esperar as conseqüências dessa transgressão. Não é demais nos lembrar da frase popular que diz “quando vemos o céu ser encoberto por densas e grossas nuvens e o tempo fechado escurecer, é de se esperar dele uma forte precipitação de chuvas ou até uma tempestade”.
A Bíblia diz “Não erreis. Deus não se deixa escarnecer. Tudo quanto o homem semear, isso também ceifará”. Por vista do que chegamos até aqui, vejamos agora as causas e os efeitos da triste e terrível síndrome de Himeneu. Os três primeiros são causas e do quarto ao sétimo são os efeitos da síndrome de Himeneu que o levou ao naufrágio na fé:
1. Ele não conservou a fé. 1Tm 1.19
A vida de Himeneu pode ter começado bem, mas se perdeu no momento em que não conservou a fé. Quebrou um princípio que se configura num erro fatal – não conservou a fé.
Uma das coisas mais preciosas que temos de Deus é a nossa fé. Foi Ele quem nos deu a fé, haja vista que Ele é o Autor da nossa fé. Paulo fechou o seu legado, guardando a fé. Visando uma vida cristã normal e sadia de estabilidade espiritual, recomedou a que nossa “fé não seja fingida”. Se a fé deve ser guardada e tem que não ser fingida, logo a fé é um bem consideravelmente valioso e biblicamente precioso, como também original, autêntico e verdadeiro.
Podemos perder qualquer coisa neste mundo, menos que seja a fé que de Deus temos recebido. “Sem fé é impossível agradar a Deus” e “sem fé ninguém verá o Senhor”. Todo náufrago na fé se fez náufrago nela por haver deixado de conservá-la como sendo preciosa.
2. Ele rejeitou a boa consciência. 1Tm 1.19
A vida de Himeneu poderia ter sido diferente, se ele não houvesse chegado a este ponto desastroso.
Himeneu alcançou uma boa posição de influência e de um ensinador da igreja, mas não foi suficientemente obediente aos avisos de sua consciência. Himeneu quebrou um segundo princípio que lhe subtraiu a sua estabilidade de fé – rejeitou a boa consciência.
E uma das coisas que jamais podemos ludibriar e desrespeitar é a nossa consciência, a fim de que esta permaneça boa, limpa, sadia, pura e pronta a nos oferecer parâmetros-guias seguros e agradáveis a Deus.
3. Ele desviou-se da verdade. 2Tm 2.18
Podemos agora perceber uma mistura de causas e conseqüências e ter a noção real dos prejuízos advindos da quebra do princípio norteador que fez Himeneu naufragar na fé.
No momento em que saímos do campo da verdade, entramos no terreno perigoso e satânico – a mentira, o engano.
Quem se desvia da verdade perde o ponto de apoio verdadeiro e fatalmente derroca no tremedal da mentira. A partir daí todas as coisas vão se desenvolvendo em sucessivas mentiras e por conseqüência surge fatalmente uma fé fingida e mentirosa, incapaz de se sustentar na verdade que a consciência rejeitou.
Muitas pessoas vivem fracas e desanimadas, perdidas e sem direção segura, em conseqüência de haverem se afastado da verdade até ao ponto que já estavam tão distantes dele que foram tragadas pelas mentiras e a sua fé tornou-se fingida e esta já não tinha mais suporte seguro onde se ancorar e vieram a despencar da fé e da verdade.
Um dos maiores perigos para a fé é viver ora na verdade e ora flertando com pontilhados de mentiras. Chega-se ao ponto de se ver ameaçadas as bases de fé, e por conseguinte aporta-se na concepção de produzir desculpas que mais tarde estas vão culminar numa vida de insatisfação e inquietude por não lograr sucesso com a mentira e nem obter êxito na vida pessoal de fé.
Este é um terreno no qual o adversário encontra muitos vulneravelmente desarmados do escudo da fé. O íntimo se torna fragilizado pelos maus exemplos alheios, as convicções de confiança, fidelidade, lealdade, vão sendo minadas pelo relativismo e não demora para que as decepções e frustrações misturam-se com insatisfações e inquietudes e cheguem ao naufrágio fatal na fé.
4. Ele perverteu a fé de alguns. 2Tm 2.18
Este é o ponto conseqüente que faz tantos se embrenharem no engano. Himeneu estava de consciência contaminada e rejeitada e agora já não podia mais conviver e suportar a verdade, e seus intentos não podiam mais ser contidos e passaram a atingir aos outros que lhe dessem ouvidos. Ele não perverteu a fé de todos, mas de alguns que lhe deram ouvidos. É assim que acontece com um náufrago na fé, em qualquer tempo da história. Uma vez que embarcou no erro, ele não quer ficar e assumir as conseqüências sozinho de sua decisão.
Uma vez pervertidos, tornaram-se como o próprio Himeneu pervertidoe agora também afastados da verdade, tiveram que se tornar solidários a Himeneu. Este é o mesmo antigo processo utilizado pelo adversário na primeira rebelião. Ele decidiu errar e depois não quis assumir suas conseqüências sozinho sobre si mesmo. Buscou tragar mais alguém com ele. Se rebelou, tornou-se a matriz da rebelião e produziu os rebelados conseqüentes, e até hoje incentiva, influencia e arrasta friamente a qualquer um que possa tragar para a vida de rebeldia contra o Senhor e Sua Palavra.
Um sujeito neste estado e nessas condições se torna um “blasfemador de carteirinha” e fica, portanto, incapacitado e inabilitado para qualquer área na casa de Deus. Seja por isto também que Paulo o entregou a Satanás, como uma medida corretiva e não simplesmente punitiva.
Seja possível que atualmente tantos desses “Himeneu” possam estar “servindo” escamoteados entre os sinceros servos fiéis na casa de Deus sem desta parte alguma de suas entranhas estar sinceramente ligada com a visão de Reino de Deus. Uma das intenções desses pervertedores é afastar os demais do convívio de fé sadio e ordeiro e trazer para si seguidores solidários aos seus propósitos revanchistas e pervertidos.
5. Ele espalhou falsos ensinos. 2Tm 2.18
A prática do ensino sempre foi um dos pilares doutrinários da igreja cristã. Aqui Himeneu foi um pouco mais além do que perverter a fé de outros. Ele se fez mestre falsificador utilizando a via de ensino para fazer discípulos de sua “teologia particular”.
Um sujeito de coração endurecido, de consciência rejeitada e debaixo de fortes resistências a Deus não poderia ensinar a verdade, pois isto seria uma contradição e vergonha para ele próprio. Agora desconexo com a vida cristã, fora também consequentemente rejeitado pela igreja, e somente lhe restou esta triste atividade.
Quantos desses “Himeneu” vivem batendo de porta em porta com uma falsa mensagem de visão borrada, e quantos desses vivem perambulando de igreja em igreja, tentando espalhar ensinos “conferenciados” que nem eles mesmos confiam no que dizem.
Quantos desses “Himeneu” se aproveitam das facilidades desta época e de alguns prestígios alheios para se fazerem “ministros” e estabelecerem currais a que denominam sob a força da democracia legal como instituições “igreja”. Afinal, estamos numa terra livre e com “grupos a gosto de seu deus”.
6. Ele adorava os falatórios profanos. 2Tm 2.16
Agora Himeneu se tornou uma pedra de tropeço visível e pública contra a fé dos verdadeiros crentes em Cristo Jesus. O caminho de seu marketing pessoal agora era propagar os seus falsos ensinos através dos falatórios. Uma vez chegado aqui, tudo se torna mais aberto ao público, se metendo em falatórios profanos. Himeneu já estava descaradamente aberto a este altura. O Himeneu chegou a este ponto – se meter em falatórios profanos, ímpios.
Acabou-se as rodas de assuntos sadios, terminou o tempo de platéia ordeira e fiel a Deus onde nela se sabia que as mensagens eram fundamentadas na verdade que fazem arder o coração, e restou para Himeneu apenas a triste condição de se meter em conversas corrompidas, pervertidas, ímpias, onde as palavras nada tinham de bom. Himeneu a esta altura nenhuma comunhão mais gozava do Espírito Santo, visto que este como Deus e Guia da Verdade não pode ministrar e ser conivente com a profanação.
Para esses “Himeneu” o melhor se tornam as piadas, as fábulas e os contos intermináveis que em coisa alguma edificam, em nada consolam e em nada encorajam uma vida de fé. Pelo contrário, entristecem diretamente ao Senhor e ofendem a Sua Santa Palavra, haja vista que o sabor das coisas santas e sagradas foi perdido do paladar espiritual dos náufragos na fé. Para esses “Himeneu” tanto faz oferecer incenso puro misturado com fogo estranho ou não, tudo para eles daria no mesmo; o importante aos olhos deles é ter alguém oferecendo incenso e fogo, não importa qual e nem como Deus olha para isso. Para esses náufragos na fé não importa se o incenso e o fogo são tirados do altar ou sacados de fontes estranhas, e pouco estão interessados se vão agradar ou não ao Senhor, importa mesmo é ganhar números e aumentar ibope e coros dos homens.
7. Ele tinha uma palavra que corroia como gangrena. 2Tm 2.18
Coisa terrível se tornou aquele Himeneu. De líder ensinador se fez alguém semelhante a um malfeitor e contaminador de mal incurável. Uma vez que Himeneu chegou a este ponto, somente nessas rodas de bate-papos e demonstrações participavam pessoas adoecidas espiritualmente. De alguém que antes fala palavras de vida, passou a ser um espalhador de palavras de morte. Passou a ser um “profeta de portinha” usando o nome Jesus Cristo em suas preleções.
As sãs palavras se ausentaram dos falatórios dele e de seus ensinos. Nada mais de edificante e de proveitoso para a fé residia nele. Somente lhe restava cuspir coisas doentes e doentias, comparadas às que corroem, queimam e doem como um câncer, uma gangrena com cheiro de morte, cheiro de fim perdido.
Quantas pessoas que anteriormente tinham uma vida espiritual sadia e equilibrada e atualmente são vitimadas e contaminadas por esse tipo de repertório vivem corroídas, insatisfeitas, incomodadas, inquietas e sem direção segura e incrédulas e fastientas, tais quais um doente portador de gangrena, vendo suas atitudes e pensamentos anoitecerem bem e amanhecerem necrosados por terem dado ouvidos e comido as palavras desses sujeitos ensinadores e “profeteiros mediúnicos” que vivem cuspindo palavras de morte com cheiro de gangrena e aparência enganosa como se tivessem vida.
De Himeneu não aprendemos os seus ensinos, mas precisamos aprender as lições de sua vida. Coisa alguma ensinada por Himeneu nos interessa, mas precisamos nos interessar no que podemos extrair da vida dele para cuidar de nós mesmos e ensinar aos outros. Os ensinos de Himeneu não nos causam influências, mas precisamos causar boas influências legítimas e autênticas com os nossos para que outros não naufraguem na fé como ele. Se Himeneu emergiu ou não de seu naufrágio pouco nos importa, posto que o relato é para nos servir de ensinamento. Mas precisamos nos importar seriamente com outros antes que estes venham dar ouvidos a Himeneu e não os consigamos salvá-los antes de um naufrágio.
Deixemos os Himeneu “gangrenados” caírem em si para que depois tornem a encontrar o caminho da restauração e da reintegração, posto que eles possam a qualquer momento reencontrar o caminho e a porta estreitos da salvação. Paulo não puniu, mas entregou Himeneu esperando que este em algum tempo caísse em si e aprendesse e fosse com esse corretivo restaurado para não se perder.
Paulo não determinou a perda de Himeneu, mas chegou ao extremo na aplicação de sua metodologia didática não punitiva, e sim dolorosamente corretiva. Há momentos nos quais somente vale a correção dolorosa para que haja uma restauração em potencial para que não haja perda total – POUCOS HOMENS ENTENDEM E COMPREENDEM ESTE PARÂMETRO EXTREMO DA CORREÇÃO...
Nos nossos dias, a atitude corretiva de Paulo sobre Himeneu seria recebida como uma afronta, como um constrangimento ilegal, como uma ação de colocar o próximo em execração. Acredito que em nossos dias, fosse possível que Himeneu ingressasse com uma ação judicial contra Paulo sob tais alegações.
E olhando o panorama atual, penso que muitos por atitudes revanchistas contra a legítima e verdadeira correção cristã estão perdendo a liberdade de degustação e de paladar, outros sendo restritos na saúde física, outros levados aos vários tipos de confinamento restritivos ou impeditivos de gozarem a vida com plenitude, e ainda outros literalmente cortados da vida entre os viventes por sofrerem repentina ceifa da vida antes que se percam por completo e caiam no triste destino do lago de fogo e enxofre.
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