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sexta-feira, 8 de maio de 2015
A APARÊNCIA DO MAL.
A APARÊNCIA DO MAL
Abstende-vos
dela!
Na primeira Carta de Paulo aos Tessalonicenses, o apóstolo
conclui o seu último capítulo dando instruções aos crentes tessalonicenses, e que se fazem em exigências para
a vida comunitária normal e saudável da igreja do Senhor Jesus em todos os lugares.
É interessante perceber que esse capítulo trata a respeito da vigilância da
igreja para manter-se saudável, respeitada e virtuosa, tanto interna e mutuamente
pela sua comunidade de crentes como externamente diante dos homens de fora dela,
enquanto militando e esperando a vinda do Senhor. Paulo não fala de um estado de perfeição. Paulo fala de forma e procedimentos.
Com as influências exercidas pelos trâmites e práticas da vida
na visão modal do sistema mundo, cada dia mais chegamos ao tempo daquelas
advertências se tornarem cada vez mais altissonantes. Naquele capítulo, uma dequelas
instruções de advertência é a de que a igreja do Senhor se abstenha da
aparência do mal. 1Ts 5.22. Essa instrução está registrada no seu texto
original na língua grega corrente da época assim: “apo pantos eidos ponero apekeste”.
Segundo os lingüistas peritos nos textos sagrados, e sem qualquer tendência de
tradução, afirmam que essa frase é assim: “de tudo que parece, que tenha a
forma ou procedimento, mal, desprezível, ruim, esteja distante, evite, mantenha-se
afastado”.
A frase possui alguns detalhes para os quais se faz importante e
necessário atentar a essa chamada ao terreno do testemunho coerente entre a
comunidade interna de crentes e desta para com a comunidade externa. Ela possui
indicativo generalizante “eidos ponero”, aplicado a toda forma
e procedimento que pareçam mal e exponham a igreja, como indivíduos e como
coletividade, a manchas, a execrações, a deméritos, a vergonhas. Essa frase vem
reforçar como uma advertência preventiva sobre o que nos ensinou o nosso Mestre
e Senhor Jesus no que está escrito: “Vós
sois o sal da Terra. E se o sal se tornar insípido, com que se há de salgar?
Para nada mais serve, senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens”.
Bem verdade é que para cada tempo e época, as variantes
comportamentais mudam e assumem posições diversas e ocupam lugar na atenção de
indivíduos e de públicos. Hábitos se tornam costumes. Costumes tornam-se vícios
e ou em tradições. E
tradições direcionam ou reforçam regras e originam leis. Entretanto, algumas
dessas variantes parecem seguir épocas sob a mira comum de todos os homens e em
todos os lugares e lampejando reflexos bons ou maus, produzindo conseqüências boas
ou ruins e avolumando casos ou descasos.
Passamos os bons anos de vida cristã aprendendo e ensinando a nos
abster da aparência de toda forma de mal. E por causa de apenas a aparência do
mal, parece que boas gentes estão hoje se fazendo moral e socialmente insípidas e sendo
espisoteadas, rejeitadas, reprovadas, desmerecidas, duvidadas e menosprezadas.
Em razão de suas práticas não-transparentes ao que os contextos exigem deles, gentes e grupos estão sendo vistos socialmente
desacreditados, duvidados e moralmente envergonhados pelo mundo dos homens, e assim contribuindo em promover, incentivar e fortalecer a frieza e o afastamento nos corações. Fatores que invadem e reforçam a divisão psicológica e cedem lugar e terreno ao fator diabo assumir, assenhorear e publicar a aparência.
Em todo tempo a igreja produz e promove influências perante os
homens. E aquela instrução do apóstolo Paulo para a igreja é um instrumento
preventivo para o exercício da boa influência e da manutenção da comunhão
saudável e admirável. Assim como qualquer grupo humano, igrejas produzem ou
promovem e atraem para si bons ou maus conceitos, reputações suficientes ou
deficientes. Ainda que não queiramos, nossas obras e frutos firmam influências,
nos fazem ser conhecidos e atraem atenções. Enfim, o sal da terra e luz do
mundo faz a diferença e guia caminhos.
Com a finalidade de proteger e instruir a igreja a proceder-se saudavelmente
diante dos homens, de forma e aparência sem mancha e afastada de deméritos, o
apóstolo Paulo aplicou e resumiu a instrução orientadora de forma direta e
genérica, direcionada em primeira mão para a igreja do Senhor Jesus na cidade
de Tessalônica e por extensão a nós, como igreja, ao longo dos séculos.
E a cada tempo que se aproxima a volta do Mestre e Senhor nosso,
a igreja vivendo e convivendo num mundo de relativismo permissivo e rodeada
pela manipulação diabólica no multiculturalismo, mais forte a advertência de nos
manter afastados da aparência e forma e de procedimento do mal nos lampeja. A
igreja do Senhor Jesus vem se defrontando a cada tempo com influências sobre
influências. Assim como exercendo sua influência na sociedade. E cada igreja
local tem o seu lugar, a sua posição e a sua história. Cada uma projeta ou
capta atenções. É inegável essa realidade. Jamais se pode esconder a luz.
Ainda que para algumas mentalidades correntes destes tempos do
fim pareça que coisas estejam sendo inobservadas ou não percebidas, a verdade é
que o mundo de opiniões com a sua tão grande nuvem de testemunhas busca e
enxerga a todo tempo referências fatuais. E o Senhor nosso Deus está nos
dizendo que é preciso nos manter abstidos da forma, da aparência em
procedimentos e da mecanicidade, de tudo que se configura como mal, ruim,
desprezível. Enfim, que nos abstenhamos do mal, tanto por ações práticas preventivas
como por medidas de coerência como a natureza e missão da igreja entre os
homens.
E quanto mais avançam os dias e épocas, mais chegamos a estar
atentos em não imitarmos práticas e procedimentos que nos exponham ao que é
mal. Para tanto, é preciso respeitarmos limites de causas e conseqüências, e
mantermos em nós o cheiro do bom perfume de Cristo. E o Senhor Deus está através
do texto acima nos instruindo e nos protegendo. Nos orientando para manter a
nossa integridade saudável, a fim de mantermos a comunhão cristã fortalecida e saudável.
Nos oferecendo o meio e o caminho preventivos para a nossa jornada de
influências continuar transcorrendo os anos de maneira saudável até a volta do
Senhor Jesus a vir nos buscar.
É preciso nos manter abstidos de embaraços desta vida, a fim de
que agrademos ao Senhor que nos chamou para a boa milícia. É preciso que
continuemos a militar legitimamente. É preciso que haja a boa influência que
mostre, promova, tempere e confira o gosto de valorizar o bem e tudo que é bom,
nos mantendo sempre abstidos de toda forma e procedimento que configure o mal.
EvGS
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
BREVE PALAVRA AOS PRESBÍTEROS.
AOS QUE SÃO PRESBÍTEROS.
É preciso SER e jamais apenas ESTAR.
Uma breve palavra especial aos presbíteros que são PRESBÍTEROS. As expressões entre aspas (“”) se referem apenas a pseudos.
Não tem sido segredo, ou desconhecido, ou ignorado. E a velocidade das comunicações empregando todos os meios está em amplo espectro rasgando os ares, refletindo nas linhas telefônicas, irradiando nas antenas e cruzando os continentes publicamente, dando contas de não poucos acontecimentos envolvendo “ministros evangélicos”, mormente os “pastores”.
Um lamentável sinal com um ponto despertador das atenções focando sobre a forte cobrança de perfil, de performance, de cuidados, de decisões e de ética sobre aqueles que verdadeiramente são ministros do Evangelho e pastores. Como tudo possui e mostra as suas razões de ser, assim também possivelmente essas atenções, e certamente acenderão luzes e farão com que conhecidas discrepâncias comportamentais sejam corrigidas e gritantes desajustes sejam eliminados.
Com diferentes objetivos, os olhos mais habilidosos, astutos e blasfemadores do mundo estão postos e diretivos também sobre os ministros evangélicos e pastores, cujos ofícios são nobres e excelentes e cujas condutas devem ser honrosas. Esses olhos não pairam propriamente sobre os obreiros oficiais menores das igrejas evangélicas simplesmente, cujas limitações funcionais destes, por natureza, também lhes mantêm restritos, afastados, isolados e livres de acessos e de participações em autonomias de procedimentos. Esses olhares têm uma linguagem sutil e oferecem fios iluminados de cobranças.
Por um lado, aparece neles uma chamada e por outro surge uma fustigação influente pelos teores que são trazidos a lume. Ainda enquanto é dia, seria melhor que alguns “ministros” e “pastores” deixassem o pedestal e descessem os degraus e se voltassem ao primeiro amor primitivo e aos princípios, ENQUANTO PODEM e o TEMPO ESTÁ SENDO FAVORÁVEL A RETOMADAS. A noite vem...
Apesar de sabermos que nem todos envolvidos nesses acontecimentos são de fato ministros evangélicos e muito menos realmente pastores, é momento dos presbíteros que verdadeiramente são PRESBÍTEROS redobrarem e concentrarem os cuidados sobre si mesmos, sobre as coisas que lhes dizem respeito, sobre a doutrina e sobre os rebanhos. Enfim, manterem o seu sal temperador, digno e consistente.
A vergonha, a depreciação e o desmerecimento abriram suas portas para acolher e apadrinhar algumas figuras que transitam nos corredores das más notícias da mídia como portadoras de títulos e credenciais de “ministro evangélico” e de “pastor”. De alguns anos para cá, parece ter aumentado essa safra inescrupulosa e teatral. Nos nossos dias de desempregos e de desenfreados anseios almejantes, parece também haver aumentado o volume dos artistas faladores nos púlpitos evangélicos.
Perfis enganosos e ações ilusionistas tentam desmerecer a honra do sagrado ministério cristão. Mentes e mentalidades desvinculadas da verdade e dos propósitos tradicionais e correntes no sagrado ministério cristão. Maus procedimentos costumeiros e mecanismos ofensores contumazes, desconexos e desalinhados aos de um ministro evangélico e distanciados aos de um pastor.
Ao longo do calor da vida, se revelam rotineiramente os desequilíbrios e os desajustes que estão assolando e assoreando vidas que um dia FORAM, mas os espinhos, as contingências, as ambiências e os engodos lhes fascinaram e atraíram até o ponto de hoje apenas ESTAREM. Pessoas que perdem as condições de continuarem a SER. Pessoas que por seus atos e procedimentos, ultrapassam as linhas da tolerância, desprezam as do respeito, desgovernam das da equidade. Enfim, se distanciam das natureza e proposta do Evangelho e da essência da vida cristã.
Assim resta e recai o grande e triste remorso que revela o perigo do deixar de SER para apenas ESTAR. Pessoas que lamentavelmente se afastam das condições do nobre e excelente ofício vocacional sagrado, herdam feitos de outros nomes e lhes sobram apenas o que alguém chama de “vícios de pastor”. Uma pergunta move os ares: até onde vão algumas mentes supostamente inatingíveis, cegamente ignóbeis, desacertadas, desaprumadas e desalinhadas?
É ligeiramente impressionante como algumas mentes diante de certas circunstâncias perdem o tino e os trilhos, são fascinadas e atraídas por estranhas trilhas, idéias e artimanhas aparentemente vantajosas e perdem as noções da vida real e objetiva e a visão das atribuições de suas responsabilidades e da autoridade lhes empartida.
Assim como é impressionante a maneira pela qual o embaraço abarca, abraça, envolve e avilta algumas boas gentes até que seus nomes sejam expostos nas vitrines das más notícias e se tornem em objeto de escárnio e tropeço às muitas almas sinceras e famintas e sedentas para conhecerem o Senhor Jesus e os Seus preciosos dons.
A lama e o escárnio têm intentado levar algumas gentes à rotina de lampejos dos variados flashes e ao foco das muitas câmeras, assim como para as telas e às letras dos diversos impressos. Um pequeno número isolado de mentes que se dizem “ministros evangélicos” e “pastores” tem se tornado insípida, insipiente e desprezível. Mas que lamentável que isso tem atingido e influenciado opiniões contra os nobres e bons ministros de Cristo e honrados pastores de Seus rebanhos.
Sabemos que a mídia, cumprindo o seu papel profissional, com o seu olhar tecnologizado rastreia os muitos cantos, e ao encontrar um assunto, um press-release, um fato, que na sua visão sobressaiam acima da média geral e atraiam atenções, e por ela sejam julgados interessantes a serem noticiados, esses são fatalmente tornados em notícias.
Aqui um bom e muito oportuno momento de alerta aos presbíteros que realmente são PRESBÍTEROS. Cuidados consigo mesmos. Cuidados sobre os tesouros lhes confiados pelo Senhor. Cuidados sobre as suas probidade e competência. É preciso saber sobre quem e a que devemos endereçar o nosso olhar, corrigir caminhos e seguir bons passos dando firmes passadas sóbrias, lúcidas e convictas.
Jamais deixemos de cuidar de nossa individualidade, de nossos deveres pessoais para com o nosso Senhor, para com os talentos e dons nos confiados pelo Senhor a servirem às pessoas e aos rebanhos, pela chamada expressa a nós e pela vocação dada a cada um.
Como presbíteros, tenhamos em nós e mantenhamos também no seio do rebanho o cuidado com a doutrina que recebemos, sabendo de quem a recebemos. Os presbíteros que são PRESBÍTEROS possuem como dever sagrado o esforço de se aperfeiçoarem e se reciclarem através das soma e aquisição de bons conteúdos. Também têm que se manter seguros, comedidos e crescendo na graça, sem se afastar dos marcos fundamentais. Cuidando do que somos e do que fazemos junto a verdadeiros ministros e pastores.
Como presbíteros, não podemos nos enveredar a imitar o caminho de pseudo-ministros e pseudo-pastores. Pessoas insipientes cujos procedimentos são minados e pontilhados por interesses e astuciosas estratégicas feias, infames, réprobas, embusteiras e vergonhosas. Devemos e temos o compromisso principal e primário de honrar o majestoso nome do Senhor que nos chamou, a nós mesmos, depois cuidar das vidas a quem Deus confiou no nosso caminho.
Por qualquer e nenhum pretexto, ou favor que venha ser nos oferecido, não nos iludamos. Sejamos firmes e jamais nos deixemos ser enganados por fantasias, embustes e ilusões de “ministros” do charlatanismo, do engano e da manipulação de “pastores”. Sabendo que há algumas gentes embusteiras aparentemente humildes, e falsa e simuladamente sincera se escondendo por trás da boa fama de instituições, do bom nome de ministro e da boa honra de pastor.
Aos presbíteros que são PRESBÍTEROS, cuidemos de nós mesmos e da boa, séria, legítima e verdadeira doutrina cristã que sustentamos, para que não venha sobre nós o faminto e sedento foco crescente que lamentavelmente sempre rastreia, busca e recai avidamente nos “maiorais”. Para manter a boa honra dos presbíteros, não imitemos e nem nos associemos a quem até o próprio mundo ímpio esboçando sorrisos lhe cerra as portas do crédito e polidamente lhe vira as costas.
Não nos afastemos dos nossos bom siso e boa ordem de presbíteros, para que não venha a nos acontecer o que está lamentavelmente ocorrendo com alguns “ministros evangélicos” e “pastores”. Mantenhamo-nos firmes e convictos em nossa posição individual e não tomemos parte em corporativismo de desmandos, charlatanismo, enganos, manipulações e manobras escusas e interesseiras.
Aos presbíteros que são PRESBÍTEROS, ponhamos os nossos olhos, fé, confiança e esperança em Cristo, sabendo que a salvação e a vida digna do Evangelho não dependem de favores ou ofertas subliminares de homem algum. Sendo conscientes de que unânimes como irmãos devemos honrar, servir e auxiliar àqueles a quem o Senhor pôs em posição de eminência e responsabilidade sobre nós e aos rebanhos aos quais com eles os servimos.
Aos presbíteros que são PRESBÍTEROS, jamais nos irmanemos com “ministros” ou “pastores”, que possuem seus nomes sob os cordéis das dúvidas, sobre as adriças das fortes suspeitas, indícios e acusações de indignidade e improbidade. Pessoas cujos procedimentos trafegam nos corredores da difamação, vão além dos limites e extrapolam as linhas das tolerâncias.
Aos presbíteros que são PRESBÍTEROS, que sejam de fato presbíteros, vivamos como presbíteros, nos posicionemos como presbíteros, e se assim o nosso Senhor Deus nos fizer e outro tanto queira e coroe sobre nós, sejamos recolhidos à glória com dignificação e honradez de verdadeiros presbíteros e de PRESBÍTEROS VERDADEIROS, que servem e honram ao Senhor que nos chamou e vocacionou, que não tenhamos de que nos envergonhar em função da lama e do escárnio alheios, provocados e promovidos pelo descomprometimento de outrem.
Não como concordantes bajuladores, jamais como sindicalistas de causas, nunca como coadjuvantes de cenas gananciosas ou aspirantes visionários de batalhas avarentas. Em nada nos assemelhemos ou nos troquemos por “ministros” de delitos e por “pastores” da criminalidade. Não ponhamos o nosso ombro ao de “ministros” da vergonha e de falcatruas e nem demos a nossa mão às de “pastores” da falsidade e da desonra.
Tu, porém, tens cuidado de ti mesmo e do teu ensino...1Tm 4.16 (KJV)
Sobretudo, aos ministros que realmente são MINISTROS do Evangelho e aos pastores que realmente são PASTORES evangélicos, permanecem e sempre hão de perdurar o nosso apreço, o nosso respeito, a nossa elevada e distinta consideração, estima e admiração, pelo que realmente são, pela nobreza do que notoriamente realizam e comprobatoriamente desenvolvem para a glória de nosso bondoso Deus e para a edificação de vidas.
Especialmente aos presbíteros que realmente são verdadeiros PRESBÍTEROS. Aos que são presbíteros verdadeiros, de valor e com valor.
PbGS
www.glaukosantos.com
NOTA DE REFORÇO:
Relembro que as palavras e expressões entre aspas (“”) se referem a pseudo, a embustes – procedimentos que se dizem SER o que na realidade prática apenas demonstram ESTAR -.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
MEUS 40 + 1 NUNCA...
MEUS 40 + 1 NUNCA...
Faz bem aos bons SEMPRE.
NUNCA é um vocábulo muito forte, uma marca firme de decisão. Um ponto afirmativo, mas que pode ser negativo e intrigante quando mal compreendido. Uma declaração, mas pode ser também um item recomendatório. Um tônico que mantém a boa saúde da mente e do coração dos bons, mas também uma vacina contra vírus maleficiosos dos péssimos.
É preciso ter ciência e certeza do peso desse verbete, posto que ele pode alegrar e fazer bem ao brilho dos bons, todavia possa evidenciar e incomodar o ofuscamento dos péssimos. Bem vivem os bons que não abrem mão da lista dos 40 + 1 NUNCA, mesmo sabendo que podem desagradar aos péssimos.
Muitas vezes é preciso saber interpretar e acatar sobriamente um NUNCA para então saber valorizar verdadeiramente um SEMPRE. Um NUNCA prudentemente bem colocado é melhor do que um SEMPRE afoitamente impensado. Muitos se fazem péssimos e sofrem sérios prejuízos por não terem sabido firmar um NUNCA antes de haverem desvalorizado um SEMPRE.
Antes de querer receber os SEMPRE alheios é melhor ajuizar os NUNCA pertencentes a si próprio, visto que ambos trafegam observando direitos e obedecendo deveres em suas próprias vias, como é natural da vida humana.
Aqui publico a breve lista dos meus 40 + 1 NUNCA. Ela pode despertar reflexões, pode apaziguar e acalmar mentes e corações, entretanto por outro lado pode silenciar palavras e pensamentos ociosos. Para quem ama a sinceridade e a transparência, 40 + 1 NUNCA tem no seu bojo um segredo salutar e uma razão consistente de ser tão mais inteligente e sábia quanto se possa perceber, a começar pelo seu numeral quarenta.
Enfim, com distinta gentileza convido-lhe a tomar parte do seu precioso tempo em percorrer generosamente o artigo, e na conclusão certamente você vai compreender com mais exatidão a breve lista provadora dos meus 40 + 1 NUNCA e poder lograr edificação.
Se ela for também a sua realidade, eis a razão pela qual você está confortável, bem e feliz com a sua vida, com a sua mente e seu coração estando em paz com Deus, consigo mesmo e com os homens de bem, sabendo que os seus NUNCA pessoais são extremamente valiosos SEMPRE.
1 – NUNCA disse o que eu não fui, e sinto por aqueles que apenas relembram o que mal foram e algemados em remorsos deixam de ser o que as oportunidades lhes abriram perdendo o que bem poderiam ter sido.
2 – NUNCA digo o que eu não sou, e sinto por aqueles que lamentavelmente não sabem expressar ou não confiam e duvidam do que são, e arrastados carregam o triste e pesado fardo sufocados na frustração de não serem o que deveriam ser.
3 – NUNCA direi o que Deus não disse que eu serei, e sinto por aqueles que não sabem ser o que deveriam realmente ser, e medrosos tudo fazem para que outros como eles insuficientemente sejam.
4 – NUNCA disse o que Deus não diz que eu seja, e sinto por aqueles que não sabem ser o que Deus lhes mandou que fossem, e recalcados em guerras e frustrações interiores soçobram não sabendo discernir o que precisam ser.
5 – NUNCA digo o que Deus não diz o que eu sou, e sinto por aqueles que impensadamente dizem o que jamais Deus lhes falou que são, e arrogantemente contrariados sobrevivem em tentativas frustradas de quererem abafar o que Deus disse que os outros são.
6 – NUNCA direi o que Deus não diz o que eu fui, e sinto por aqueles que perdem preciosas oportunidades presos apenas imaginando o que ninguém testificara que foram.
7 – NUNCA deixei de dizer o que Deus fez por mim, e sinto por aqueles que apenas dizem o que “acham” que Deus pode admissivelmente fazer ou nenhum proveito promovem a outros por pouco ou quase nada terem o que dizer em função de suas instáveis e incrédulas ações de fazer.
8 – NUNCA deixo de dizer o que Deus faz de mim, e sinto por aqueles que negam dizer com a totalidade do seu ser o testemunho do que Deus realiza através de suas vidas que bem poderia fortalecer, animar, consolar e edificar tantas outras.
9 – NUNCA deixarei de dizer o que Deus disse que fará comigo, e sinto por aqueles que estáticos se imaginam diante de um futuro de chumbo, querendo reviver um passado de zinco, desmotivando os outros de buscarem a excelência do ouro legitimamente subindo os degraus do bronze para o que Deus fará consigo.
10 – NUNCA deixo de dizer as minhas convicções fundamentadas nas Escrituras Sagradas e nas experiências promovidas pela vida, e sinto por aqueles que desrespeitam e contrariam as alheias e as suas próprias mascarando e enfeitando o que jamais diriam.
11 – NUNCA deixarei de dizer o meu “NÃO” quando preciso é, e sinto por aqueles que atropelam a si próprios dizendo sempre “SIM” quando lhes é necessário estampar o seu “NÃO”, e atropelados em prejuízos pessoais tentam agradar a ostentação caprichosa de outros suicidando o seu próprio e devido “SIM”.
12 – NUNCA deixo de dizer o meu “SIM” depois que ajuízo, reconheço e considero não devo dizer “NÃO”, e sinto por aqueles que somente nutrem a declaração caprichosa e arrogante do seu “NÃO” por jamais terem a sobriedade e a hombridade de reconhecerem e considerarem o “SIM” de outros.
13 – NUNCA deixo de dizer que apenas cumpro a minha obrigação como um grande devedor, e sinto por aqueles que insensíveis, incoerentes e instáveis imaginariamente não sabendo lidar com obrigações alheias impõem deveres para os quais jamais esforçariam um gesto.
14 – NUNCA digo o que extrapola as minhas experiências pessoais dinâmicas e reais, e sinto por aqueles que propagam situações das quais jamais puderam experimentar ou vivem sob poeira oxidante e traças no museu irreciclável e não-renovável das suas.
15 – NUNCA deixei de dizer o que pode contrariar sentimentos gratuitamente ressentidos, e sinto por aqueles que forçando querer agradar penumbras dos becos do fingimento preferem trafegar neles falecendo por dentro e suicidando as suas decisões debaixo das formalidades do legalismo concessivo em troca de pobres migalhas de prerrogativas passageiras.
16 – NUNCA deixei de dizer o que pode inquietar espíritos invejosos e revanchistas enrustidos, e sinto por aqueles que se dobrando temerosos a eles, deixam de realizar grandes empreendimentos com suas próprias vidas.
17 – NUNCA deixo de dizer o que pode frustrar perseguidores inferiorizados gratuitos, e sinto por aqueles que, ao invés de servidores, se fazem subservientes a eles a ponto de perderem suas transparências e identidades de foro íntimo para maquiar insatisfações interiores e evitar rejeições.
18 – NUNCA deixei de dizer o que pode incomodar brios pouco inteligentes e soberbos, e sinto por aqueles que somente sabem dizer o que jamais sozinhos teriam a coragem de confessar consigo mesmos diante do seu espelho.
19 – NUNCA digo o que visa massagear egos desordeiros, e sinto por aqueles que ansiando por prestígios ou posições não sabem reprovar a desordem se colocando com tato e inteligência na centralidade equilibrada e na medida da delicadeza jamais demasiada.
20 – NUNCA deixarei de dizer que independo de bajulações e fujo do espírito mexeriqueiro, e sinto por aqueles que apenas mudaram de religião, todavia não assimilaram o teor prático do credo, continuando a viverem dependentes e carentes das compatibilidades bajuladoras e dos suportes do mexerico.
21 – NUNCA deixo de ser amante da verdade, e sinto por aqueles que são cativados a aplaudirem a mentira por não saberem aborrecer as fábulas, e com a mentira tentam afogar a verdade de si próprios por terem horrores da feiúra dela.
22 – NUNCA direi o que não cabe ao meu perfil real, e sinto por aqueles que descaracterizam e recheiam os seus fantasiando o que jamais lhes coube consoantes idealizarem.
23 – NUNCA deixo de dizer que existem cabeças que não pensam, mentes que não refletem e corações que não meditam, e sinto por aqueles que se destrambelham porque não pensam, desorientam-se porque não refletem e se destroçam porque não meditam.
24 – NUNCA deixo de dizer que existem olhos que não se enxergam e ouvidos que não sabem ouvir, e sinto por aqueles que dizem estar vendo o que jamais foram suficientemente humildes para enxergarem e insensíveis para escutar o que outros nas entrelinhas inteligente e sabiamente são capazes de ler.
25 – NUNCA deixo de dizer o que posso fazer para evitar injustiças e falsidades, e sinto por aqueles que secretamente comprometidos com elas cooperam e facilitam para que prevaleçam e viabilizem as intrigas, o caos e as crises.
26 – NUNCA deixo de dizer que ter tempo é uma questão de prioridade e opção, e sinto por aqueles que se desordenam e se perdem debaixo de desculpas por não saberem usar e tirar proveito das oportunidades do tempo do qual dispõem.
27 – NUNCA deixarei de dizer com sobriedade o que sei, com humildade o que penso, com consciência o que sou, com propriedade o que faço, e sinto por aqueles se negam a dizerem o que sabem, suicidam e assassinam por não saberem externar o que pensam, perdem-se por não saberem de fato o que são e se frustram por confessarem que não podem fazer o que deveriam ter feito.
28 – NUNCA deixo de dizer bem, distinguir e estimar reciprocamente aqueles que me fazem o bem, e sinto por aqueles que esquecem dos que bem lhe fizeram e por se fazerem incapazes de gerar o bem, dizem mal dos que jamais coisa alguma lhes fizeram.
29 – NUNCA deixarei de dizer e enaltecer a boa fama dos que somam as suas comigo e reciprocamente absorvem da minha, e sinto por aqueles dos quais somente em serem pronunciados seus nomes as várias entranhas alheias sentem calafrios, náuseas e repulsas.
30 – NUNCA deixarei de dizer bem dos que verdadeiramente por elevado amor, gratidão e distinta consideração deles dependo, e sinto por aqueles que são incapazes de serem amados e notoriamente ínfimos de serem considerados e deles pessoa alguma deliberada e voluntariamente admitiria depender.
31 - NUNCA deixo de somar honras aos que abertamente me honram, e sinto por aqueles que se resumem em seus próprios desprezos, cujos defeitos e malícias intentam ofuscar e obscurecer as virtudes e honras dos outros.
32 – NUNCA direi coisa alguma daqueles que merecem deles nada ser mencionado, por esses quem os conhece unanimemente também nada teria fora da neutralidade citar.
33 – NUNCA deixarei de dizer o bom nome daqueles que em qualquer lugar merecem ser lembrados e citados, por esses quem os conhece se coloca de pé para urgir altissonante as boas notificações sobre eles.
34 – NUNCA deixarei de mencionar os lugares nos quais sou honrado, considerado, acolhido e irmanadamente respeitado, e sinto por aqueles que deles nada vale ser lembrado, nada cabe ser dito e nenhum odor ser estimado.
35 – NUNCA me dou ao luxo de me conformar e ser tolhido aos ditames da subserviência promovida pelos recalques e sublimações alheios, e sinto por aqueles que conformam e perdem suas vidas tolhidas e inquietas debaixo do que jamais esperaram para elas.
36 – NUNCA deixo de servir a Deus ou me privar de saldar a minha grande dívida vertical para com Ele visando atender à manobras dos caprichos de desmandos alheios, e sinto por aqueles que dissimulando estarem servindo se fazem velhacos jogando com as aparências com o fito de não caírem da graça dos olhos humanos.
37 – NUNCA deixo de servir a Deus e ou me privar de realizar a Sua soberana vontade para atender a mentes doentias, incoerentes e inconsistentes, e sinto por aqueles que se reduzem à insignificância e pensamentos irrisórios escondendo-se por trás de rotulações medíocres e estribando-se em nominações jactanciosas.
38 – NUNCA deixarei de dizer a realidade em função dos impérios da falsa e movediça ambiência que falseia entre os bemóis de sorrisos sombrios e sustenidos de fraseados enganosos, e sinto por aqueles que transitam nos corredores da ilusão deles como quem troca de roupas alugadas a cada festa que lhe desponta.
39 – NUNCA deixo de pregar contra a mediocridade e a hipocrisia em qualquer instância e forma que elas se configurem e estejam. Quer de fraque, luvas e cartola ou de alpargatas, “chita” e chapéu de palha, causam os mesmos danos por vezes irreparáveis em corações decepcionados e iludidos por elas.
40 – NUNCA deixo de exigir que no epitáfio de minha lápide não haja sombras e dúvidas sobre a minha fé e valores, sobre a lealdade, dedicação e fidelidade de minhas obras, e sinto por aqueles que em vida deixaram de ser, de ter, de dizer e de realizar o que Deus quis que fossem, que tivessem, que dissessem e que realizassem durante as suas existências por haverem vivido encurralados debaixo de instintos irracionais alheios.
40 + 1 - NUNCA espero que seja dito, que seja feito, que seja aprovado, o que nunca esteja apropriadamente correto, lúcido e sóbrio; o que nunca seja suficientemente coerente, verdadeiro e leal; e o que nunca tenha passado transparentemente no crivo da sublime e eterna Palavra de Deus...
Se você é assim como sou, pensa assim como penso, sente assim como sinto e faz assim como faço, então assim como eu, você está apto a passar pela provação dos 40 + 1 NUNCA.
Você verá que esses NUNCA também vão lhe salvaguardar de pretensões, de mediocridades, de fingimentos e de hipocrisias SEMPRE, assim como lhe fazerem estar sem pesares ao deitar a sua cabeça no travesseiro no momento de sua individualidade.
Quem somente sabe dizer o SEMPRE, se torna alvo fácil da decepção ao receber um NUNCA. Quem não sabe dizer um NUNCA pode vir a ser feito refém de um SEMPRE.
Somente ao Senhor Deus é preciso dizermos o nosso SEMPRE, ainda que por vezes tremamos de cutelo em punho levantado, ou hesitemos em plena marcha na travessia do deserto, ou ainda em vias de sermos jogados e esquecidos no fundo de um poço, como também sob riscos de sermos atirados na fornalha, ou doutra forma de sermos humilhados diante das cortes dos czares.
Que o seu NUNCA seja nobre, sóbrio, oportuno, coerente, significativo e inteligente para que sirva de ferramenta capaz, própria e eficaz, provadora de corações aos quais você possa com segurança e responsabilidade externar o seu SEMPRE sem remorso e marcado de verdade e pela honestidade.
PbGS
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