Mostrando postagens com marcador estabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estabilidade. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 27 de maio de 2013
UMA FÓRMULA INSUPERÁVEL.
Uma fórmula
insuperável.
Apenas como nos
ensina a Bíblia Sagrada.
A palavra de ordem é ir por todo o mundo e pregar o Evangelho.
Isto implica naturalmente em crescimento e expansão do Reino de Deus entre os
homens. Nós semeamos e regamos, todavia é o Senhor nosso Deus quem dá o
crescimento e isto alcança expansão.
Ano após ano, quase sempre encontramos aqui e ali quem publique fórmulas
sugestivas sobre crescimento e expansão de igrejas. Há quem queira mostrar “segredos-mestres”
e existe quem seja aclamado mestre sobre tais “segredos” para o crescimento e
expansão de igrejas.
Por outro lado, gerações mais novas tentam introduzir teorias e
rudimentos humanos, adquiridos e apreciados dos ilustres bancos acadêmicos
seculares, como “chaves-mestras” que abrissem todas as portas para o crescimento e
expansão de igrejas. Visões que bem cabem nos corredores e salas de uma empresa secular, mas que no Reino de Deus apenas servem de excitação aos ouvidos.
E no afã de obterem sucessos relâmpagos, buscam fascinadamente celeiros
de novas e inusitadas “alavancas” para o crescimento e expansão de igrejas.
Vezes por outras reaparece e reacende a ênfase sobre os assuntos de crescimento
e expansão de igrejas. Crescer e expandir são dois resultados que por si mesmos
traduzem fatores para os quais não se deve jamais desaperceber.
Apesar de não se poder fechar os olhos para a realidade
existencial das facilidades contributivas a algumas áreas vividas na igreja,
ainda assim de pé prevalecem insuperavelmente os princípios bíblicos para o
crescimento e expansão de igrejas. Invocar fundamentos e aditivos seculares
como alavancas de crescimento e expansão de igrejas seria tentar assemelhar a
Noiva do Cordeiro a sindicatos, associações, empresas e agremiações humanos. Isso
pode até dar certo por um tempo, todavia nos outros que se seguirem, certamente
a descaracterização invade as portas e assumem assentos.
Em todos os tempos a igreja do Senhor Jesus enfrentou desafios
dos mais diversos que já nos aconteceram. Os dias de Pentecostes foram
majestosos e sobremaneira motivadores, entretanto depois deles vieram o
crescimento e a expansão da igreja do Senhor Jesus. E não obstante, com isso
também vieram como providência do Espírito de Deus os conselhos e princípios
insuperáveis que permanecem inabaláveis, governam e sustêm a essência de igreja
e predominam na mesma linha de testemunhos que de nossos primeiros pais recebemos.
E neste tempo de desgastes de alguns, anseios de outros,
excessos e desencontros de uma porção, vale relembrar esses conselhos e
princípios basilares para o legítimo e autêntico crescimento e expansão que
autenticam o nosso legado para gerações mais novas.
1 – Nos manter em oração.
Mt 9.36.
Lamentavelmente há mais gente ocupada de caneta, telefones e facilidades
espetaculares da eletrônica moderna nas mãos do que verdadeiramente envolvidas
e imbuídas na oração. Notavelmente e sem qualquer ranço de espírito crítico,
dificilmente se tem visto comportamentos oriundos de uma atitude de oração para
reconhecimentos de posição e tomadas de decisão.
Tem sido muito mais fácil, apreciável e revanchista, o aplicar o
congelamento, a depreciação, a expulsão e o banimento daqueles que ceiam e
comungam na mesma mesa, do que depender de Deus na oração para rever posições e
tomar decisões mais próprias e substancias da vida familiar entre os filhos do
Reino. Ainda norteia e predomina o conselho paulino de orar continuamente. 1Ts
5.17.
2 – Nos manter em vigilância. Mt 26.41;
Mc 13.33-37. Lamentavelmente e infelizmente há mais gente digladiando nas
arenas modernas decoradas pelo “layout”
ditatorial da ganância e da arrogância, do que propriamente se apercebendo da
multidão de testemunhas que nos rodeiam, nos expectam e nos espetam. Infelizmente
para algumas mentalidades, o vigiar se tornou em engenhosas cismas e malícias.
E enquanto as rusgas e rinhas são alimentadas pelo espírito da
emulação e pelas estratégias da rivalidade, o joio vem sendo sutilmente semeado
e as portas do inferno cativando, dividindo casas e aplaudindo o estabelecimento
do partidarismo quase que oculto em corações expressivos e influentes. A beca
continua gritando aos microfones, mas são os becos que parecem estar ditando,
governando e respondendo por trás dos balcões. Mas ainda norteia o conselho
joanino no olhar para nós mesmos. 2Jo 8.
3 – Primar pelos sinais e maravilhas. Mc
16.20. Lamentavelmente em várias tribunas e círculos se sente mais confortável,
contente e satisfeito com o espírito de presença numérica, de expectador e de
alegria momentânea, do que com uma entrega pessoal e comprometida com Mc
16.17-18. Em alguns lugares, parece estar sendo mais fácil nadar na terapia da
distração do que propriamente mergulhar no oceano do Espírito.
Sou de uma geração, com cujos mestres aprendi legados de nossos
primeiros pais. Sou de uma geração cuja pauta e prática não ditam e nem
declaram ordens e coações de sinais e maravilhas para Deus. Os mestres de minha
geração não ensinaram a duvidar de milagres, sinais e maravilhas feitos pelo
Senhor Jesus, e questiona-los muito menos. Ainda que certas gentes queiram
semear dúvidas sobre algumas passagens das Escrituras, ainda continuamos vendo
e testemunhando sinais e maravilhas no seio dos filhos do Eterno Deus.
4 – Nos manter em mobilização. At 2.
Lamentavelmente em alguns lugares essa ênfase vem recaindo e se acomodando nos
movimentos confinados e conformados nas quatro paredes dos templos. Mobilização
é um dos assuntos que mais tem sido desviado de sua rota original. Se mobilizar, em alguns arraiais cristãos tem assumido conceitos que por vezes entram em
conflito com a missão precípua da igreja militante do Senhor Jesus.
Louvo a Deus por inúmeros corações que permanecem firmes,
motivados e impelidos pelo Ide do Mestre e pelo fervor do Espírito realizando
apaixonadamente trabalhos e esforços notoriamente evangelizantes e outros
substancialmente formativos. Definitivamente o defender bandeiras e o euforizar
divisas não conferem essência e nem consistência para crescimento e expansão reais,
legítimos e verdadeiros da igreja do Senhor Jesus.
5 – Primar pela pregação rigorosamente bíblica.
At 8.35; 9.20. Lamentavelmente alguns corações parecem não compreender, ou
desconhecer, o significado, a essência e o propósito da pregação bíblica. A
pregação bíblica possui por sua natureza um conteúdo completo de ensino,
instrução, estímulo, que produzem edificação, consolação, exortação,
doutrinamento e motivação para nutrir e aperfeiçoar nossas convicções e passos
na vida cristã.
Pregação bíblica não é causar impactos de conteúdos que
enriquecem curiosidades insatisfeitas. Tampouco seria promoção de fumaças e
suores que duram apenas alguns minutos no ar e as lutas do dia seguinte abafam
as emoções e suprimem os estímulos promovidos do dia anterior.
6 – Nos posicionar como obreiros fiéis. 1Co
4.2. Lamentavelmente fidelidade está sendo vista como uma mercadoria objeto de
trocas e de trocos. Em alguns lugares exige-se fidelidade alheia, e esquece-se
dos vértices recíprocos da fidelidade, escusa-se das coordenadas horizontal e
vertical da fidelidade. Fidelidade não é matéria de barganha apoiadora e nem de
compra de brios. Fidelidade estimula a outros e atesta selo de comprometimento
com a legitimidade de crescimento e expansão.
7 – Manter o espírito combativo. 2Tm 2.5;
Ef 6.12. Lamentavelmente neste tempo do fim parece que algumas mentalidades se
investem em arregimentação para combaterem entre si mesmas. Nossa visão de
combate é direcionada contra os principados e hostes espirituais da maldade, e
fortalecidos no Senhor na força do Seu poder, seguimos adiante sendo úteis com
nossas ferramentas para o crescimento e expansão da obra do Senhor Jesus. É no
bom combate que seguimos nossa carreira até o fim.
Assim sendo, apesar de todas as boas vontades, os anelos dos
caprichos, a busca de melhorias e aperfeiçoamento através de ferramentas de
elaboração administrativa, ainda permanece de pé e insuperáveis os conselhos
sábios daqueles que os receberam do nosso Mestre e Senhor Jesus. Ainda
prevalecem os princípios do Reino de Deus na entre nós.
Nós como igreja e Noiva do Senhor Jesus, não somos de forma
alguma um sindicato. Não recebemos o espírito de associação e nem de agremiação
alguma. Nossa vida e labor não são de uma empresa humana, ainda que em alguns
aspectos possa humanamente parecer. Temos uma identidade espiritual. Somos um
organismo espiritual, vivo. Somos um corpo – o corpo de Cristo!
Não podemos nos deixar ser enganados por bagatelas e barganhas
de supostos segredos para crescimento e expansão de igrejas. Supostos segredos
promovem afogamentos nas praias da arrogância, da soberba e do partidarismo. Atolam
corações no pântano da vergonha e da ganância. Conduzem a brigas por tudo e a perdas
por nada. Erigem incrementos e desmoronam mentalidades para o jogo de
interesses estranhos ao Reino. Fomentam e auxiliam conluios do corporativismo feio,
amordaçador e intimidador.
Não podemos nos deixar ser enganados e iludidos por tipos de
“segredos-mestres” que mais se adequam a uma palhoça dividida por interesses do
inferno do que a uma casa unida e coesa na manutenção dos conselhos e
princípios da Casa do Pai.
PbGS
Marcadores:
combate,
crescimento,
estabilidade,
expansão,
fidelidade,
igreja,
oração,
perseverança,
pregação,
qualidade,
reino de Deus,
vigilância
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
BREVE PALAVRA AOS PRESBÍTEROS.
AOS QUE SÃO PRESBÍTEROS.
É preciso SER e jamais apenas ESTAR.
Uma breve palavra especial aos presbíteros que são PRESBÍTEROS. As expressões entre aspas (“”) se referem apenas a pseudos.
Não tem sido segredo, ou desconhecido, ou ignorado. E a velocidade das comunicações empregando todos os meios está em amplo espectro rasgando os ares, refletindo nas linhas telefônicas, irradiando nas antenas e cruzando os continentes publicamente, dando contas de não poucos acontecimentos envolvendo “ministros evangélicos”, mormente os “pastores”.
Um lamentável sinal com um ponto despertador das atenções focando sobre a forte cobrança de perfil, de performance, de cuidados, de decisões e de ética sobre aqueles que verdadeiramente são ministros do Evangelho e pastores. Como tudo possui e mostra as suas razões de ser, assim também possivelmente essas atenções, e certamente acenderão luzes e farão com que conhecidas discrepâncias comportamentais sejam corrigidas e gritantes desajustes sejam eliminados.
Com diferentes objetivos, os olhos mais habilidosos, astutos e blasfemadores do mundo estão postos e diretivos também sobre os ministros evangélicos e pastores, cujos ofícios são nobres e excelentes e cujas condutas devem ser honrosas. Esses olhos não pairam propriamente sobre os obreiros oficiais menores das igrejas evangélicas simplesmente, cujas limitações funcionais destes, por natureza, também lhes mantêm restritos, afastados, isolados e livres de acessos e de participações em autonomias de procedimentos. Esses olhares têm uma linguagem sutil e oferecem fios iluminados de cobranças.
Por um lado, aparece neles uma chamada e por outro surge uma fustigação influente pelos teores que são trazidos a lume. Ainda enquanto é dia, seria melhor que alguns “ministros” e “pastores” deixassem o pedestal e descessem os degraus e se voltassem ao primeiro amor primitivo e aos princípios, ENQUANTO PODEM e o TEMPO ESTÁ SENDO FAVORÁVEL A RETOMADAS. A noite vem...
Apesar de sabermos que nem todos envolvidos nesses acontecimentos são de fato ministros evangélicos e muito menos realmente pastores, é momento dos presbíteros que verdadeiramente são PRESBÍTEROS redobrarem e concentrarem os cuidados sobre si mesmos, sobre as coisas que lhes dizem respeito, sobre a doutrina e sobre os rebanhos. Enfim, manterem o seu sal temperador, digno e consistente.
A vergonha, a depreciação e o desmerecimento abriram suas portas para acolher e apadrinhar algumas figuras que transitam nos corredores das más notícias da mídia como portadoras de títulos e credenciais de “ministro evangélico” e de “pastor”. De alguns anos para cá, parece ter aumentado essa safra inescrupulosa e teatral. Nos nossos dias de desempregos e de desenfreados anseios almejantes, parece também haver aumentado o volume dos artistas faladores nos púlpitos evangélicos.
Perfis enganosos e ações ilusionistas tentam desmerecer a honra do sagrado ministério cristão. Mentes e mentalidades desvinculadas da verdade e dos propósitos tradicionais e correntes no sagrado ministério cristão. Maus procedimentos costumeiros e mecanismos ofensores contumazes, desconexos e desalinhados aos de um ministro evangélico e distanciados aos de um pastor.
Ao longo do calor da vida, se revelam rotineiramente os desequilíbrios e os desajustes que estão assolando e assoreando vidas que um dia FORAM, mas os espinhos, as contingências, as ambiências e os engodos lhes fascinaram e atraíram até o ponto de hoje apenas ESTAREM. Pessoas que perdem as condições de continuarem a SER. Pessoas que por seus atos e procedimentos, ultrapassam as linhas da tolerância, desprezam as do respeito, desgovernam das da equidade. Enfim, se distanciam das natureza e proposta do Evangelho e da essência da vida cristã.
Assim resta e recai o grande e triste remorso que revela o perigo do deixar de SER para apenas ESTAR. Pessoas que lamentavelmente se afastam das condições do nobre e excelente ofício vocacional sagrado, herdam feitos de outros nomes e lhes sobram apenas o que alguém chama de “vícios de pastor”. Uma pergunta move os ares: até onde vão algumas mentes supostamente inatingíveis, cegamente ignóbeis, desacertadas, desaprumadas e desalinhadas?
É ligeiramente impressionante como algumas mentes diante de certas circunstâncias perdem o tino e os trilhos, são fascinadas e atraídas por estranhas trilhas, idéias e artimanhas aparentemente vantajosas e perdem as noções da vida real e objetiva e a visão das atribuições de suas responsabilidades e da autoridade lhes empartida.
Assim como é impressionante a maneira pela qual o embaraço abarca, abraça, envolve e avilta algumas boas gentes até que seus nomes sejam expostos nas vitrines das más notícias e se tornem em objeto de escárnio e tropeço às muitas almas sinceras e famintas e sedentas para conhecerem o Senhor Jesus e os Seus preciosos dons.
A lama e o escárnio têm intentado levar algumas gentes à rotina de lampejos dos variados flashes e ao foco das muitas câmeras, assim como para as telas e às letras dos diversos impressos. Um pequeno número isolado de mentes que se dizem “ministros evangélicos” e “pastores” tem se tornado insípida, insipiente e desprezível. Mas que lamentável que isso tem atingido e influenciado opiniões contra os nobres e bons ministros de Cristo e honrados pastores de Seus rebanhos.
Sabemos que a mídia, cumprindo o seu papel profissional, com o seu olhar tecnologizado rastreia os muitos cantos, e ao encontrar um assunto, um press-release, um fato, que na sua visão sobressaiam acima da média geral e atraiam atenções, e por ela sejam julgados interessantes a serem noticiados, esses são fatalmente tornados em notícias.
Aqui um bom e muito oportuno momento de alerta aos presbíteros que realmente são PRESBÍTEROS. Cuidados consigo mesmos. Cuidados sobre os tesouros lhes confiados pelo Senhor. Cuidados sobre as suas probidade e competência. É preciso saber sobre quem e a que devemos endereçar o nosso olhar, corrigir caminhos e seguir bons passos dando firmes passadas sóbrias, lúcidas e convictas.
Jamais deixemos de cuidar de nossa individualidade, de nossos deveres pessoais para com o nosso Senhor, para com os talentos e dons nos confiados pelo Senhor a servirem às pessoas e aos rebanhos, pela chamada expressa a nós e pela vocação dada a cada um.
Como presbíteros, tenhamos em nós e mantenhamos também no seio do rebanho o cuidado com a doutrina que recebemos, sabendo de quem a recebemos. Os presbíteros que são PRESBÍTEROS possuem como dever sagrado o esforço de se aperfeiçoarem e se reciclarem através das soma e aquisição de bons conteúdos. Também têm que se manter seguros, comedidos e crescendo na graça, sem se afastar dos marcos fundamentais. Cuidando do que somos e do que fazemos junto a verdadeiros ministros e pastores.
Como presbíteros, não podemos nos enveredar a imitar o caminho de pseudo-ministros e pseudo-pastores. Pessoas insipientes cujos procedimentos são minados e pontilhados por interesses e astuciosas estratégicas feias, infames, réprobas, embusteiras e vergonhosas. Devemos e temos o compromisso principal e primário de honrar o majestoso nome do Senhor que nos chamou, a nós mesmos, depois cuidar das vidas a quem Deus confiou no nosso caminho.
Por qualquer e nenhum pretexto, ou favor que venha ser nos oferecido, não nos iludamos. Sejamos firmes e jamais nos deixemos ser enganados por fantasias, embustes e ilusões de “ministros” do charlatanismo, do engano e da manipulação de “pastores”. Sabendo que há algumas gentes embusteiras aparentemente humildes, e falsa e simuladamente sincera se escondendo por trás da boa fama de instituições, do bom nome de ministro e da boa honra de pastor.
Aos presbíteros que são PRESBÍTEROS, cuidemos de nós mesmos e da boa, séria, legítima e verdadeira doutrina cristã que sustentamos, para que não venha sobre nós o faminto e sedento foco crescente que lamentavelmente sempre rastreia, busca e recai avidamente nos “maiorais”. Para manter a boa honra dos presbíteros, não imitemos e nem nos associemos a quem até o próprio mundo ímpio esboçando sorrisos lhe cerra as portas do crédito e polidamente lhe vira as costas.
Não nos afastemos dos nossos bom siso e boa ordem de presbíteros, para que não venha a nos acontecer o que está lamentavelmente ocorrendo com alguns “ministros evangélicos” e “pastores”. Mantenhamo-nos firmes e convictos em nossa posição individual e não tomemos parte em corporativismo de desmandos, charlatanismo, enganos, manipulações e manobras escusas e interesseiras.
Aos presbíteros que são PRESBÍTEROS, ponhamos os nossos olhos, fé, confiança e esperança em Cristo, sabendo que a salvação e a vida digna do Evangelho não dependem de favores ou ofertas subliminares de homem algum. Sendo conscientes de que unânimes como irmãos devemos honrar, servir e auxiliar àqueles a quem o Senhor pôs em posição de eminência e responsabilidade sobre nós e aos rebanhos aos quais com eles os servimos.
Aos presbíteros que são PRESBÍTEROS, jamais nos irmanemos com “ministros” ou “pastores”, que possuem seus nomes sob os cordéis das dúvidas, sobre as adriças das fortes suspeitas, indícios e acusações de indignidade e improbidade. Pessoas cujos procedimentos trafegam nos corredores da difamação, vão além dos limites e extrapolam as linhas das tolerâncias.
Aos presbíteros que são PRESBÍTEROS, que sejam de fato presbíteros, vivamos como presbíteros, nos posicionemos como presbíteros, e se assim o nosso Senhor Deus nos fizer e outro tanto queira e coroe sobre nós, sejamos recolhidos à glória com dignificação e honradez de verdadeiros presbíteros e de PRESBÍTEROS VERDADEIROS, que servem e honram ao Senhor que nos chamou e vocacionou, que não tenhamos de que nos envergonhar em função da lama e do escárnio alheios, provocados e promovidos pelo descomprometimento de outrem.
Não como concordantes bajuladores, jamais como sindicalistas de causas, nunca como coadjuvantes de cenas gananciosas ou aspirantes visionários de batalhas avarentas. Em nada nos assemelhemos ou nos troquemos por “ministros” de delitos e por “pastores” da criminalidade. Não ponhamos o nosso ombro ao de “ministros” da vergonha e de falcatruas e nem demos a nossa mão às de “pastores” da falsidade e da desonra.
Tu, porém, tens cuidado de ti mesmo e do teu ensino...1Tm 4.16 (KJV)
Sobretudo, aos ministros que realmente são MINISTROS do Evangelho e aos pastores que realmente são PASTORES evangélicos, permanecem e sempre hão de perdurar o nosso apreço, o nosso respeito, a nossa elevada e distinta consideração, estima e admiração, pelo que realmente são, pela nobreza do que notoriamente realizam e comprobatoriamente desenvolvem para a glória de nosso bondoso Deus e para a edificação de vidas.
Especialmente aos presbíteros que realmente são verdadeiros PRESBÍTEROS. Aos que são presbíteros verdadeiros, de valor e com valor.
PbGS
www.glaukosantos.com
NOTA DE REFORÇO:
Relembro que as palavras e expressões entre aspas (“”) se referem a pseudo, a embustes – procedimentos que se dizem SER o que na realidade prática apenas demonstram ESTAR -.
Marcadores:
caráter,
consistência espiritual,
estabilidade,
firmeza,
honestidade,
honra,
ministério,
presbíteros,
probidade,
propriedade,
seriedade,
verdade
domingo, 4 de setembro de 2011
NÃO DESVALORIZE A INTEGRIDADE.
NÃO DESVALORIZE A INTEGRIDADE.
Perigos da falta de integridade.
Faz alguns anos que o nobre e respeitado Rev. Warren Wiersbe escreveu um elenco de artigos temáticos que consubstanciaram o grande e forte alerta publicado no seu livro “A Crise de Integridade”. É um livro interessante e despertador. Recomendo a todos os bons corações tementes a Deus esse rico tesouro traduzido e publicado no Brasil pela eficiente e renomada Editora Vida.
Num tempo em que paira uma tenebrosa nuvem de descasos, desrespeitos, descrenças e descréditos fomentados pelos desastrosos excessos e alimentados por atitudes isoladas, perdidas em suas visões e desequilibradas dos lastros do comprometimento com o Senhor Deus, com a Sua Palavra e com o Seu povo, há um grande clamor que cobra e exige a presença de integridade para com Deus.
Corações divididos no santuário é sinal de incompletude e ingratidão. Não basta ser e fazer apenas o que se pode sobre o que o Senhor Deus aprova, é preciso buscar sempre ser e realizar o que se deve sem perder o norte da integridade para com Ele. Íntimos divididos provocam resultados duvidosos e movediços.
Integridade é um polissílabo que lamentavelmente veio a ser desprezado por muitos, e infelizmente menos apreciado por todos. É uma palavra extraordinária que deveria inspirar a todos, porém seu brilho tem apenas alcançado alguns e devidamente compreendido pela sensibilidade de poucos. Integridade é uma palavra que se mantém distante da sua oposta, a parcialidade. Mas admite as suas afetivas, a misericórdia, a sinceridade e a tolerância até certo ponto judiciosamente aceitável.
Houve um tempo em que integridade era uma palavra mais amiga, louvável e elogiosa, incentivadora e cativante, todavia parece que ao passar dos anos ela se tornou friamente ingrata e constrangedoramente inquietante em muitos corações e a muitas pessoas. Muitos gostariam de descolori-la, silenciá-la e até bani-la, posto que para eles ela denote uma ferrenha e vívida cobrança monitoradora.
Muitos têm forçado a má interpretação do verbete “integridade”. Formas incoerentes e pensamentos equivocados têm contribuído para isso. Por outro lado, alguns dizem que se trata de uma virtude inalcançável, de um valor abstrato, impraticável, utópico e inatingível. Ademais, integridade parece ter fugido da prática em alguns setores da vida e sido canalizada para qualificar especificamente apenas bens físicos e termos escritos.
Segundo os bons dicionários da língua portuguesa, integridade significa uma virtude ou qualidade do que é reto, íntegro, completo, inteiro, perfeito, incorruptível, honesto, de bom caráter, pleno, imparcial. Integridade está nítida e claramente exposta nos dicionários, entretanto encontra-se ocultamente despaginada, escondida, obscurecida e arrefecida no coração de muitos.
As pesquisas por verbetes já falam por si mesmas em revelar que a busca pela palavra-chave integridade é numericamente inferior em relação a outras que são aquecidamente paginadas pelo triste fulgor da frivolidade, pela volumosa supervalorização da futilidade e pelos enfeites dos cardos da leviandade. Desligar-se da integridade e plugar-se na parcialidade é o triste caminho prenunciado e pontilhado de infortúnios e dissabores.
Houve um tempo em que integridade foi mais usual e mais acolhida. Foi uma palavra adorável e oferecia marca e garantia de confiabilidade. Integridade admite margens de tolerância e não se configura como símbolo de inflexibilidade. Integridade é um valor qualitativo que se adquire e se mantém com os altos custos de sacrifícios pessoais na firme e decidida vontade legítima de errar menos e acertar mais.
Sem integridade, dificilmente alguma estrutura se dispõe e se mantém de pé e respeitada por muito tempo. Qualquer esforço desfocado e descasado da integridade, por mais brilhante, arrojado e inteligente que seja, se torna em projetos e empreendimentos da artificialidade. E tão logo lhe cheguem as crises e tempestades, logo lhe bate à porta os primeiros toques anunciadores do descrédito e da rejeição.
E como exemplo, na Escritura Sagrada estão registrados alguns nomes e narrativas em torno deles que muito bem expressam os grandes perigos da falta de integridade para com Deus e suas sérias conseqüências. A considerável ausência dessa integridade leva ao caos, promove o desrespeito, sugere o descrédito, descarrega na rejeição e confina ao desprezo e aos prejuízos.
Dentre esses nomes está o de Amazias, rei de Judá, em Jerusalém, filho do rei Joás. 2 Crônicas 25. Amazias reinou por cerca de quase trinta anos, e seu nome significa “O Senhor Fortalece”, ou pode também ser traduzido para “O Senhor é poderoso”, ou ainda para “Fortaleza do Senhor”. Apesar do brilho de seu nome, Amazias deixou de tê-lo feito valer em sua vida por haver coxeado na integridade.
A vida do rei Amazias tem muito a nos ensinar quanto aos perigos conseqüentes da falta de integridade para com o Senhor Deus. Ele poderia ter sido um bom referencial, mas sua vida foi marcada pela falta de integridade, que mais tarde lhe trouxe tristes e desalentadores infortúnios e desgraça. Seus crassos erros partiram exatamente dessa falta de integridade.
Tudo em Amazias parece nos dizer que ele pode ter sido política e militarmente um bom rei bem sucedido, mas por causa de haver permanecido persistente na sua ausência de integridade para com Deus, não chegou a ser um referencial em espiritualidade e o histórico conclusivo de suas ações recebeu o desfecho “E fez o que era reto aos olhos do Senhor, porém não com o coração inteiro.” 2Cr 25.2
A primeira frase dessa declaração poderia ter sido louvável na sua totalidade se não estivesse existido o dissabor e a incompletude expressos a partir do “porém” na segunda frase complementar coordenada adversativa. Entretanto, foi exatamente a segunda frase a partir desse “porém” que nos deixa explicado a causa de seus infortúnios – a falta de integridade de Amazias para com o Senhor Deus.
Uma vida com ausência de integridade para com Deus é assemelhada a um barco com pouca estabilidade navegando sem salva-vidas em meio a densas e altas vagas do mar. Por mais inteligente e capaz que seja o seu comandante e mais hábil, destemido e adestrado seja o seu timoneiro, a presença da insegurança e a força do desgoverno se fazem real a cada nó da derrota e a cada vista do horizonte à sua proa.
Amazias foi do tipo de pessoa que, além de se fazer insensível à voz do Senhor Deus, prepotente e arrogante, carrega consigo a feia marca de não conseguir realizar alguma coisa completa. Amazias foi do tipo de pessoa que faz e vive as coisas pela metade, escolhe viver sempre no meio-termo, “em cima do muro”, pende para o lado que estiver visualmente bem e popularmente aceitável. Enfim, Amazias foi um exemplo de superficialidade e de incerteza nas suas convicções e atos. A falta de integridade para com o Senhor levou-lhe à derrocada fatal.
Seu pai, o rei Joás, serviu bem apenas enquanto o seu grande conselheiro Joiada viveu. Mas depois se tornou um péssimo exemplo de espiritualidade após a morte daquele sacerdote que lhe serviu como um bom conselheiro da parte do Senhor Deus. Como os muitos inseguros coxeantes escolhem, seu pai decidiu viver uma vida de “camaleão” – mudando de cor conforme o ambiente que se encontrava -. Seu pai conformou o seu caráter e sua personalidade de acordo com as ambiências e as conveniências interessantes a si próprio -. Isso lhe custou a própria vida.
Amazias foi um fruto que exalou bom cheiro, mas por sua inconsistência e incontinência caiu do galho precocemente. Amazias tinha tudo para realizar uma jornada promissora, porém sua incompletude e parcialidade lhe ofuscaram o seu sucesso. Apesar de haver obtido algum sucesso, sua vida não foi longe, e foi mesclada de idolatria, traição, intrigas, desconfianças, inseguranças e mortes. Amazias foi contaminado pelo forte medo da traição e movido pelo espírito inquieto e interesseiro.
Amazias começou o seu reinado debaixo de uma péssima herança deixada pelo rei seu pai – crises e desânimos entre o seu povo -. Amazias teve os ventos a seu favor para poder ter mudado completamente a situação do seu reinado, todavia a sua arrogância insensível, as suas más inspirações e a sua precipitação imprudente, pautadas na ausência de integridade para com o Senhor falaram mais alto e o fizeram vitimado juntamente com o seu povo.
Numa atitude revanchista com a máscara de precaução e segurança pessoal, depois que conseguiu se estabelecer no poder, matou os servos que mataram o seu pai Joás. Amazias executou o seu juízo vingativo de certa forma desconsiderando causas, efeitos e pessoas.
Para o seu povo, seu pai Joás foi alguém que com suas atitudes e desmandos fez ofensas contra o altar, contra o Senhor e contra o seu povo. Na verdade, o pai de Amazias colheu do fruto do plantio da sua semeadura. Seus atos motivaram a conspiração contra si movida por outros.
Amazias foi do tipo de pessoa que tenta manter uma vida de aparências. Ele manteve uma vida mostrando a todos um interesse em Deus. Mas foi um interesse irreal, enganador, ilusionista. Amazias fez como lamentavelmente muitos ainda hoje fazem – uma demonstração falsa de um interesse inexistente -. E tudo indica que coisa alguma fez para sair e mudar esse quadro.
Aquela foi uma demonstração hipócrita e fingida de um interesse pelas coisas do Senhor Deus e do Seu santo templo, sem de fato estar com a inteireza do íntimo voltado para ele. Essa demonstração consiste numa máscara de falsa humildade escondida por trás de uma aparência de respeito sincero e verdadeiro para com Deus.
Amazias passou parte de sua vida nutrindo suspeitas e respirando maquiação. Num ambiente que contrariava a vida religiosa e cultural do seu povo, debaixo da falta de integridade e da desconfiança vivia Amazias. Olhar para a vida de Amazias é enxergar um coração cheio de boas intenções aplicadas de maneira errada e controversa, assim como descasada da vontade do Senhor Deus. Seus esforços não sobressaíram à sua falta de integridade para com Deus.
Uma vez com o coração dividido, se fez inconsistente. Quando o coração é tomado pela divisão, os frutos desse momento lhe brotam dúbios, dúplices, inconsistentes e duvidosos de sua integridade. O coração de Amazias não possuía o patamar consistente que desse suporte à integridade para com Deus. E assim acontece com qualquer pessoa que queira viver obedecendo ao Senhor com um coração dividido e sentimentos parciais. Tentar servir a Deus sem o coração inteiro é sinônimo de perdas e prejuízos.
O Senhor é o Deus que não aceita serviços e adoração de corações divididos, de motivações duplas, pluralistas, compartilhados com inclinação a deuses estranhos, de qualquer tipo e gênero que sejam. Não há como se dividir em servir a dois senhorios. E o nosso Deus exige fidelidade e completude de íntimo – esse é um dos lados humanos operadores parceiros e comprobatórios da conversão -. Faltou integridade de coração em Amazias, e por esta causa os perigos conseqüentes lhe rondaram até tragarem sua vida pela morte, assim como foi com a de seu pai.
A falta de integridade levou Amazias a ofender ao Senhor Deus, ao aceitar e acolher os deuses edomitas em seu reinado. Amazias foi o responsável pela introdução da idolatria edomita nos termos da cidade santa. O troféu comprovante de sua vitória na batalha ele trouxe como despojo para exibir a sua superioridade, e esse acabou por ser o pivô de sua própria derrota e infortúnios. Aquilo que Amazias subjugou no passado, veio a ser adorado por ele depois. As primeiras gotas da ausência de integridade podem se avolumar e virem a formar um caudaloso rio de águas turvas e traiçoeiras.
Por causa daquela ofensa, e de não ter dado ouvido à voz de alerta do Senhor Deus através do profeta, Amazias foi entregue pelo Senhor Deus nas mãos do rei de Israel, Jeoás, filho de Jeoacaz, e foi feito escravo deste. Aquela ofensa foi a causa primária, e mais tarde lhe brotou a secundária – desfecho arrogante e afoito de um insensato e presunçoso desafio inconseqüente contra aquele monarca -. O seu falso senso de segurança e sua arrogância cegaram-lhe o entendimento e o deixou não perceber qual era a sua real situação desamparada diante de Deus.
O fim dos anos de Amazias foi frustrante, em vista dos frutos de sua falta de integridade. Amazias teve a péssima experiência de haver visto o templo do Senhor Deus ser violado, desrespeitado e saqueado. Experimentou a amarga situação de ter visto também o enfraquecimento e desmantelamento das defesas do seu povo até o ponto de este ser capturado.
Amazias se tornou alvo da impopularidade. A partir do momento em que deixou de seguir o conselho do Senhor, se fez motivo de infortúnios para si e para o seu povo, até que foi feito alvo de perseguição e conspiração pelos que lhe serviram como oficiais. O que havia ocorrido com o seu pai, lhe veio também tocar à sua história de derrotas no comando. Aquilo que Amazias não queria foi o que lhe ocorreu, exatamente por sua ausência de integridade para com o Senhor Deus.
Dessa forma, notamos que apesar de haver feito o que o Senhor aprova, lhe faltou integridade, e Amazias foi assolado por perigos conseqüentes dessa falta. A história de experiências de todo aquele que insiste nos seus erros e desacertos e persiste em não levar o Senhor Deus a sério e não O considerar, geralmente pode ter suas bases abaladas por sérios desgastes e infortúnios iniciados e desencadeados a partir de algum setor e área de sua vida.
O pior e desalentador é ver que da parte de Amazias não é encontrado registro de uma iniciativa de clamor, de arrependimento, ou um passo de concerto e recomeço esperançoso, converso e confiante na misericórdia de Deus. Amazias insistiu em viver com o coração dividido e assim terminou os seus dias.
Amazias fez “vistas grossas” e deixou tudo correr frouxo em pontos que ele não devia ter aberto mão. “O Senhor Deus é bom, e a Sua benignidade dura para sempre”. “O Senhor é bom e conhece a todos os que nEle confiam”. Diz a Palavra de Deus. Existem pontos e valores relacionados ao Senhor e Suas coisas sagradas aos quais jamais devemos desprezar.
Que nenhum de nós deixemos de considerar o Senhor e nos humilharmos diante dEle, e jamais voltemos às costas para Ele e O desprezemos. Que nenhum de nós se faça arrogante e insensível ao que o Senhor Deus aprova, a ponto de virmos a ser tidos por insípidos e reprovados, assim como de não sermos colhidos e vitimados pelos nossos próprios atos atropeladores.
Que nenhum de nós venha a cair na falsa confiança e na presunção fundamentadas em algum sucesso que tenhamos obtido e em algum favor que prestemos ao povo de Deus em busca de popularidade. A tônica maior recai em valorizarmos a integridade e nesta persistir.
Que nenhum de nós venha perder o foco da palavra integridade, assim como do alto valor do seu significado. Que qualquer um de nós venha a cada dia e em cada passo, deixando para trás as coisas que ficam, consertando suas veredas e prosseguindo constantes e de inteiro ânimo para o alvo proposto pelo prêmio da soberana vocação de Deus que há em Cristo Jesus , servindo e seguindo ao Senhor em busca de agradar a Deus fazendo o que Ele aprova.
Que cada um bom coração comprometido com a sua própria integridade para com o Senhor Deus e com a da Sua obra venha continuamente realizar com o coração inteiro o que o Senhor Deus aprova e espera de nós. Que a busca persistente de integridade seja a indicação de rumo e o nosso norte.
NÃO DESVALORIZE A INTEGRIDADE.
PbGS
Marcadores:
Amazias,
convicção,
estabilidade,
firmeza,
incompletude,
insegurança,
integridade,
parcialidade,
valores
Assinar:
Postagens (Atom)









